“Meu esforço não chegou nem perto do esforço do Capitão Bolsonaro que lutou contra o comunismo no Brasil após sofrer um atentado. Que em outubro seu filho vença a eleição”
Lionel Messi para o The Wall Street Journal
Nada que a geração Z brasileira não esteja acostumada 🇧🇷
> assistiu o 7x1 criança
> sempre ve o neymar ser o mais decisivo embora sabotado por um elenco frouxo
> a cada 4 anos ve uma eliminação mais vergonhosa do que a ultima
> cada vez perdendo pra seleções piores
> assiste jogadores fracos, cagões, midiaticos e mimados estragando tudo sempre
> e ainda tem que aguentar o amaldiçoado do lula como presidente DESDE O SEU NASCIMENTO
cacete que fase mórbida mané
Descobri algo bizarro. A China está financiando campanhas de ódio contra brasileiros, incluso brasileiros de origem europeia na Europa, enquanto nacionais da China passam despercebidos. Busquem números. É uma campanha supremacista eurasiana em conluio com russos e árabes.
Eleição de 2022: "ei jovem, tire o título e vote no painho, ele vai te dar melhores condições de estudo e profissionalização e ainda vai baratear suas tranqueiras, confia"
- Imposto nos importados
- Imposto nos eletrônicos
- "Games matam mais que a segunda guerra mundial"
- "Geração com desvio de parafuso"
- Corte de R$ 488 milhões na educação só em 2026
- Estagiário já não tinha direitos trabalhistas e agora também não conta como experiência profissional graças ao Lula
Vota no painho esse ano de novo, jovem
Pelo menos você vai ter podcast da Erika Hilton pago com dinheiro público pra assistir KKKKKKKKK
DOSES DE SPRITZ nº 1
por @iamspritz - #SpritzSaturn#Sociedade#Geopolítica#Tecnologia
Doses de Spritz é uma seção periódica publicada aqui na XSaturn que reúne comentários do Spritz sobre assuntos diversos. Esta é a primeira edição.
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O futuro da economia de criadores é que ela não será mais baseada na besteirada complexa que “especialistas” certificados tentam vender. Vai ser só movimentos da galera se juntando. Só criadores independentes, a molecada das bases, usando a IA generativa para dar asas às suas ideias.
E este é o ano em que 100% a gente vai gerar conteúdo de qualidade como nunca antes.
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Acabou a época em que a informação ficava confinada às redações e às instituições estatais pré-aprovadas.
Assim como o vídeo matou o rádio, as redes descentralizadas matarão a TV, pelo menos como a conhecemos.
Cabo-se. A mídia somos nós.
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E a gente mal começou a arranhar a IA. Só vai melhorar daqui em diante.
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Todos nós somos consumidores e criadores. Isso é cocriação. No entanto, alguns ainda pensam que podem permanecer para sempre no lado dos que só recebem. E, como resultado de seu comportamento narcisista, ficarão para trás em relação àqueles que colaboram.
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Eu tenho avisado há anos sobre essas minas “di direita”. Isso aí é cilada. É o seguinte: ela passa muito tempo discutindo política online? É feminista. E, sinceramente? Não é problema nenhum, desde que apareça e mostre o que realmente é. Mas tem umas tantas por aí que ficam larpando de “conservadoras” e “di direita”, e no fundo a única coisa que elas conseguem fazer é dar golpinhos e ser umas parasitas. Isso é muito mais comum do que os manos querem admitir.
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O presidente da Colômbia postou uma imagem do mapa da “Grande Bolívia”, que ele apresenta como “projeto do Simon Bolívar”. Esse mapa simplesmente pega um pedaço nada desprezível do norte do Brasil.
O que eu tenho a dizer sobre isso é o seguinte: os lerdões ainda acham que o Brasil está preso no século 20. Mal sabem eles que são vizinhos do segundo maior poderio militar das Américas, atrás apenas dos próprios Estados Unidos. Até uma aliança ibérica (Portugal + Espanha) iria passar sufoco se fosse se indispor com o Brasil sem ajuda de fora.
