O sistema não me quer no Senado e já nem tenta esconder.
Minha candidatura foi confirmada pela Justiça Eleitoral do Paraná e continua de pé. Mesmo assim, a pedido do PT e de seus aliados, fui proibido de fazer campanha, pedir voto e participar de debates.
O sistema sabe que, no Senado, não serei apenas mais um voto. Vou enfrentar os abusos dos poderosos, fiscalizar o Supremo e cobrar a aplicação da lei para todos.
Mas eu não vou me curvar diante dessa violência jurídica. Brasília não irá calar o Paraná.
Se você está comigo nessa batalha, compartilhe!
@leiamoneytimes Já estou com a grana separada pra comprar o primeiro carro da @BrasilBYD@BYDAutoBrasil que chegar com a bateria Blade 2.0.
Amei o Sealion 7, mas veio com uma bateria muito ruim para o tamanho continental do Brasil.
Vamos ver se chega no Sealion 6…
CARROS ELÉTRICOS COM RECARGA NO TEMPO DOS POSTOS TRADICIONAIS
A BYD iniciou a implementação da sua tecnologia de recarga ultrarrápida no Brasil ao escolher Brasília para abrigar o primeiro terminal Flash Charging do país, com capacidade de até 1.500 kW por conector. A infraestrutura foi projetada para eliminar uma das principais dores de cabeça dos donos de carros elétricos: o longo tempo de espera durante o abastecimento das baterias.
A instalação faz parte do plano da empresa de implantar 1.000 pontos com a nova tecnologia no mercado nacional até o encerramento de 2027.
A tecnologia da Denza, marca do Grupo BYD, foi apresentada oficialmente no Brasil durante o Festival Interlagos, em São Paulo.
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Confira: https://t.co/5LuJXpatTg
O único resultado aceitável no Plenário do STF é a autorização para que o Ministro Alexandre de Moraes seja investigado pelas ligações com Daniel Vorcaro.
O afastamento cautelar também seria bem vindo.
Ninguém pode estar acima da lei.
ELE ESTÁ DE VOLTA! 🇪🇪💙 Como você mesmo um dia falou "O Grêmio não me chama. O Grêmio me convoca".
Então, Renato, chegou a hora de vivermos nossas glórias mais uma vez juntos. Bem-vindo de volta à tua casa. Bem-vindo de volta ao nosso Grêmio.
Fernando Schüler e o Dia D da democracia tupiniquim 👏👇
“Apagar dados do celular indica consciência sobre a ilegalidade dos atos praticados”, escreveu o ministro Alexandre de Moraes, em um dos argumentos para condenar a cabeleireira Débora dos Santos a 14 anos de prisão. E explicou: “se o indivíduo tivesse convicção de sua inocência, não teria motivo para eliminar registros que poderiam confirmar sua versão dos fatos”. O Brasil é um país curioso. Agora é uma conta com o nome do ministro, vejam só, que aparece com o modo de visualização única, feito para apagar conteúdo, interagindo com as 52 mensagens de Vorcaro, logo antes de sua prisão. E aqui estamos, em um drama nacional para ver se alguma coisa, afinal de contas, será investigada.
Não acho que isto incomode muita gente. Débora é uma brasileira comum. E é do “outro lado”. Ficou cerca de dois anos presa, por uma cautelar do próprio ministro, distante dos filhos de 6 e 10 anos, pelo rabisco com o batom naquela estátua. Seu caso é similar ao de Alcides Hahn, o “colono” de Corupá, no interior de Santa Catarina, também condenado a 14 anos, dessa vez sem ir a Brasília, pelo Pix de R$ 500. Nos anos recentes, escrevi muito sobre estas histórias. A pior talvez seja a do Clezão, morto como um zé-ninguém em um presídio de Brasília, depois de meses sem que o ministro se desse o trabalho de despachar um pedido de liberdade, “sob risco de morte”, para tratar da saúde.
São histórias difíceis e quase infinitas. Elas não tratam apenas de um longo rastro de abuso de poder. De pessoas comuns “julgadas” diretamente pelo Supremo, sem os direitos mais elementares ao juiz natural, instância devida e graus de recurso. Tratam do “use a sua criatividade” para atingir alvos pré-definidos; da censura aos empresários, por nada, em um grupo de WhatsApp; de um sujeito, o Filipe Martins, preso por meses por uma “fuga” do país que jamais existiu. Elas contam uma história de brutal assimetria na cidadania brasileira.
