Diante da derrota de Djalma Marinho na eleição para senador, em 1974, Jarbas Passarinho observou que os movimentos populares têm sua lógica e sua irracionalidade. Essa reflexão ecoa agora, com a não reeleição de Esperidião Amin para o Senado Federal.
Poucos nomes marcaram tanto a política catarinense. Foram quase seis décadas de vida pública. Prefeito de Florianópolis por duas vezes, assumiu o governo do Estado aos 35 anos. Em 1998, foi eleito novamente governador. Foi eleito deputado federal três vezes e senador da República duas vezes, presidiu nacionalmente seu partido e disputou a Presidência em 1994. No Senado, teve atuação constante em favor do desenvolvimento regional e da infraestrutura do Estado, além de iniciativas de apoio ao crédito para micro e pequenos empreendedores, entre tantas outras causas meritórias.
Santa Catarina e o Congresso Nacional deixarão, lamentavelmente, de contar, a partir de 2027, com a experiência e o talento político de Amin. Permanece, porém, todo o legado de uma atuação séria e comprometida com o melhor interesse público. Estou certo de que ele continuará a desempenhar um papel fundamental para os catarinenses e para o país.
Es difícil hallar las palabras para resumir lo ocurrido, lo que debemos recordar y condenar. Comparto un resumen, aunque no con leyendas en español, pero las imágenes lo dicen todo. Es una pequeñísima parte de las imágenes registradas el 7 de octubre, muchas de ellas filmadas por los mismos terroristas como parte de la multiplicación del horror.
El título de la exposición en la que esto se presentó meses atrás en el museo del servicio de Inteligencia de Israel: EL MAL.
Era el mal llegado directo del infierno.
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