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Muito europeu sofreu da mídia uma lavagem cerebral de dar gosto. E, ainda assim, eles acham que são muito bem informados e que, qualquer pessoa que esteja fora da bolha europeia só pode ser fascista ou ignorante – quando isso na verdade só se aplica a eles mesmos. Eu nunca vi tanta projeção numa única zona econômica.
E sim, me desculpem, eu trato a União Europeia como uma zona econômica, não como uma nação. Um dia eles podem ser uma nação, mas só se seguirem pelo caminho e jeito americano de fazer as coisas.
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Quando eu morei na Europa, eu ficava embasbacado com como a maioria dos europeus não tem a menor ideia de como seus políticos estão envolvidos com os piores problemas da América do Sul. Mesmo assim, gostam de bancar moralismo e tirar os americanos pra bosta. Que todas essas lideranças façam bom caminho rumo à lata de lixo da história.
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Não só na América do Sul. A esquerda "democrática"/socialista ocidental tem laços diretos com regimes como o do Irã, e já passou da hora de falarmos abertamente sobre isso. O motivo pelo qual continuam "condenando" e emitindo "notas" em vez de agir é porque suas posições estão comprometidas.
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E tem europeu por aí dizendo que o MAGA, esse movimento popular americano que dá apoio a Donald Trump, “está mais próximo dos comunistas que a própria extrema-esquerda”. Eu não to brincando, os caras falam isso com a cara mais séria do mundo.
Não têm a menor ideia do que estão falando, é claro. Eu já estive dos dois lados do oceano e posso afirmar com 100% de certeza que são pontos de vista de quem sofreu lavagem cerebral pela grande mídia da União Europeia.
Kamala era marxista – uma feminista radical exatamente como aquelas que deixaram dominar na UE. O europeu médio está muito mais próximo dos comunistas do que imagina. A sociedade da europa ocidental – especialmente nas classes altas, na academia e nas corporações – está repleta de teoria crítica disfarçada de progressismo.
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Europeus gostam da dolce vita, de fazer um expedientezinho bem mais ou menos e ir pra casa. Eles reclamam que “a cultura de trabalho americana é ruim”, que “não tem equilíbrio trabalho-vida” e não sei mais o quê.
Mas eles não vão ter muita escolha daqui em diante, se as empresas de melhor desempenho, na União Europeia, são americanas. Ou os europeus entram nos negócios americanos sabendo que as coisas vão funcionar do jeito deles, ou pressionam os governos locais para que parem de reprimir as startups locais com leis absurdas que sufocam o empreendedorismo.
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Suíça e Suécia sempre são tomadas como a medida do sucesso europeu. Mas, elas não representam a média da Europa. Quem dera.
Na verdade, em termos da experiência geral da UE, o setor privado depende enormemente da camaradagem com o governo, o que leva a empresas ineficientes.
Chegamos ao ponto em que empreendedores europeus estão optando por estabelecer suas startups na América do Sul, com uma conexão em Delaware, em vez de na União Europeia. Há uma real necessidade de mudança se a Europa quiser voltar a ser uma potência tecnológica.
Com uma pressãozinha dos EUA de um lado, a China do outro, quem sabe? Boto fé na Europa nesse caso.
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O que os marxistas na América esperavam que iria acontecer quando começaram a forçar políticas identitárias é que haveria convulsão social. Infelizmente para aqueles que contavam com isso, não vai acontecer. Em vez disso, eles terão exatamente o que mais temiam: ação e reação.
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Eles odeiam a América. Na verdade, odeiam tudo que remotamente se assemelhe à civilização ocidental. É disso que se trata o marxismo... Destruir tudo para que eles possam ascender como os salvadores da classe trabalhadora. O Partido Democrata foi tomado por essa ideologia.
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E a "ordem" que vocês conheciam já acabou. E não estou falando apenas da perspectiva do continente americano, mas também da minha experiência vivendo no continente europeu. O keynesianismo caiu, e com ele, o marxismo.
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Não conheci um único marxista doutrinado que não carregue um profundo ressentimento e não projete toda a sua miséria nos outros enquanto finge lutar por minorias ou por alguma causa maior. E eu já estive em todos os lugares do mundo. É uma ideologia venenosa.