Algo que sempre me faz lembrar do dualismo moral descrito por Roberto DaMatta em seu “Você sabe com quem está falando?”. Da ideia de que somos uma sociedade em que, no papel e na retórica, somos todos iguais. Todos “indivíduos” sujeitos a um regramento abstrato e imparcial. Mas que, no mundo real, nas hierarquias, no estamento e nas sombras do poder, somos “pessoas” com status pateticamente distintos. Para uns, apagar mensagens ou fazer um Pix de 500 reais pode ser crime de lesa-pátria, sujeito a 14 anos de prisão; para outros, o contrato de uma centena de milhões e a suspeita de trabalhar para um banqueiro fraudador sequer parecem razão suficiente para que a República autorize uma investigação. Para uns, a exceção jurídica; para outros, um tipo de supergarantismo, autoconfiante e feito da ausência de limites.
No fundo, é disso que se trata a sessão do STF, nesta terça-feira, dia 15. Não é apenas uma reunião difícil para autorizar ou não uma investigação. É o exame de uma tradição. Para saber se somos mesmo o país do “estamento”, onde a lei funciona primeiro perguntando “com quem você está falando”, ou se ainda temos alguma esperança de sermos uma república de iguais. Confesso meu desânimo com tudo isso. Mas posso estar enganado, e logo ali adiante teremos a resposta.”
A diretoria do Grêmio quer inventar a roda. Quer dar tempo a um treinador porque o dia a dia é bom. Não existe isso. Futebol é resultado. Resultado você só tem com desempenho. O time não joga nada e perde pra quase todo mundo, dentro e fora de casa. É pior do que todo mundo. Entra e sai jogador e o sistema não favorece ninguém. É comando. É treinador. O problema do Grêmio tá escancarado. Temos um presidente omisso e um executivo que quer ser o diferente. É momento de fazer o óbvio.
EDITORIAL | Precisamos falar sobre Alcolumbre – “Cabe ao Senado processar, julgar e, se necessário, afastar ministros do Supremo e procurador-geral da República. Alcolumbre parece ter encontrado serventia mais paroquial para ele”. Leia o texto completo em https://t.co/5hAfeEl0Ia
"Ressalte-se, ainda, que o ato de apagar dados do celular também indica uma consciência sobre a ilegalidade dos atos praticados pelo agente, na medida em que, se o indivíduo tivesse plena convicção de sua inocência, não teria motivo para eliminar registros que poderiam confirmar sua versão dos fatos. A destruição de provas, nesse contexto, reforça a percepção de que havia algo a esconder, contribuindo para a construção e reforço da tese acusatória." - Alexandre de Moraes, março de 2025, ao votar pela condenação de Débora Rodrigues, a.k.a. "Débora do Batom".
🚨 MORAES USA O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS CONTRA ANDRÉ MENDONÇA.
Dois dias depois de Mendonça expor o relatório da Polícia Federal sobre Moraes e Daniel Vorcaro, Moraes reagiu acusando o colega de cinco possíveis infrações e pediu a Edson Fachin que tome providências.
Na prática, o ministro que colocou as informações diante da PGR e do plenário virou alvo de quem aparece no centro das revelações.
Isso é uma inversão gravíssima: em vez de explicar as mensagens, os contratos e a relação com Vorcaro, Moraes tenta deslocar o foco para quem permitiu que os fatos viessem à tona.
Toga não é escudo. Poder não pode virar instrumento de intimidação.
É justamente por isso que quero chegar ao Senado e defender limites claros para quem hoje parece intocável.
🇧🇷 No Paraná, vote Deltan 300 para o Senado.
Deixei seu apoio ao ministro André Mendonça nos comentários 👇
🚨 ESTADÃO FAZ UM APELO AO QUE AINDA RESTA DO SUPREMO
Em um editorial duríssimo, o Estadão afirma que Moraes “já é um estorvo para o STF” e fala em um “colapso moral que ameaça o STF”.
O jornal defende que o relatório da Polícia Federal seja levado ao plenário, que as suspeitas sejam investigadas e que a Corte coloque a instituição acima do corporativismo.
O alerta final é ainda mais grave: se o Supremo escolher proteger Moraes em vez de proteger sua própria credibilidade, poderá “morrer abraçado a um dos seus”.
Os abusos e as suspeitas chegaram a um ponto em que fingir que nada está acontecendo já ameaça o próprio STF.
Toga não é escudo. Suprema é a Constituição.