@S_Mikhailovich@vtchakarova There might be some French in the Drôme who violently disagree with that. They held out till 1944. But also, to qualify by the word scale diminishes the price paid by those that resisted, even at village level.
@S_Mikhailovich@vtchakarova This is twisting partial facts to make a story which diminishes the tremendous sacrifices made by many Norwegians, French, Greeks etc to fight the Axis any way they could.
@Markjudehurley@Wise Sounds bad- I haven’t had to set up new entities for a while so likely why. Annoying since they seemed to be the answer for a long time. Maybe time to sell my shares in them.
@Rory_Johnston Amazing what is possible when you let Experienced OilPatch Guys loose to do what they know. Aramco has picked up plenty of Veterans from when Canada used to do big projects. Hopefully they let us have some back.
The vaccine–autism myth started with one 1998 paper of 12 children.
It was retracted, the author was struck off for dishonesty, and studies of millions of kids since have found no link.
One fraud vs. millions of children
Your ancestors would have given anything for antibiotics, insulin and a tetanus jab.
You're being sold "ancestral wellness" by someone who'd have died at 34 of an infected tooth.
@HedgeDirty Someone once told me a payment to a Politician only pays for services in the past, in reality it's a liability not an asset going forward with expectations of more.
@ExnerPirot Findings that China is at a minimum sponsoring bot farms pushing Data centre opposition should come as a warning that Cognitive warfare is real and has an influence on all Political views. Some are just more susceptible.
Olhem para essa foto de 1890. Whitechapel Workhouse, Londres. A mesma rua onde Jack, o Estripador, ainda esquentava a memória coletiva. As mulheres sentadas nos bancos não são presidiárias. São viúvas, abandonadas, doentes, velhas demais ou fracas demais para o mercado. Na Inglaterra vitoriana, a pobreza não era condição social. Era crime. Sem marido, sem emprego, sem parentes, o destino era esse: o workhouse.
O trabalho do dia: oakum. Rasgar com as unhas e os dedos nus cordas de navio encharcadas de alcatrão até virar fiapos. Os dedos sangram. A pele queima. Se param, não comem. A mulher de preto com a bengala é a matrona. Falar é proibido. Silêncio absoluto das seis da manhã às oito da noite, num salão de pedra gelada com uma única janela. As crianças de seis e sete anos ao lado? Também trabalham. Não existe escola. Quando a mãe entra, os filhos são separados e só podem vê-la uma hora no domingo. À noite, cinquenta pessoas dormem em cima de palha, duas por cama. Jantar: mingau ralo e pão mofado.
Isso não é ficção de Dickens. Dickens apenas descreveu o que via. Oliver Twist não nasceu da imaginação. Nasceu desse salão.
Agora, para os falsos saudosistas do passado, os que suspiram pelo “tempo em que as coisas eram mais sólidas”, pelo “Império que ainda tinha ordem”, pelo “mundo de antes que a modernidade estragou”: olhem de novo. Esse inferno estava no coração do maior império da Terra. Há apenas 136 anos. Não era a periferia. Era Londres.
Quem romantiza o passado costuma escolher só as partes elegantes: os palácios, os desfiles, as etiquetas, a disciplina. Nunca escolhe o oakum. Nunca escolhe a matrona com a bengala. Nunca escolhe a mãe que perdeu o marido na fábrica e, junto com ele, o direito de criar os próprios filhos. A nostalgia seletiva é a forma mais covarde de mentira. Ela transforma miséria institucionalizada em “valores sólidos” e chama de decadência qualquer avanço que tenha tirado milhões de pessoas desse limbo.
Não se trata de negar que o presente tem suas próprias podridões. Tem. Mas quem usa o passado como arma moral precisa ser obrigado a encarar o que o passado realmente fazia com os fracos. Porque o workhouse não era acidente. Era política. Era a solução oficial para a pobreza. E durou até bem perto de nós.
A próxima vez que alguém vier com a cantilena do “como era bom antigamente”, mostre a foto. E pergunte, sem rodeios: você estaria disposto a rasgar oakum com os dedos sangrando para ganhar o direito de não morrer de fome na rua? Se a resposta for silêncio, então a nostalgia deles nunca passou de pose.
Why so little faith in the ability of Canadian dairy producers to innovate and compete?
1) After New Zealand dropped supply management in 1985, production and exports surged. They increased the value of dairy exports by ~600% over the next 20 years. NZ went from a small, stagnant, domestic dairy industry to a major global exporter. https://t.co/UB0HFDCWJd
2) Something similar happened in Australia following their end of supply management in 2000, with production and exports increasing, and domestic prices dropping. https://t.co/9KhN1PFAcg
3) Canadian wine producers also predicted a catastrophe with the elimination of tariff protection in the 1988 Canada-US Free Trade Agreement. But the new competition from the US forced low quality, high volume producers of plonk out of business, while incenting farmers to switch to high quality varietals. Both the quantity and quality of Canadian wine increased massively, while consumers also benefited from more choice. https://t.co/kM58LPQx3h
@ExnerPirot Great to see, Alberta advantages of space, cheap gas, cold climate and fairly abundant water is ideal for data centers. This is not magic, basic concepts apply.