O que é pior: usar a mesma camisa da Seleção desde a Copa de 2010, acreditando que um dia ela finalmente vai dar sorte, ou ter entrado na moda e comprado uma camisa do Brasil de crochê, que provavelmente nem vai chegar a novembro sem ser considerada brega? @FabioPorchat
▶️VÍDEO NOVO | CAMISA DO BRASIL
Rafael Portugal vem a público demonstrar choque com movimento que tem acontecido no mundo que revisita comportamentos e até mesmo o direito a voto das mulheres
MERECE VIRALIZAR! É um dos vídeos mais importantes que você vai assistir hoje. Mostra de forma didática a ligação entre a família Bolsonaro, o Caso Master, Dark Horse e as tarifas contra o Brasil.
ASSISTAM ATÉ O FINAL! 👏🏾
🎥 “É bet sugando energia material do povo, e é big tech sugando energia espiritual das pessoas.”
O ministro do STF, Flávio Dino defendeu a regulamentação das bets e das big techs como forma de combater o vício durante sua fala no julgamento que discute a responsabilização das plataformas digitais, realizado ontem no STF.
Dino relembrou que, quando políticas antitabagistas foram lançadas, o mesmo discurso de “liberdade” veio à tona.
Veja um trecho da fala do ministro 👇🏽
Pera, como é? O Bolsonaro tentou impedir a transferência do Marcola, chefe do PCC, para um presídio de segurança máxima? Não sou eu dizendo, é o SÉRGIO MORO, em seu livro 👇
Rapaz, que vídeo MARAVILHOSO pra começar a semana! Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro sendo HUMILHADOS ao vivo em Curitiba sobre o caso Vorcaro.
Mentiram, gaguejaram e fugiram!
Luciano Huck veio com aquele papo de que a "elite" está pronta a ajudar e participar da "redução das desigualdades". A resposta do Emicida foi fantástica. Destaco essas duas frases:
"A palavra correta para isso é burguesia"
Inaceitável, insano
Trata-se de Antonio
Marcos Brasileiro Sales, empresário, pastor e ex-candidato a vereador pelo Podemos na cidade de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia.
Por @JesseSouzaecht
O Juca falou o que muita gente da área do jornalismo tava engasgado pra dizer faz tempo. A Globo transformou cobertura de Copa em publi premium com filtro de Instagram e roteiro de restaurante chique. Os jornalistas sérios devem pe: “estudei jornalismo pra disputar vaga com influencer fazendo dancinha?” 😭⚽️
🚨 BOMBA! Leite desvia dinheiro da enchente para botar em SPA de luxo!
A deputada @laurasito revelou que Eduardo Leite quer usar dinheiro da reconstrução do RS, enviado por Lula, para bancar resorts de luxo e hotéis milionários na Serra Gaúcha.
Tem gente sem casa por causa da enchente e Leite quer bancar pista de esqui e turismo pra rico.
Queremos investigação desse esquema!
Sim, claro, antes da iFood não existia entregador na pizzaria do bairro. Além disso, o iFood inventou uma tecnologia chamada bicicleta, criada especialmente para ser usada em entregas.
Agora, saindo da provocação e indo para o debate real: o Brasil sempre conviveu com uma economia de subsistência que usa uma enorme massa de trabalhadores abandonados pelo Estado, pessoas que se submetem a qualquer coisa porque a alternativa é a fome e a miséria.
Hoje, são as plataformas que cumprem esse papel de exploração.
O ponto é que não temos que tolerar mais isso. Temos que discutir como e onde gerar empregos com dignidade. Como o Estado pode atuar, seja como empregador direto, seja induzindo bons empregos.
Alguém pode argumentar que o atual estágio da automação torna impossível gerar empregos para todos.
No capitalismo, ao que tudo indica, sim. Na verdade, no capitalismo neoliberal sem freios, certamente.
A questão é que o avanço da tecnologia não deveria ser tratado como sinônimo natural de desemprego. O desemprego não é uma lei da natureza. Não é inevitável. É uma invenção e uma necessidade do capitalismo, o primeiro sistema que produziu miséria em meio a uma enorme abundância e que usa a tecnologia criada pelos seres humanos para escravizá-los.
