O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece.
Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”.
Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais.
A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança?
A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida.
Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.
SENADO FEDERAL
Gabinete do Senador FLÁVIO BOLSONARO
OFÍCIO-EXT Nº 008/2026-GSFB
Brasília, 02 de junho de 2026.
Ao Excelentíssimo Senhor Marco Rubio
Secretário de Estado
Departamento de Estado dos Estados Unidos
Washington, D.C.
Prezado Secretário Rubio,
Escrevo, primeiramente, para agradecer pela cordialidade com que fui recebido durante minha recente visita a Washington. Nossa conversa reafirmou minha convicção de que a amizade entre nossas duas nações se sustenta em valores compartilhados e em uma visão comum para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental.
Sou especialmente grato por sua decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Essas duas facções estão entre os empreendimentos criminosos mais violentos do Brasil, e suas redes de drogas, armas e dinheiro alcançam muito além de nossas fronteiras, chegando também ao seu país. A esmagadora maioria do povo brasileiro celebrou essa medida, ainda que ela não tenha agradado ao nosso atual governo. Trata-se de um passo decisivo para proteger cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado.
Também escrevo, entretanto, com preocupação em relação à recente determinação da Seção 301 anunciada pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos. Embora eu compreenda que nenhuma tarifa tenha sido imposta até o momento, a determinação abre um processo de consulta pública e etapas técnicas que conduzem a um prazo legal em julho. Acredito que é meu dever compartilhar com o senhor as reais condições econômicas enfrentadas pelo povo brasileiro neste momento.
O Brasil atravessa uma grave deterioração fiscal e econômica. Nossa dívida bruta do governo geral ultrapassou 80% do PIB pela primeira vez desde a pandemia, alcançando R$ 10,4 trilhões em abril, e as projeções do mercado a colocam em um recorde de 83,7% até o fim do ano. As contas públicas continuam registrando déficit primário, enquanto os pagamentos de juros da dívida subiram a níveis recordes. O peso sobre as famílias comuns é ainda mais alarmante: um recorde de 81,7 milhões de brasileiros está inadimplente, quase metade da população adulta, com compromissos de dívida consumindo uma parcela sem precedentes da renda familiar.
Do lado empresarial, as recuperações judiciais, equivalente brasileiro ao Chapter 11, dispararam para o recorde histórico de 2.466 empresas em 2025, enquanto 8,7 milhões de contribuintes empresariais estavam inadimplentes no início de 2026. Cada um desses números representa um recorde histórico.
Diante desse cenário, a imposição de novas tarifas causaria sério prejuízo ao povo brasileiro, justamente os cidadãos que veem os Estados Unidos como parceiro e amigo. Por isso, escrevo para reiterar formalmente o pedido que fiz ao senhor pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil.
Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito Presidente do Brasil em outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar minha equipe de transição imediatamente à sua disposição, para que possamos concluir, o quanto antes, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nossas nações, construído com base no livre mercado, no respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos dois povos merecem.
Permaneço inteiramente à sua disposição e espero aprofundar a amizade entre o Brasil e os Estados Unidos.
Que Deus abençoe a América, e que Deus abençoe o Brasil.
Respeitosamente,
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil
“Brazilian courts have issued secret orders directing U.S. social media companies to take down certain political content and to suspend the profiles of U.S. residents, sometimes globally, as well as prohibiting the platforms from disclosing these orders to profile owners. Brazilian courts have also subjected U.S. social media companies to financial liability for failing to comply with these orders by imposing significant fines for non-compliance; restricting their access to assets, accounts, and payment processing systems in Brazil; and in at least one case, by shutting down a site altogether..” — United States Trade Representative
https://t.co/Ylezi8tpmF
“Traidores podem enganar por um tempo, mas jamais escapam das consequências.”
O Tenente-Coronel Mauro Cid será lembrado na história do Brasil por sua deslealdade e por proteger um violador de direitos humanos, mentindo em benefício próprio.
O tenente-coronel “melancia” nada aprendeu com os valores forjados no Exército Brasileiro, pois não protegeu a verdade nem a justiça. Acusou de forma leviana o presidente @jairbolsonaro e entregou um inocente ao ditador Alexandre de Moraes.
Tenente-Coronel Mauro Cid, a história nunca absolve aqueles que traem sua própria nação.
Como o MBL conseguiu o partido Missão, abrindo a bunda para Michel Temer e o sistema Traiu Bolsonaro, mamou Dória e Gilmar Mende e ajudou a implantar a ditadura do STF.⤵️
A Engrenagem do Sistema: Como a "Ditadura" começou com a prisão de Temer
Não vou ser curto, mas serei claro: a atual escalada autoritária no Brasil teve um marco zero: a prisão de Michel Temer e o subsequente movimento de vingança e sobrevivência política que se seguiu.
1. Março de 2019: A Prisão de Temer O ex-presidente foi preso em um desdobramento da Lava Jato (Operação Descontaminação). O impacto foi imediato e abalou os pilares da "velha política".
🔗 Fonte: Prisão de Michel Temer – Wikipédia / G1 - Temer é preso pela PF https://t.co/I97FXUtdoH
2. O Contra-ataque de Temer Solto dias depois, Temer não aceitou o cárcere passivamente. Através de seus interlocutores e notas de defesa, a prisão foi classificada como um "atentado ao Estado de Direito", culpando a postura do governo Bolsonaro e a atuação do juiz Marcelo Bretas.
