Oscar Pérez.
Sua luta não foi em vão.
A verdade sobrevive à tirania, e a justiça — ainda que tarde — alcança os que deram a vida pela liberdade.
Pelos mártires da Venezuela: memória, honra e esperança. 🇻🇪
Oscar Pérez se sacrificó cuando casi nadie veía sentido. Los actos heroicos son así: en el momento, solo parecen semillas enterradas. Pero un día dan fruto. Que Venezuela coseche libertad, justicia y un nuevo comienzo. Que el pueblo venezolano vuelva a vivir sin miedo. 🇻🇪
Hoje, quando a Venezuela começa a romper as correntes que a aprisionaram, não devemos nos perguntar quem venceu batalhas momentâneas. Devemos lembrar quem manteve a honra quando tudo convidava à rendição.
Ao povo venezuelano, digo: este dia não apaga a dor, mas dá sentido ao sacrifício. A liberdade que nasce agora carrega o sangue dos que ousaram resistir quando resistir parecia inútil. Guardem essa memória. Protejam-na. Defendam-na com vigilância eterna.
Guardem o nome de Óscar Pérez.
Protejam sua história.
Ensinem seus filhos quem ele foi.
Porque povos que esquecem seus mártires acabam entregando, outra vez, a liberdade a novos tiranos.
Óscar Pérez não viveu para ver a Venezuela livre.
Mas a Venezuela só começa a se libertar porque ele existiu.
Defender a soberania de um país é muito diferente de defender a supremacia dos interesses de um regime autoritário.
Em nome dessa suposta “soberania” da Venezuela, vejam como o narcoterrorista Nicolás Maduro tratava quem ousava discordar.
O homem do vídeo é Óscar Pérez, um opositor político que foi cercado, rendido e brutalmente executado pelas forças do regime.
Tudo isso, claro, sob o discurso cínico de que se trata de um governo “democrático”.
Não se trata de soberania.
Trata-se de opressão, medo e assassinato de adversários políticos.
Quem relativiza isso não está defendendo povos.
Está defendendo ditaduras.
Liberdade não é negociável.