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A UE precisa de uma reformulação e de deixar que pessoas com experiência num contexto internacional (e não apenas europeu) assumam a liderança. O futuro reside em algum ponto entre os EUA e a China; a burocracia, aposta da liderança europeia até então, não vai dar conta do recado.
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Venho alertando os caras sobre isso há tempos. Não posso provar concretamente o que aconteceu exatamente com a classe política da UE. Mas sempre foi claro que eles querem fomentar a guerra, enviando jovens europeus de ascendência europeia para o campo de batalha enquanto promovem a imigração de pessoas de outras etnias.
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E tem europeu que fica com muito cope, sempre o culpado é outro, “judeu isso”, “judeu aquilo”. Inimigos externos. Isso se chama o homem europeu médio permitindo que feministas radicais tomem conta das instituições e ditem seu futuro, travando guerras nas quais elas mesmas não lutarão, enquanto exigem que os homens sacrifiquem suas vidas por elas. Mermão, tomem chá de bolas e aprendam a dizer "não" às mulheres.
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A República Tcheca, onde eu já morei, é um dos países que mais lutaram contra os comunistas e VENCERAM. E agora, a partir de 1º de janeiro, promover o comunismo é crime na República Tcheca. Parabéns!
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Qualquer pessoa que veja imagens de Havana e não se sinta ao menos um pouco triste não é uma pessoa séria. Vidas, famílias, história, legado, tudo destruído por causa de uma ideologia. A promoção do marxismo em qualquer de suas formas deve ser proibida em todo o Hemisfério Ocidental.
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Acho uma graça como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, minimiza os cartéis de narcotráfico, chamando-os de "criminosos organizados", como se fosse algo pequeno, sem impacto significativo em todo o continente. Uma sociopata marxista completa.
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Sou geralmente contra o turismo de favela porque muitas vezes me parece "turismo da pobreza", tratando as lutas diárias e os lares das pessoas como entretenimento exótico ou um "safári" para turistas ricos; correndo o risco de romantizar ou exotizar as dificuldades, perpetuando estereótipos (como perigo constante ou violência glamourizada) e transformando comunidades marginalizadas em espetáculos sem abordar as causas profundas, como a desigualdade ou a negligência do governo. Isso ocorre umas tantas vezes no Rio de Janeiro.
Dito isso, se feito de forma responsável, por meio de pequenos passeios a pé liderados pela comunidade e conduzidos por moradores locais (e não por grandes empresas de jipes ou operadores externos), o passeio pode ser mais seguro do que as pessoas imaginam em áreas pacificadas como Vidigal, Santa Marta ou partes da Rocinha.
Parte do dinheiro chega aos moradores locais por meio de guias, pequenas empresas ou projetos (embora estudos mostrem que o impacto econômico geral costuma ser pequeno ou insignificante, com os lucros frequentemente se perdendo), além de poder desafiar ideias preconcebidas, mostrando a verdadeira força da comunidade, a cultura, a criatividade e as pessoas trabalhadoras por trás das manchetes. Sem falar nas incríveis vistas da cidade a partir das colinas, difíceis de superar em qualquer outro lugar.
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O crypto-twitter, a galera de criptomoedas que perambula por aqui, tá uma droga. E já faz um tempinho. Golpistas, caçadores de atenção, marxistas enrustidos, feministas radicais. As melhores pessoas que surgiram do crypto-twitter hoje em dia sequer querem se identificar como tal. Só restaram os narcisistas delirantes.
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Alt-right é o seguinte: um grupo cronicamente online de seguidores mestiços do cidadão chamado Nick (sobrenome Fuentes), um channer mexicano-americano que é seu “salvador branco”. O que eles precisam é de uma vida real – e de uma economia real – onde possam se ocupar construindo algo de verdade, em vez de toda essa encenação estética para plateia e torcida.
