@_janoninho_ Revogação da autonomia do Banco Central JÁ! Que o BC volte a servir os interesses da nação, e não de uma classe parasitária de rentistas que mama trilhões do Estado e não produz nada em troca
Parabéns a todos que se mobilizaram e mandaram um recado claro de que o povo brasileiro não admitirá bets por aqui nunca mais!
E o que fizemos hoje em termos de mobilização foi só uma pequena amostra do que vocês enfrentarão nos próximos 4 anos!
NINGUÉM NUNCA MAIS FARÁ O PRESIDENTE LULA DE REFÉM! Ele foi eleito pelo povo e governará para o povo, e o seu exército GARANTIRÁ ISSO, CUSTE O QUE CUSTAR!
🚨 ATENÇÃO: Lula vai se reunir hoje com André Lara Resende, economista que formulou o Plano Real e que recentemente apresentou um plano para reduzir a taxa de juros para 7,5% em 12 meses!
Essa redução garantiria uma economia de 400 bilhões por ano, diminuindo a dívida pública.
Ao contrário dos economistas da Faria Lima, que vêem o gasto público em saúde, educação, previdência, salário mínimo etc, como a causa do déficit primário, André enxerga a Selic alta como o verdadeiro problema.
Com a Selic em 13,75%, o governo está pagando mais de 1 trilhão de juros por ano. Um ajuste fiscal nesse contexto, cortando programas sociais e investimentos, como quer a Faria Lima, não diminuiria o déficit e ainda causaria uma recessão econômica, repetindo o erro de Kast no Chile e Milei na Argentina. Com aumento do desemprego e queda do consumo, a dívida pública continuaria subindo pela retração do PIB.
André quer criar um "teto de juros", com a Selic variando entre 3 e 5,5% a médio prazo. Isso colocaria o custo do crédito no Brasil próximo do patamar da China, a nação que mais cresceu no mundo nos últimos 50 anos.
Para conter a saída de dólares a curto prazo, ele defende usar as reservas internacionais do país, que superam 300 bilhões, além de metas claras de redução da dívida e um ajuste fiscal cortando isenções dadas a grandes empresários.
Lula precisa ouvir mais economistas como André Lara Resende e menos aqueles ligados ao mercado financeiro.
LEVANTE ANTINEOLIBERAL
Devemos tirar consequências mais claras sobre o que aconteceu neste país entre os dois turnos. Foi a maior mobilização de massas dos últimos 40 anos.
Vencer a barbárie bolsonarista foi a aparência de um fenômeno mais complexo. O que ocorreu no país foi um verdadeiro levante antineoliberal. As ruas derrotaram o bolsonarismo e exigem entrega de futuro.
Captar essa mensagem estratégica e a transformar em programa e prática de governo é o desafio a ser enfrentado. Quem foi às ruas odeia o tal do “mercado”. Despreza economistas e jornalistas que operam os interesses de uma minoria.
Este levante antineoliberal quer o fim dos mecanismos que transformam esse país o paraíso dos rentistas e o inferno para a classe trabalhadora. Este levante sinaliza para um Estado desenvolvimentista com a cara do Brasil.
Minha responsabilidade é muito clara: ser um agente dos anseios deste levante na Câmara dos Deputados. Ser força que vai colocar nosso governo a ir ao encontro de um projeto que deve elevar a meta de inflação para 4,5% e retirar investimentos públicos do arcabouço fiscal. E acabar com o próprio arcabouço.
O país renasceu. Agora é entregar futuro para os 99% da população.
REVER IMEDIATAMENTE AS METAS DE INFLAÇÃO
Contas nacionais não é contabilidade em si, mas uma operação, sobretudo, de Economia Política. Quando falamos que o Brasil não precisa de um ajuste é porque sabemos quem ganha e quem perde nesta história. A discussão é política, não técnica.
Nosso problema não é conter per se a dívida pública e sim abrir condições para a economia voltar a crescer. Economia crescendo, a relação dívida x PIB cai. Nosso problema não é a dívida. É a baixa taxa de investimentos.
Para isso os juros tem de cair IMEDIATAMENTE. Não se faz isso na canetada, mas utilizando mecanismos político/institucionais para tal, entre elas a meta de inflação que hoje é de 3%. Muito baixa para um país com características estruturais do Brasil.
Elevar a meta para 4,5% fará com que os juros caiam. Ora. o crédito começará a se baratear e a "economia" que o país fará - caso a SELIC caia de 13,75% para 10% - será de R$ 150 bilhões.