🔗 Fonte: JOTA - Leia a íntegra da decisão e a reação da defesa de Temer https://t.co/wv4wEgRbKO
3. O Pacto com o MBL Nos bastidores, Temer articulou com o MBL. A proposta era clara: apoio para a criação de um partido político próprio em troca de uma oposição feroz para "arrasar" com o governo Bolsonaro. O MBL aceitou a missão, mudando drasticamente seu posicionamento.
4. O Alinhamento com João Doria Durante a pandemia, o MBL consolidou sua traição à base conservadora ao apoiar as medidas de João Doria, então o maior opositor de Bolsonaro e entusiasta de restrições severas.
🔗 Fonte: The Intercept Brasil - MBL e Doria querem distância de Bolsonaro
https://t.co/kd1OaAzNIt
5. O Grupo "DEMOCRÁTICOS" A união improvável aconteceu: Kim Kataguiri (MBL) se juntou a Tábata Amaral, Marcelo Freixo, Alessandro Molon, Joice Hasselmann e Alexandre Frota em um grupo de WhatsApp chamado "DEMOCRÁTICOS". André Janones também integrou essa articulação que visava isolar o presidente.
🔗 Fonte: Folha de S.Paulo - Kim, Joice, Freixo e Tabata criam grupo de oposição
https://t.co/0V5k1Tnk3t
6. A Criação dos "Novos Crimes" e a CPMI das Fake News Deste grupo nasceram neologismos como "milícia digital" e "gabinete do ódio". Frota e Joice levaram dossiês mastigados para a CPMI das Fake News. Esse material foi o "combustível" para que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes abrissem o polêmico Inquérito das Fake News (o "Inquérito do Fim do Mundo"), usado para perseguir aliados de Bolsonaro.
🔗 Fonte: Estúdio 5º Elemento - A Face Oculta do MBL (Vídeo)
https://t.co/SY299uE0EF
🔗 Fonte: G1
https://t.co/167qsnQiFX
7. Seletividade nos Dossiês A lógica era binária: quem estava no dossiê era criminoso; quem não estava, era "democrata". Isso explica por que canais e perfis de esquerda nunca foram alvo dessas investigações, mesmo usando as mesmas táticas.
8. Operação Juno Moneta e o Racha Em 2020, a Operação Juno Moneta investigou o MBL e Luciano Ayan por suspeita de lavagem de dinheiro e organização de ataques virtuais. Quando os membros de esquerda do grupo "Democráticos" apoiaram as investigações, o MBL sentiu o "fogo amigo", gerando o racha com nomes como Tábata Amaral e Freixo.
🔗 Fonte: Agência Brasil - Operação prende empresários ligados ao MBL / El País - Fogo amigo atinge Kim e Tabata
https://t.co/Fr0fTVdocx
Conclusão: O Desespero de Kim Kataguiri Kim Kataguiri, que surfou na onda Bolsonaro para ter 400 mil votos, viu seu capital político derreter pela metade após ser rejeitado tanto pela direita quanto pela esquerda. Hoje, vive de propostas inviáveis nas redes para alimentar a militância juvenil do grupo "Missão".
O MBL é, em grande parte, responsável pelas ferramentas de censura que o STF usa hoje. Sem os dossiês e a narrativa criada por eles, Alexandre de Moraes não teria o alicerce "técnico" para as ações que hoje sufocam a direita.
Para entender a fundo como essa máquina foi montada, assista ao vídeo e sigam @giuargolo (autor).
MBL foi o X-9 do STF.
🚨 GRAVÍSSIMO 🚨
O jornalista @claudio_dantas_ acaba de revelar que a pesquisa da AtlasIntel, prevista para ser divulgada amanhã, utilizou um artifício inédito e altamente questionável para “manipular os resultados”.
Essa denúncia expõe uma tentativa grave de interferência no processo eleitoral e levanta sérias dúvidas sobre a lisura de institutos de pesquisa no Brasil.
Memória viva: "Investigação da PF indica pagamentos do PCC ao The Intercept Brasil. Site responsável pela ‘Vaza Jato’ consta na lista de despesas da facção criminosa"
https://t.co/JZWRuo4W3X
- Repito: qualquer iniciativa para taxar compras por aplicativos como Shopee, AliExpress, Shein, etc., não contará com minha assinatura. Fraudes existem em muitos serviços e a solução é aperfeiçoar a fiscalização, não aumentar taxas. Nossa política é de reduzir impostos!
Lembrando:
Uma MP tem prazo de 60 dias, podendo ser prorrogada por mais 60 dias apenas uma vez e, caso não seja votada no Congresso, ela automaticamente perde a sua eficácia/caduca
Ou seja, Lula só tirou a taxa das blusinhas até a eleição KKKKKKKKKKKKKK
"Ain porque a taxa veio do Congresso, o Lula sempre foi contra, a direita fica inventando não sei o que não sei o que lá"
LULA DEFENDEU A TAXA DAS BLUSINHAS SIM
Hoje é um bom dia pra relembrar deste vídeo:
Ministro Alexandre Padilha dizendo que o Governo Lula vai trabalhar para que a Taxa das Blusinhas seja APROVADA no Senado.