@anahelo_ana Bah, justo agora que eu decidi trocar Elton John, Celine, Tina, Cher, Steve Tyler, MPB 80', Pink, Sheeran, Blunt, Kate Perry por suas músicas! #frustrada, #coraçãopartido
@choquei Que dor pela família desses indivíduos que estavam no helicóptero! Além da apreensão, do desespero e da incerteza, ainda tem que ver insensibilidade desse povo que só quer lacrar!
@YasminSaddock Filha, enquanto você mostra os resultados da sua dedicação, os infelizes procuram pessoas como você pra destilar veneno.
Você é muito jovem, carregue o que é positivo e que enaltece, o resto é inveja, recalque e despeito. Estamos com você, querida!
Ministro André Mendonça divulga nota em resposta a post de Gilmar Mendes:
“Episódios como esse apenas demonstram a urgência na aprovação de um código de
ética no âmbito do Supremo Tribunal Federal.”
Lula diz que Bolsonaro criou a quadrilha do INSS.
Lula só não explicou porque Bolsonaro chamou para a quadrilha o irmão do Lula, o filho do Lula, a amante do filho do Lula, o chefe de gabinete do Lula, os amigos do Lula, o líder no congresso do Lula e o próprio Lula.
Que tristeza, de verdade, assistir a essa sessão e ter de admitir que a Suprema Corte do Brasil virou uma VÁRZEA.
E nós pagamos cada centavo por esse circo de horrores.
🔴ÚLTIMA HORA: Ministro André Mendonça diz a pessoas próximas que se recusa a aceitar acordo de paz e que seguirá até o fim.
“Não vou aceitar acordo nenhum. Eu fiz o meu trabalho e o defenderei até o fim. Não sou eu quem deve dar explicações ao país”, disse André Mendonça.
🚨DEMÉTRIO MAGNOLI
ARREBENTOU na GLOBONEWS:
"Hoje foi o velório do STF. Houve momentos onde parecia uma reunião de gangues rivais e momentos farsescos, como quando MORAES culpou BOLSONARO pela investigação. Mas BOLSONARO não o forçou a assinar um contrato milionário com VORCARO"
A quem Cármen Lúcia pediu desculpas?
Ontem, no STF, a ministra Cármen Lúcia pediu desculpas ao povo brasileiro. Foi um momento solene, quase comovente. Mas fiquei com uma dúvida inconveniente: desculpas exatamente pelo quê? Seriam para Débora do Batom, que recebeu 14 anos de prisão em julgamento no qual a própria ministra votou pela condenação? Ou para os brasileiros que consideram desproporcionais muitas das prisões e penas decorrentes do 8 de janeiro? Talvez, depois de tantos anos, tenha surgido no Supremo uma descoberta extraordinária: a de que a Constituição também deve proteger aqueles de quem não gostamos.
Ou seriam desculpas aos “200 milhões de tiranos”? Talvez a ministra tenha percebido que o brasileiro comum, esse personagem incômodo que trabalha, paga impostos e ocasionalmente insiste em ter opinião própria, não seja afinal um tirano tão perigoso. Ou, quem sabe, as desculpas fossem destinadas a uma plateia mais refinada: juristas, jornalistas e intelectuais que toleraram medidas excepcionais porque acreditavam que elas seriam usadas apenas contra Jair Bolsonaro. A estes, o pedido poderia ser mais específico: “Perdão. Prometemos que a excepcionalidade terminaria quando o inimigo fosse derrotado. Esquecemos apenas de mencionar que poderes extraordinários raramente percebem quando chegou a hora de ir embora.”
Desde 2019, Cármen Lúcia esteve lá. Assistiu ao nascimento do inquérito das fake news, aberto de ofício e alvo desde então de intensa controvérsia jurídica. Viu suas fronteiras se expandirem. Participou dos julgamentos do 8 de janeiro. Durante todo esse tempo, críticos denunciaram violações ao devido processo legal, desproporcionalidade de penas e concentração excessiva de poderes. O Supremo rejeitou essas críticas. Agora, quando as divergências e acusações alcançam o interior da própria Corte, surge o constrangimento. É uma peculiaridade humana bastante antiga: o abuso costuma parecer muito mais nítido quando deixa de visitar a casa do adversário e toca a campainha da nossa.
Talvez, porém, estejamos procurando profundidade demais onde havia apenas cerimônia. Talvez Cármen Lúcia tenha pedido desculpas simplesmente porque, diante do espetáculo de ontem, alguém precisava parecer constrangido. Uma espécie de “foi mal, pessoal” institucional: suficientemente grave para os jornais da noite, suficientemente vago para não reconhecer erro algum. Afinal, pedir desculpas sem dizer pelo quê é uma invenção admirável: preserva-se a aparência do arrependimento sem o inconveniente de assumir responsabilidade.
Não sei a quem Cármen Lúcia pediu desculpas. Mas seria útil que explicasse. Se acredita que o Supremo cometeu excessos, diga quais. Se entende que direitos fundamentais foram violados, diga quando. Se considera que penas foram desproporcionais, ajude a corrigi-las. E, se acredita que nada disso aconteceu, então explique por que pediu desculpas. Porque o Brasil não precisa de uma fotografia de uma ministra constrangida para o Jornal Nacional. Precisa saber do que, exatamente, ela se arrepende.
Ouça com ATENÇÃO o argumento de Flávio Dino.
1) Tem muito juiz envolvido em corrupção.
2) Precisam decidir se investigam um.
3) "Mas e os outros?", pergunta Dino.
Pronto. Como não dá pra investigar todo mundo de uma vez, seguindo exatamente o mesmo "rito", melhor não investigar ninguém?
Curioso esse apego às garantias. No 8 de Janeiro, esse Dino não existia.
@Rconstantino Ela está certa. Por mais que desejemos agradecer com algo material, o maior de todos os dons e presentes é o regozijo no coração. Esse sentimento é o mais caro e está cada vez mais raro nesse mundo egoísta e narcisista.
GRAVE! Jurista Maierovitch diz que a decisão de Flávio Dino não tem consistência jurídica e que não dá para engolir. Ele também diz que Fachin é pusilânime.