Por que o mercado financeiro e a mídia corporativa não faz essa discussão? A Economia Política explica.
Só lembrar para os setores que estão falando em ajuste fiscal que essa agenda foi a derrotada nas urnas. O representante do tesouraço e da motosserra de Milei está nesse momento fugido nos EUA. A campanha de Lula mobilizou com energia exatamente aqueles que denunciaram o programa do filhote de Trump. É pela implementação do fim da escala 6x1, por direitos dos trabalhadores, contra as privatizações e pelo fortalecimento do serviço público que a luta tem que seguir.
A eleição mal acabou e já tem gente do mercado e da grande mídia querendo arrancar anúncios de ajuste fiscal e cortes em direitos sociais.
O presidente Lula foi reeleito graças a uma ampla mobilização de ruas e redes que reivindicou mais direitos e justiça social, incompatível com qualquer medida fiscalista, pelo contrário: o programa da Faria Lima e dos adeptos do tesouraço foi derrotado pelo povo.
De nossa parte, seguirá a luta pela revogação do arcabouço fiscal, pela taxação dos bilionários, por mais justiça tributária e financiamento adequado às áreas e programas sociais. Esse é o único caminho para a governabilidade que queremos construir!
Ajuste fiscal, arcabouço fiscal e metas de inflação de 3%: o assassinato do futuro
Os dados consolidados de 2014, último ano do governo Dilma, davam conta de inflação controlada, desemprego baixo e crescimento pequeno – porém dentro do normal àquelas circunstâncias. Comprou-se a ideia da necessidade de “ajuste” em 2015. Em questão de meses, o desemprego explodiu, a popularidade da presidenta despencou e o golpe foi se consolidando como proposta real de poder.
Não é uma visão ideológica. E sim de Economia Política. O ajuste que querem impor a Lula é o pedágio que o sistema financeiro quer cobrar de nosso governo em clara contradição com o programa que venceu no segundo turno.
A austeridade é o assassinato do futuro. Da mesma forma que o arcabouço fiscal e as metas de inflação da forma como estão colocados são armas que estão aí para estrangular os pobres, as mulheres e os mais vulneráveis para desindustrializar e empobrecer o país.
O ajuste deve ser descartado. O arcabouço, desidratado até virar letra morta. E devemos começar com um movimento de retirada de investimentos em infraestruturas, defesa, universidades e o sistema IFF do arcabouço. As metas de inflação devem ter um 4,5% de meta inicial e discussão imediata sobre sua temporalidade.
Vencemos a eleição contra Flávio Bolsonaro denunciando o tesouraço que ele queria fazer. Acabou a eleição e o Brasil 247 - mídia petista e com ligação com Bets - defende fazer um tesouraço, trair a força das ruas e atacar salário mínimo, aposentadoria, BPC, saúde e educação. É a fórmula mágica para jogar a popularidade de Lula IV no chão. E governo sem popularidade com esse Congresso, não termina o mandato!
https://t.co/wkbVZWetnh
Após derrotar o KuoPLitong, o líder comunista Lulao Tse-Silva instituiu a República Popular do Brasil, enquanto o líder nacionalista Fláviang Kai-Bolshek levou suas tropas para se refugiar na Ilha de Ferniwan de Noronha e manteve a antiga República Federativa do Brasil.
URGENTE! Após bolsonaristas espalharem que o STF está tentando interferir nas eleições, César Tralli acaba de esclarecer em rede nacional: “Ambas as campanhas pediram ao Supremo Tribunal Federal, ao TSE, que estendessem o horário de votação.” Espalhe esse post!
Ontem à noite, as pesquisas internas da campanha do Flávio começaram a prever a vitória do Lula por um margem maior do que o esperado.
Então eles partiram para o plano B: tumultuar a eleição para cavar um golpe.
O plano: prefeitos bolsonaristas boicotaram o transporte público para impedir seus eleitores de irem votar; o presidente do TSE Kássio Nunes se recusou a intervir; Zanin determinou a prorrogação da votação; agora os bolsonaristas começam a acusar um golpe para justificar a derrota.
As próximas semanas serão de instabilidade. Trump não vai reconhecer o resultado das eleições. E nós precisaremos ir pra rua defender o processo eleitoral.
A cronologia dos fatos
Como se nota, houve uma morosidade e um desinteresse gigantescos por parte do TSE diante da situação — o que não espanta, haja vista o histórico recente.
Se houve algum "golpe", foi pelo conluio prefeitos bolsonaristas–Flavio–Kassio
#Eleições2026 Zanin