Cristão de Roma Italia, Jesus é meu Senhor, casado,sigo a verdade e odeio a mentira.
I believe in God,Jesus Christ is my lord.
I follow the truth & hate lies.
@juliovschneider Supremo abuso judicial, esseteffe não é mais o nome correto. Um tribunal deveria julgar entre o certo e o errado. Este abusa da autoridade fazendo o errado o tempo todo.
Há momentos em que a máscara cai e o Brasil verdadeiro aparece.
Essa fala de Flávio Bolsonaro é um desses momentos. Não é entrevista. Não é retórica de campanha. É a radiografia brutal de um país onde um único homem, togado e obcecado, se acha no direito de brincar com a vida de um ex-presidente como quem rabisca um papel descartável.
Começa pelo óbvio que fingem não ver. Jair Bolsonaro não está apenas preso. Está doente. Carrega no corpo a facada que levou em 2018, as cirurgias sucessivas, o refluxo, o soluço crônico que o impede de dormir, comer, respirar em paz. Um dos maiores especialistas do Hospital Albert Einstein, Leandro Chineque, assina um laudo dizendo o que qualquer médico minimamente sério reconheceria: já tentaram de tudo, nada resolveu, resta uma cirurgia arriscada para interromper o circuito nervoso que provoca o soluço e evitar o pior cenário, a broncoaspiração que pode matá-lo em segundos.
É técnico, é objetivo, é médico.
Mas aí entra Alexandre de Moraes.
Em vez de olhar para o laudo, ele olha para a própria vaidade. Diz, na prática, que não acredita no médico. Exige um perito “oficial”, como se a vida de um ex-presidente fosse apenas mais um processo na pilha do seu ego inflamado. Enquanto isso, Bolsonaro segue fechado em doze metros quadrados, com o estômago cheio, soluçando, correndo o risco constante de aspirar refluxo para o pulmão. Não é metáfora. É risco de morte real sendo tratado como detalhe burocrático.
Flávio lembra do caso de Clezão, o perseguido do Rio que morreu na cadeia. Laudos, pedidos, alertas, tudo ignorado. O Ministério Público favorável à saída para tratamento, médicos insistindo, e o mesmo silêncio gelado de Moraes, que provavelmente achou que era “manobra”. Clezão morreu. E a culpa moral dessa morte tem CPF, toga e endereço. A família chora até hoje. Não há indenização, cargo ou honraria que traga um pai de volta.
Agora, a história ameaça se repetir.
A diferença é que o alvo se chama Jair Messias Bolsonaro.
Flávio expõe outra camada que a imprensa finge não ouvir: quem julga Bolsonaro no Supremo. Moraes, inimigo declarado, que o atacou em público inúmeras vezes. Zanin, ex-advogado de Lula, hoje fazendo o contrário do que escreveu em defesa do seu cliente, contanto que sirva para esmagar Bolsonaro. Flávio Dino, que já deu entrevista chamando Bolsonaro de demônio na Terra, dizendo que precisa ser aniquilado. Esses são os “juízes imparciais”.
Em qualquer país minimamente sério, isso seria caso de suspeição automática. Aqui, virou regra do jogo. A corte que deveria ser o freio do abuso se tornou o motor. E grande parte da mídia, cúmplice por conveniência, aceitou TODOS os excessos porque o alvo era Bolsonaro. Agora que o “problema” foi enterrado vivo, começam a escrever editoriais pedindo que o Supremo volte à normalidade, como se fosse possível desligar a máquina de perseguição depois que ela aprendeu a funcionar.
Flávio revela também o sequestro do Legislativo. O relator da anistia ligando para Moraes para saber o que pode ou não pode escrever. Deputado com medo de contrariar o ministro porque tem processo na mão dele. Projeto de lei redigido, na prática, pelo próprio togado que deveria apenas aplicar a Constituição. A independência dos poderes virou peça de museu. O Brasil está vivendo um parlamentarismo de gabinete, subordinado a uma caneta que ninguém elegeu.