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Celebridades engajadas só sabem mentir. Simplesmente não se importam mais com nada. Mentir se tornou parte integrante de suas vidas: mentir, fazer pose, mentir mais um pouquinho, convencer os colegas a mentir, fazer pose, mentir mais um pouquinho, e assim ao infinito. É patológico. Chegou a um ponto em que não resta nada além de lidar com essa situação como ela é. São pessoas mentalmente instáveis que precisam ficar bem longe do poder.
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Não se trata de ignorância. O Mark Ruffalo, por exemplo, que falou um monte de abobrinha sobre o caso Venezuela. Ele é um ator de renome mundial que tem dinheiro mais do que suficiente para viajar pelo mundo, estudar o assunto ou, pelo menos, cercar-se de pessoas que realmente conhecem a realidade. É uma escolha deliberada.
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Boto fé em qualquer coisa que proponha o seguinte: Vamos fazer história enquanto narramos a própria história. Contra a epidemia de narrativas vazias e papo furado, é isso aí.
@UHN_Plus Lula's loyalty is not to Mercosur, in fact, not even to LatAm. His true allegiance is to the Foro de São Paulo, an anti-American, anti-Western, revolutionary Marxist political and ideological organization whose every single member has been taken out by the people. He's desperate.
Pois bem, vamos ao último textão do ano em português brasileiro. Como o assunto é longo e nem tão fácil de digerir, farei mais um depois da virada do ano, antes de migrar a produção de conteúdo totalmente para o inglês.
Enfim: o que é globalismo? Adianto que tudo começa na Europa.
Ao contrário do que muitos afirmam sobre uma cabala que trabalha nas sombras ou um deep state invisível, tudo acontece à luz do dia, para quem souber observar.
As CBDCs (Moedas Digitais de Bancos Centrais) representam a última tentativa do establishment político pós-Segunda Guerra Mundial de manter sua hegemonia. Vai funcionar? Vocês me digam.
Historicamente, tanto o Brasil quanto os Estados Unidos emergiram como potências a partir das colonizações europeias no continente americano, não só pela extensão territorial, mas também pelas contribuições à economia global em setores estratégicos, como tecnologia e agricultura.
Os Estados Unidos, antes de transferirem grande parte da produção industrial para a China, foram o centro da manufatura ocidental. Foram eles a força que reconstruiu a Europa pós-guerra, não apenas com créditos — como muitos repetem com ressentimento, culpando os vencedores pelos problemas dos derrotados —, mas com materiais prontos enviados diretamente, que permitiram a restauração da infraestrutura. Esses créditos, na verdade, serviram para injetar recursos e tecnologia americana, beneficiando ambas as economias, mas criando uma dependência que persiste até hoje.
A Europa, pela qual tenho grande carinho e respeito — primeiro, por ser um europeu de segunda geração no Brasil; segundo, pela década que vivi no continente, na qual, graças à União Europeia, tive acesso a experiências internacionais que a maioria das pessoas no mundo não tem —, infelizmente ainda mantém uma visão imperialista não só sobre as Américas, mas sobre o mundo inteiro. O que é irônico, dado que muitas lideranças europeias criticam o “imperialismo americano” em ambientes digitais.
Foi com base nisso que passei a estudar melhor o funcionamento da União Europeia, de Bruxelas, Estrasburgo e de organizações como o WEF (Fórum Econômico Mundial), a ONU (Organização das Nações Unidas) e a OMS (Organização Mundial da Saúde). Percebi que todas essas entidades, que atuam direta ou indiretamente com ONGs e parceiros globais, são majoritariamente lideradas pelos mesmos tipos de burocratas que comandam a UE.
São eles os responsáveis por medidas autoritárias durante a pandemia (como lockdowns rígidos e restrições de liberdade), por políticas de imigração (que priorizam fluxos descontrolados sem integração adequada) e por agendas de gênero (impostas sem amplo debate democrático). Tudo isso deriva de uma estrutura pós-guerra que busca evitar o nacionalismo do século XX por meio da centralização em instituições supranacionais, mas que evoluiu para um controle excessivo que ignora soberanias locais.
