Íntegra da reportagem no NYTIMES dos estupros de palestinos e palestinas, incluindo crianças, cometidos por soldados, guardas, colonos e interrogadores israelenses. A matéria é do colunista Nicholas Kristof, um dos mais antigos e respeitados do jornal
Türk çevirmen ve aktivist Ayçin Kantoğlu’dan tüyler ürperten açıklamalar:
— Kimin bu deriler?
— Kimin bu organlar?
— Siz bir halkı organına, derisine varana kadar nasıl yağmalayabilirsiniz?
— Buna ne hakkınız var?
“Dünyanın en gelişkin deri bankasının bunların elinde olduğu söyleniyor. Fakat biz biliyoruz ki Museviler vücut bütünlüğünün bozulmaması bakımından ki onlar için önemli bir durum bu; kendi derilerini bağışlamıyorlar, kendi organlarını da bağışlamıyorlar. Peki nasıl oluyor da ellerinde dünyanın en gelişmiş organ bankasıyla deri bankası olabiliyor?”
um dos meus textos favoritos sobre O Agente Secreto é um comentário de Letterboxd escrito pelo cineasta Ramon Porto Mota.
Mota diz que grande parte da beleza do filme reside na ideia de que ele só existe do jeito que é porque Kleber assim o quis.
pode parecer uma afirmação óbvia, mas basta ler um comentário como esse abaixo ou como tantos outros que chamam de fragilidade o que o filme tem de mais forte.
suas digressões, imperfeições e estranhezas não são fruto de imaturidade ou de falta de amigos para dizer a verdade, como um texto porco publicado na Folha recentemente sugeriu.
esse tipo de coisa, as pontas soltas, a demora pra engrenar, a maneira como o filme em diversos momentos perde o foco da trama principal para observar outras nuances e outros personagens, tudo isso aconteceu porque Kleber construiu moral, reputação e capital simbólico o suficiente que o permitissem fazer um filme que, ao menos em estrutura, agrida ao bom gosto da formatação pronta.
a gente tá no momento da padronização do gosto. da linha de produção que determina não apenas como se filma mas como se escreve um filme. se antes um dos inimigos da imaginação na narrativa era o aprisionamento dos três atos, hoje em dia mais do que nunca (pois audiovisual é conteúdo de feed infinito) luta-se contra a noção de que o cinema é comunicação. de que deve-se passar uma mensagem a ser decodificada e entendida. de que carrega consigo sentidos únicos, lugares comum, formas já estabelecidas e conhecidas. o novo agride. o "incorreto" desestabiliza. mais do que nunca, é preciso ter coragem para defender um cinema imperfeito, desnecessário, inútil e de tempos mortos. um cinema com cenas sem serventia, com planos sem destino certo, com cortes que são como navalha cruzando os olhos ao luar.
em tempos de IA, a imperfeição segue sendo a maior garantia de que algo foi feito por mãos humanas. você pode achar o que quiser do cinema de Kleber Mendonça Filho, mas creio que não dá pra discordar da ideia de que os filmes são exatamente como o diretor quer que sejam. frutos de seus gostos de cinema, de sua visão de mundo e da maneira como enxerga o que um filme pode ser.
O Agente Secreto nesse Oscar era uma anomalia na esteira, um curto circuito na indústria. um ovni que causa estranheza numa primeira vista. um filme que convoca o público a ir ao seu encontro. Hitchcock dizia que o público precisava trabalhar, no sentido de que seus filmes exigem de nós a concentração, a atenção, a associação mas também o coração aberto. penso que o mesmo pode se dizer de O Agente Secreto. sigo na defesa dos filmes imperfeitos e irregulares que, tão humanos, nos convidam a jogar os manuais de roteiro e espectatorialidade no lixo. o novo precisa de amigos. quem aqui está disposto a dar as mãos ao cinema que não tem governo (nem nunca terá), que não tem vergonha (nem nunca terá), que não tem juízo?
If a filmmaker can't be bothered to respectfully answer a simple but important question about how their work relates to the reality of society outside the theatre they not only have no business making films with those themes, they don't deserve to be praised and awarded for them.
Eu acho que só falta colocarem um letreiro escrito NOVA TENTATIVA DE GOLPE EM PROCESSO pra ver se os estúpidos vão entender e MESMO assim, não vão.
1° A extrema direita em peso, os condenados fugitivos, o filho do ex presidente golpista está forçando enquadrar CV e PCC como grupos terroristas, cag4ndo se isso abre margem pra uma invasão dos EUA, bombardeio e roubo de recursos no Brasil, como o próprio EUA já fez.
2° Todo mundo que se colocar contra isso vai ser taxado de defensor do crime organizado MESMO que isso não seja o foco dos EUA, que tem um presidente que perdoou narcotraficante.
3° Um congressista americano DO NADA decide vir ao Brasil exclusivamente para falar com um ex presidente condenado e preso por tentativa de golpe de estado.
4° A Mídia e as elites estão unidas para destruir e acabar com o STF e recriar novamente uma ação criminosa como a lava jato pra impedir a eleição de um presidente democraticamente eleito pelo povo.
5° O candidato rachador da oposição já está falando em reformas trabalhistas e previdenciárias ao estilo Milei na Argentina que praticamente legalizou a escravidão.
Tudo isso convergindo ao mesmo tempo, se não reagirmos AGORA, acabou.
A Gestapo do regime Trump prendeu um refugiado cego. Qd perceberam que a prisão era ilegal, soltaram o homem a oito quilômetros de distância de sua casa, sem a bengala. Ele morreu tentando voltar para casa.
Eu vou continuar garantindo em contrato uma janela de pelo menos 3 meses para meus filmes, podendo a janela ser aumentada ou diminuída em comum acordo. Se as salas de cinema começarem a fechar, meu filme será exibido exclusivamente nas que irão permanecer, e nos países que defenderem frontalmente a experiência de ir ao Cinema. Se todas as salas do Brasil fecharem e sobrar o São Luiz e a Fundação, o Cine Brasília, o Glauber Rocha, a Cinemateca Capitólio em POA, o Estação e o Cine Sesc na Augusta, o filme poderá ser exibido nessas salas durante meses antes de chegar no streaming. O streaming é uma nova e espetacular forma de ver filmes, mas o streaming não pode ter o poder de acabar com a cultura da sala de cinema. São os cinemas que constroem o caráter e a história de um filme.
Jards Macalé, O artista favorito do seu artista favorito.
Nunca vingou firme no imaginário popular brasileiro, mas foi referência pra quase todos os gigantes da sua geração.
Do Tropicalismo de Caetano ao samba de Paulinho da Viola, às artes plásticas de Oiticica. Gênio Imortal.
cortei a minha franja e ta torta, mas ta meio francesa (que agora é minha nova personalidade), mas ta meio green day (segundo o eduardo), mas se bem que rock é bom, mas será que é?