E então vem a parte mais dolorosa. A que desmonta qualquer narrativa de que Bolsonaro pensa apenas em si.
O texto da anistia que passou na Câmara, e deve passar no Senado, beneficia quase todos os perseguidos do 8 de janeiro. Gente comum, pai, mãe, trabalhador que nunca tinha pisado em delegacia e hoje vive atrás de grades, longe da família, esmagado por um sistema que decidiu transformar exagero em exemplo. Esse texto, do jeito que está, permite que muitos avancem rapidamente para o semiaberto, voltem para casa, retomem algum pedaço de vida.
Exceto um.
Jair Bolsonaro.
E o que ele diz ao filho, diante disso, é o que separa líder de caricatura, estadista de oportunista. Ele poderia ter exigido mais. Poderia ter chutado a mesa. Poderia ter dito “se não me beneficia, não serve”. Mas não. Ele olha para Flávio e diz: pode aprovar assim mesmo. Eu pago o preço. Eu aguento aqui. O que mais me dói é saber que pais não estão vendo filhos, mães não estão vendo filhos, irmãos não se abraçam, famílias inteiras foram destruídas por ordem de um homem só.
Bolsonaro, do fundo da cela, escolhe o sacrifício.
Entrega a própria liberdade em troca da chance de aliviar o sofrimento dos outros.
Não negocia a dor alheia para aliviar a sua.
Enquanto o sistema o pinta como “golpista”, “perigoso”, “ameaça à democracia”, ele assume, na prática, o papel que muitos pseudo-líderes adoram fingir em discurso: o de quem coloca o outro na frente. Não é romantização. É fato. Ele poderia travar tudo esperando um texto perfeito. Preferiu ser o único a ficar para trás se isso significar levar centenas de inocentes de volta para casa.
Esse gesto diz mais sobre o caráter de Bolsonaro do que qualquer manchete dos últimos anos. O homem que eles acusam de autoritário é o mesmo que aceita continuar preso para ver os outros respirarem. O “monstro” que pintaram nos telejornais é o sujeito que encara a possibilidade de morrer em uma cela, sem cirurgia, sem atendimento adequado, para não atrasar a liberdade de quem foi esmagado pelo mesmo sistema que o quer morto.
Há algo de profundamente cristão nisso, em silêncio. Não precisa de púlpito nem de holofote. É a lógica de quem entende que o líder, em última instância, é aquele disposto a ser o último a sair, o último a comer, o último a descansar, o último a ser salvo.
Flávio, ao narrar tudo isso, não está apenas defendendo o pai. Está registrando para a história o nível de degradação moral de instituições que deveriam ser guardiãs da Constituição. Um ministro que ignora laudo médico de um hospital de referência. Um Supremo composto, naquele caso, por inimigos declarados do réu. Um Legislativo intimidado ao ponto de esperar autorização para legislar. Uma imprensa que normalizou o absurdo porque odiava o alvo.
E, no meio desse cenário de covardia generalizada, um velho de setenta e um anos, doente, trancado em doze metros quadrados, dizendo: deixem que eu sofro mais um pouco. Tragam esses pais de volta para casa.
Quem olhar para tudo isso e ainda repetir que “Bolsonaro pensa só em si” não está apenas desinformado. Está moralmente cego.
Porque, gostem ou não dele, o fato é simples e devastador:
quando o Brasil precisou de alguém disposto a pagar o preço mais alto pelos perseguidos do dia 8, foi o homem na cela, e não os livres nos gabinetes, que disse sim.
LIBERTEM BOLSONARO
ANISTIA AMPLA, GERAL E IRRESTRITA
FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026
I criminali stranieri, schizofrenici e non, che si macchiano di gravi reati e sono un pericolo per la società, devono essere rimpatriati. Non ci sono scuse che tengano.