Ficou claro para mim que a UE é um microcosmo do que a elite europeia — também por meio de seus bancos, com grande participação em fundos e empresas globais — deseja para o mundo: controlar outros países não com infraestrutura ou tecnologia própria, mas com legislações impostas que capturam instituições estrangeiras. Assim, utilizam a tecnologia e os recursos desses países contra seus próprios cidadãos, de forma opaca e sem accountability real, sob a desculpa de que “não somos ditatoriais, somos complexos” — complexidade que serve de escudo para decisões não democráticas, como regulamentos ambientais ou financeiros que beneficiam cartéis e sufocam economias emergentes.
Voltando às CBDCs: o conceito foi rejeitado pela administração Trump, que, em janeiro de 2025, emitiu uma ordem executiva proibindo explicitamente o desenvolvimento, emissão ou promoção de uma moeda digital de banco central nos EUA, citando riscos à privacidade financeira, à estabilidade do sistema e à soberania nacional — com razão.
No Brasil, o Banco Central trabalhou próximo ao BCE para desenvolver o Real Digital, mas precisou retroceder em vários aspectos do projeto ao perceber que não conseguiria manter o controle centralizado sem violar liberdades básicas, como a privacidade financeira. Isso expõe uma realidade: sem transparência, as CBDCs podem ser programadas para limitar gastos, rastrear transações em tempo real ou bloquear contas por “comportamentos indesejados”, transformando o dinheiro em ferramenta de vigilância social e violando até a LGPD (mais um framework inspirado na GDPR europeia).
Em último análise, a CBDC é o instrumento ideal de controle para o cartel público-privado dominado pela esquerda internacional, que opera nessas organizações globalistas há décadas, mas vem perdendo força devido à oposição popular — de eleições na Argentina e na Itália a protestos na França. Essa perda foi consolidada com a volta de Trump, num momento em que a China avança economicamente e militarmente, enfraquecendo ainda mais o establishment europeu.
Claro, não sem resistência: quem se estabeleceu como “democracia modelo” pós-guerra rotula opositores como fascistas, usando demonização midiática para deslegitimar críticas — tática ironicamente herdada dos perdedores da Guerra Fria. O objetivo é manter o status quo, ignorando que o verdadeiro risco ditatorial vem da centralização excessiva em burocracias não eleitas, e não de movimentos soberanistas.
Enfim, meus amigos, o assunto é extenso e precisarei de mais um texto para explicar o panorama atual do Brasil e o posicionamento inteligente que os brasileiros deveriam adotar nos próximos anos: priorizar alianças estratégicas que preservem a soberania, como parcerias com os EUA em tecnologia e energia, sem cair em armadilhas regulatórias europeias.
Não falo aqui como “traidor da Europa” ou “traidor do Brasil”. Falo com a visão de alguém que, como Giuseppe Garibaldi, busca unir os dois mundos, mas adaptada ao século XXI: para isso, precisamos de mais pessoas biculturais que compreendam como o que acontece no Velho Mundo impacta o Novo.
E nesse Novo Mundo, o Brasil tem um aliado natural ao norte — os Estados Unidos —, que compartilha processos semelhantes de independência e foi mais bem-sucedido em equilibrar inovação com liberdade. Sem essa compreensão, corremos o risco de repetir ciclos de dependência em vez de construir uma ponte verdadeira entre continentes.
Chaves: "Goteiras na Casa do Seu Madruga"
1973, Episódio INÉDITO no Brasil
Legendado pelo seu anfitrião, @RamiroKord, eu mesmo.
Se gostou, dê aquele Seguir esperto.
SIGAM-ME OS BONS! 💛🛢️
Estou começando a experimentar com educação interativa em STEM. A quem puder me dar feedback sobre este primeiro esforço (ainda em fase beta), eu agradeço.
https://t.co/4SlCpYH0zq
A @anastasiaovi perguntou ao nosso Community Manager, @coinsxyzMello, o que ele acha da comunidade da Coins.
A resposta? "SENSACIONAL."
Construindo a comunidade mais forte da Web3 no Brasil, um dev de cada vez. Estamos a todo vapor!
#Web3#Cripto#Comunidade#CoinsBrasil