Não tem mais desculpa para o isentão, após Lula III!
A escolha está posta de forma clara, precisa e concisa nesta fala de 50” segundos da @soudanimarques ! 🎯
Conheça a verdade sobre a Margem Equatorial: o governo Lula atrasou em quatro anos a exploração de petróleo na região, adiando investimentos, empregos, renda e desenvolvimento para os estados do Norte e do Nordeste do Brasil.
Quem pagou a conta desse atraso foi a população.
Assista ao vídeo e conheça os fatos.
Ainda bem que não fiz faculdade de jornalismo, e sim de economia. Eu poderia ser hoje como a Miriam Leitão, que fala da "sensação" de preços altos e do lado bom das crises lulistas.
O Brasil chegou a um ponto em que o crime organizado passou a dominar territórios, presídios e a vida de milhões de brasileiros. Eu não aceito essa realidade.
Observe que a entidade que sugere a volta da exigência de diploma para quem trabalha como jornalista é a mesma que tem, na sua composição, pessoas que nunca passaram em concurso para juiz, mas exercem a função de magistrado.
Quero agradecer ao senador @FlavioBolsonaro e @Alfredogaspar_ pela confiança. A partir de hoje me junto com muito orgulho ao time da campanha coordenado pelo senador @rogeriosmarinho e @soudanimarques para recolocarmos o Brasil no caminho da prosperidade. Para os que não me conhecem, segue uma minibio que preparei:
Adolfo Sachsida concluiu o doutorado em Economia aos 28 anos. Advogado, professor e pesquisador, acumula mais de 20 anos de experiência acadêmica e profissional. Doutor pela Universidade de Brasília (UnB), realizou pós-doutorado na Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, e foi professor de Economia na Universidade do Texas. É autor de livros e de diversos artigos científicos nas áreas de política econômica, fiscal e monetária, tributação e crescimento econômico.
Entre 2019 e 2022, foi secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, onde participou da formulação de reformas que modernizaram os mercados de crédito, capitais, seguros e garantias. Foi responsável pelas projeções macroeconômicas utilizadas na elaboração do Orçamento da União e criou o Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica.
De maio a dezembro de 2022, exerceu o cargo de ministro de Minas e Energia. Durante sua gestão, promoveu a abertura do mercado livre de energia para consumidores de alta tensão, contribuiu para viabilizar o início das obras do Linhão Manaus–Boa Vista e editou o decreto que liberalizou o comércio exterior de lítio, removendo entraves regulatórios e abrindo caminho para bilhões de reais em novos investimentos. Também participou da redução dos tributos sobre combustíveis, energia elétrica e telecomunicações, medidas que contribuíram para três meses consecutivos de deflação em 2022.
Minha trajetória acadêmica e profissional é marcada pela defesa da responsabilidade fiscal, do combate à inflação, da redução de impostos e da aprovação de reformas pró-mercado, com foco no aumento da produtividade, na geração de empregos e na elevação da renda.
Manuela D’Ávila criticou Flávio Bolsonaro por dizer que quer ser cuidado pelas filhas na velhice. Segundo ela, cuidar dos pais é “trabalho invisível” e deve ser responsabilidade do Estado. Ou seja, a esquerda quer tirar a família da equação e colocar o governo no lugar.
Isso é comunismo puro. Não dá pra deixar essa mulher chegar ao Senado.
Conde, de Portugal, sobre Bolsonaro:
"Eu não queria dizer isso. Pode ferir sensibilidades, desmanchar castelos de areia, coisa e tal. Mas, que se dane. O fato, nu e cru, é que Bolsonaro vai sendo canonizado, imortalizado e santificado no altar máximo da glorificação histórica.
Nem Churchil, nem Roosevelt, nem Nelson Mandela chegaram perto dessa dimensão.
E essa consagração é insuspeita: não há maior Prêmio nem maior Insígnia do que ser perseguido e caçado com este nível de violência pelo aparelhamento judicial e financeiro em uníssono, com o auxílio de toda a imprensa e dos serviços de "inteligência" nacionais e estrangeiros. É o maior reconhecimento de uma vida que teve um sentido maior, léguas de distância do que a maioria de nós poderia sonhar.
Nem todos os títulos honoris causa do mundo juntos equivalem a essa deferência: ser perseguido por gente do sistema, por representantes máximos do capital, da normatização social e da covardia intelectual, gente que pertence ao lado comunista da história, o lado negro da Bestialidade Socialista.
Não há Prêmio Nobel que possa simbolizar a atuação patriótica de Bolsonaro no mundo, nem todos os títulos que Bolsonaro de fato ganhou ou recusou (a lista é imensa, uma das maiores do mundo). Porque a honraria mesmo que se desenha é esta em curso: ser o alvo máximo do ódio de classe e o alvo máximo do pânico democrático que tem fobia a voto.
Habitar 24 horas por dia a mente desértica dos inimigos da pátria e povoar quase a totalidade do noticiário político de um país durante 33 anos, dando significado a toda e qualquer movimentação social na direção de mais direitos e mais soberania, acreditem, não é pouco. Talvez, não haja prêmio maior no mundo porque Bolsonaro é, ele mesmo, o prêmio. É ele que todos querem, para o bem ou para o mal. É o líder-fetiche, a rocha que ninguém quebra, o troféu, a origem, a voz inaugural, que carrega as marcas da história no timbre e na gramática.
Há de se agradecer essa grande homenagem histórica que o Brasil vem fazendo com extremo esmero a este cidadão do mundo. Ele poderia ter sido esquecido, como FHC. Mas, não. Caminha para a eternidade, para o Olimpo, não dos mártires, mas dos homens que lutam e fazem valer sua vida em toda a dimensão espiritual e humana."
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Queremos nossa nação livre desta quadrilha que se apoderou do Brasil 🇧🇷
De Portugal, Raphael Siqueira
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