O alerta é simples e incômodo. Quando alguém espera o mercado fechar para só então tomar posição política, não estamos falando de liderança. Estamos falando de alinhamento financeiro. O que deveria ser decisão de convicção vira cálculo de hedge. O povo que se vire com as migalhas, enquanto a elite de terno e planilha coordena timing, discurso e conveniência.
E o mais revelador é que o próprio sistema entrega suas conexões sem esforço. Basta olhar quem trabalha onde, quem aconselha quem, quem lucra quando certos nomes sobem ou descem. Nada disso tem cheiro de projeto de país. Tem cheiro de compromisso com quem realmente manda: a Faria Lima, que sempre se colocou acima da soberania popular e agora repete o padrão como se fosse natural.
Enquanto isso, o fenômeno que eles tentam controlar escapa por todos os lados. Flávio cresce porque o povo não é idiota. Cresce porque a força popular continua sendo Bolsonaro, mesmo preso, mesmo perseguido, mesmo censurado. Cresce porque o Brasil real reconhece quem está do lado dele e quem está do lado do mercado. Não adianta pesquisa fabricada, não adianta tentativa de inflar candidaturas que não empolgam ninguém fora da bolha financeira.
O alerta é claro. O jogo que está sendo jogado não é sobre direita ou esquerda. É sobre quem se dobra ao sistema e quem não se dobra. É sobre quem decide na hora que o Brasil precisa e quem primeiro verifica se a Bolsa já encerrou o pregão. É sobre quem tem compromisso com o povo e quem tem compromisso com acionistas.
Não é teoria da conspiração. É só seguir o dinheiro, os vínculos, os silêncios calculados e os horários perfeitos. É olhar para o Brasil sem ingenuidade e perceber que tem gente que só age quando sabe que nenhum movimento inesperado do mercado vai afetar seus padrinhos, seus aliados e seus contratos.
O povo precisa entender esse alerta. Precisa olhar com mais atenção para quem hesita demais, espera demais, calcula demais. Porque quem age assim não governa o Brasil. Administra interesses. E interesse de mercado nunca foi sinônimo de interesse nacional.
Essa é a verdade que eles não querem que o povo perceba. Mas já é tarde demais. O Brasil está acordado.
Parabéns @delegadoramagem preciso.
Eu nunca tinha me importado com política. Até que um dia apareceu um homem diferente. Sem papas na língua, sem medo de ser odiado, falando exatamente o que eu pensava no silêncio da minha casa. Parei o coração por um segundo… porque alguém estava dizendo em voz alta tudo o que eu sentia e nunca tive coragem de gritar.
Foi Bolsonaro quem acendeu a luz.
Foi ele quem arrancou a venda dos meus olhos e disse:
“Acorda! Esse país é teu. Levanta e defende.”
E eu levantei. Levantei da cadeira, levantei a voz, levantei bandeira, levantei oração. Pela primeira vez na vida eu me interessei por política… não por partido, não por cargo, mas por amor. Amor que tem nome de pátria. Amor que tem som de hino cantado com a mão no peito e lágrima escorrendo. Se hoje eu estudo lei, acompanho votação, discuto futuro, defendo ideia, se hoje eu sei o que é liberdade de verdade, devo tudo a ele.
Ele me devolveu o orgulho de ser brasileira. Ele me transformou de espectadora em cidadã. E enquanto eu tiver fôlego, vou carregar essa chama que ele acendeu dentro do meu peito. Porque não é sobre um homem só.
É sobre o Brasil que ele me fez enxergar.
Obrigada, @jairbolsonaro.
Por isso eu sempre vou defender esse homem honrado. 🫡🇧🇷
"Se você se diz Cristão e vota na esquerda, ou você está debaixo de um forte engano, ou você não é Cristão, é simples assim " Cantor Fernandinho.
SOLTA O BOLSONARO 🇧🇷