Em um mundo minimamente digno, os ganhos de produtividade da automação, da inteligência artificial ou de qualquer nova tecnologia deveriam servir para reduzir fortemente a jornada de trabalho, garantindo mais tempo livre, mais direitos, mais qualidade de vida e mais possibilidade de viver.
Mas, no nosso mundo, a tecnologia inventada pela classe trabalhadora não é usada para que ela tenha mais tempo para descansar, estudar, conversar, se divertir ou sonhar.
É usada para explorar ainda mais a própria classe trabalhadora.
A uberização da nossa classe trabalhadora deveria ser tratada com seriedade. Não como algo natural. Não como “alternativa ao desemprego”, como se o desemprego também fosse uma força da natureza.
Deveria ser um dos eixos do debate eleitoral. Deveria ser. Mas, infelizmente, há uma interdição no debate econômico brasileiro. O pavor da extrema direita nos paralisou. Não conseguimos ver além do “neoliberalismo progressista” como alternativa à destruição fascista.
Os grandes temas e desafios foram jogados para baixo do tapete. Só se discute qual será a próxima medida de ajuste fiscal, ou quando virá a redução da taxa de juros do Banco Central que fará a economia brasileira encontrar seu rumo. Aliás, é bizarro a esquerda achar que é a redução da Selic que desenvolve um país, em vez de tratar isso como uma condição necessária e absolutamente insuficiente. Mas vamos voltar ao tema.
A questão é que enquanto esses debates de superfície hegemoniza o imaginário da esquerda, as classes dominantes moem o nosso povo.
Somos um país dominado pelo agro, que quer que o mercado doméstico se foda, que o meio ambiente se foda, porque exporta soja para a China fazer ração para porcos. Tudo isso com destruição de territórios, muito dinheiro estatal e concentração brutal de renda. A grana da exploração vai para formar bancadas políticas que defendem a nossa dependência e subordinação com orgulho.
Claro, o setor primário-exportador também tem as mineradoras, que arrancam nossas riquezas e destroem o meio ambiente, deixando a conta da destruição para o povo.
Do outro lado, vistos como mais modernos e elegantes, sediados na potente São Paulo, estão os bancos, tomando o dinheiro da classe trabalhadora com as taxas de juros mais altas do planeta.
Ou seja: de um lado, um setor primário-exportador que aparelha o Estado, concentra riqueza, não gera porra nenhuma de emprego decente e ainda deixa um passivo ambiental brutal para o povo pagar.
De outro, um setor rentista que toma o pouco que os trabalhadores têm por meio de juros criminosos.
Como gerar empregos bons para o nosso povo no meio disso tudo? Não tem como. Com essas duas frações dominantes organizando o país, sobra um bolsão de desesperados. E esse bolsão, em vez de ser tratado como um problema nacional gravíssimo, vira matéria-prima barata para as plataformas, que têm se tornado a terceira força dessa tríade da destruição.
É assim que o Brasil se torna, ao mesmo tempo, paraíso do agro, dos rentistas e das empresas de aplicativo. Um país com gente demais precisando aceitar qualquer coisa para sobreviver.
Não está tudo bem só porque o desemprego vem caindo desde 2021. Os empregos gerados são uma merda. O trabalhador ganha mal. Está endividado até o pescoço. Trabalha muito. Não tem tempo de viver. Não tem tempo de estudar. Aliás, estudar para quê, em um país que não tem muito a oferecer aos pobres além de uma CLT destruída pela já naturalizada contrarreforma de Temer em 2017 e uma vida esmagada pela escala 6x1?
A pergunta correta não é o que essas pessoas fariam sem Uber, iFood ou 99.
A pergunta correta é que tipo de país aceita que milhões de trabalhadores só tenham como horizonte pedalar, dirigir e se arriscar todos os dias sem direitos, sem proteção e sem futuro.
Cara, o Porchat gravou vídeo para agradecer ao prêmio concedido pela Alerj de pessoa non grata no Rio de Janeiro, isso vale mais que um Oscar. Parabéns, Porchat.
Já ouviram o jingle da pré campanha do filhote de Bolsonaro?! Solta o play e compartilha!
TIC TAC! ⏰ (cronômetro pra contar quanto tempo o bolsonarinho vai demorar até gravar outro vídeo de camisa branca se explicando)
desculpem, mas, se tem um lado político bebendo detergente para reafirmar as suas ideologias e este lado não é o que eu estou, eu tenho certeza que estou do lado certo