Um jogador com espírito de equipe e senso de responsabilidade com a nação bate o pênalti nos acréscimos do segundo tempo, pega a bola correndo na rede e bota rapidamente no meio do campo, quando sua seleção perde por 2 a 1, com dois gols tomados após sua entrada na partida.
Um jogador narcisista transforma o pênalti num duelo pessoal com o goleiro adversário, trocando provocações antes, durante e, pior ainda, depois da batida, ignorando a pressa imposta pelo placar adverso e dizendo frases como “comigo, não, otário”, com a qual afeta superioridade até sobre um companheiro de equipe que teve uma cobrança defendida no primeiro tempo.
O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo de 2026 pela Noruega, mas a idolatria de milhões de brasileiros por figuras que se colocam acima de tudo e de todos perdura, com apego irracional à pose de valentão que mascara o prejuízo geral.
O mau desempenho é corrigível com o resgate da cognição individual e um longo trabalho de aprimoramento físico, técnico e tático. Mas o culto a personalidades narcísicas é um vírus cultural que afeta precisamente a cognição, ajudando a produzir, seja na política, seja no futebol, sucessivas derrotas coletivas para o país.
Foram duas vitórias no mesmo momento: a do jogo e a de fazer a adversária trocar as lágrimas por um sorriso. Os adultos deviam aprender mais com as crianças!
🚨 O TETO VIROU PISO: A farra dos supersalários custa R$ 20 BILHÕES ao seu bolso!
No Brasil, a Constituição deveria ser respeitada, mas para a elite do funcionalismo público, o "teto constitucional" é apenas uma sugestão.
Os dados são revoltantes:
- 53 mil servidores ganham acima do limite máximo permitido por lei.
- O custo dessa "brincadeira" é de R$ 20 bilhões em apenas 1 ano.
O Judiciário lidera a injustiça: 8 a cada 10 juízes recebem acima do teto de R$ 46 mil.
Como isso acontece? Através dos famosos "penduricalhos" e verbas indenizatórias que não contam como salário oficial, mas engordam a conta bancária de uma casta privilegiada, enquanto o restante da população sofre com serviços públicos precários e impostos abusivos.
Dinheiro público não é infinito. Cada real gasto em um supersalário é um real a menos na saúde, na segurança e no saneamento.
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