A Janja vai pedir para derrubar o Instagram?
Ficou provado que a live da morte da menina de 13 anos não foi no Discord.
O Discord detectou e derrubou.
O Instagram e outras plataformas deixaram rolar.
O caso Jason Arday tem um grande culpado: Cambridge. Todos os que, em nome de uma diversidade fake, contrataram um cara sem credenciais suficientes, um loroteiro sem qualquer qualidade acadêmica, pra universidade.
E um cara que não tava preparado pro backlash que enfrentou porque, oras, era um mitômano INCENTIVADO pela universidade a agir como tal e a criar e manter uma imagem irreal.
E digo diversidade fake porque fora da lacraçāo não faltam acadêmicos com credenciais reais, mas como não berram e não se desesperam por atenção, não tem espaço.
Cambridge e Arday se retroalimentaram. Mas ninguém na universidade vai ser responsabilizado pelo final da história.
Malu Gaspar recorda que, durante a #VazaJato, o STF protegeu o meu direito constitucional ao sigilo da fonte -- o mesmo direito que Moraes, com o apoio quase unânime da esquerda brasileira, agora está atacando e violando.
Isso tudo é absurdo demais . Um cara com barba , se autoidentifica como mulher e processa uma faxineira e outro servidor por questionarem o uso do banheiro feminino
Minta a meu respeito ou seja condenado.
O caso do servidor da UFPB.
Adripaulo Barros, servidor da UFPB há mais de 40 anos, foi condenado a um ano de reclusão por “transfobia” depois de um episódio envolvendo o uso do banheiro feminino da Universidade.
Adripaulo ainda perdeu o cargo administrativo que exercia havia 13 anos.
O MPF recorreu buscando aumentar a punição.
De acordo com o MPF : "análise de conteúdo gravado em unidade de pen drive, elaborado por perito oficial da Polícia Civil, que transcreve com clareza as ofensas proferidas pelos réus, de natureza claramente racista e discriminatória, mídia original (pen drive) contendo os registros das falas ofensivas".
Ao ler isso, você pode se perguntar: que ofensas racistas e discriminatórias Adripaulo e a funcionária da limpeza fizeram?
Vejam só:
• I-2 (vítima): "Eu sou uma pessoa trans."
• I-3 (Luis Adripaulo): "Mas mulher você não é."
• I-2 (vítima): "Sou uma mulher."
• I-3 (Luis Adripaulo): "Não, você é trans."
• I-2 (vítima): "Você tá sendo transfóbico, você vai ser processado por isso, tá gravado, tá gravado."
• I-3 (Luis Adripaulo): "Você é uma trans, mulher você não é."
No trecho da denúncia do MPF: "Tais transcrições, juntamente com a informação de que (nome da faxineira) havia interpelado a vítima no banheiro feminino chamando-a de "moço", e a confirmação de que Luis Adripaulo (I-3) exigiu que a vítima comprovasse documentalmente sua condição de mulher, constituem elementos probatórios inequívocos dos atos de injúria qualificada e discriminação."
De acordo com o MPF portanto, qualquer homem pode entrar no banheiro feminino, basta dizer que
é mulher.
Exigir qualquer comprovação seria um ato de injúria e discriminação.
Para o MPF: Os atos praticados por (nome da faxineira) e Luis Adripaulo Mendes Barros - seja ao interpelar a vítima chamando-a de "homem" e impedindo-a de usa o banheiro feminino, ou ao afirmar que "mulher você não é", e que a presença da vítima representava "ameaça às outras mulheres" - demonstram inequivocamente a intenção de ofender a dignidade da vítima e praticar segregação em razão de sua identidade de gênero.
Nós da MATRIA sustentamos com tranquilidade que sim, a entrada de um homem em um espaço exclusivo das mulheres representa ameaça, pois não existe garantia que esse homem não tenha má intenção.
E, sabemos, a violência contra mulheres é majoritariamente masculina.
O simples fato de um homem querer entrar num espaço que não foi feito para ele já é um desrespeito e levanta suspeitas. É plausível que se coloque em dúvida sua intenção.
Além disso, a intenção subjetiva de quem entra não anula o efeito objetivo da sua entrada nesse espaço.
Uma mulher trocando de roupa não sabe as intenções de quem adentra o espaço - ela só pode reagir ao fato de que uma pessoa com características físicas masculinas está ali. E seu constrangimento e medo são legítimos.
Pedir documentação ou questionar o acesso - como fez Adripaulo e a faxineira - não é um ato de ódio ou humilhação: é a aplicação de um protocolo de verificação que qualquer instituição preocupada em administrar um espaço compartilhado teria de estabelecer.
Tratar essa pergunta como crime é retirar de vez a proteção dos espaços das mulheres e meninas - exatamente o que os transativistas exigem e tentam impor a sociedade, sob o disfarce de “inclusão”.
O testemunho do Reitor da UFPB à época é claro: não havia regulamentação específica sobre uso de banheiros por pessoas trans.
A sentença afirmou, no entanto, que se não havia regulamentação à epoca, Adripaulo deveria advinhar que homens poderiam entrar no banheiro das mulheres.
Note a estrutura: o juiz não diz "não havia dever de negar nem de permitir" (o que seria logicamente correto diante de um vácuo normativo).
Ele diz que a ausência de norma eliminava apenas um dos dois deveres possíveis - o de negar - deixando implicitamente o dever de permitir.
Isso é uma escolha interpretativa disfarçada de constatação factual.
A decisão inverte a lógica necessária à proteção das mulheres: ao invés de prevenir a violação de espaços de vulnerabilidade e garantir a segurança do espaço, exige que as mulheres esperem que um crime aconteça para só então poder agir.
Nesse cenário, ou as mulheres esperam caladas uma violação acontecer, ou correm o risco de sanção criminal por tentar preveni-la.
Se o Judiciário decide que dizer a verdade sobre o sexo de alguém é passível de punição, então a verdade só sobrevive fora dos tribunais.
Na nossa voz.
Na nossa coragem.
Na nossa recusa em repetir aquilo que sabemos não ser verdade.
➡️ CRIME | Pedreiro morre após ser esfaqueado pela companheira na frente do filho
A ocorrência foi inicialmente registrada como tentativa de homicídio. Com a morte de Vanderlei, a classificação do crime deve mudar
https://t.co/5bNfoYiWbT
Jurista formado na USP analisa o plano de governo da UP:
"Como que a proposta é 'fim do feminicidio e prisão dos agressores?' Parece uma criança escrevendo"
"Ate o programa do PSTU tá bonitinho e dá pra ser discutido"
Trabalhei com a Erika Hilton em 2024. Ela era a líder da bancada do PSOL na Câmara. Eu, assessor na área de economia. Em 2024, algumas das pautas mais importantes do país foram votadas, como a segunda fase da Reforma Tributária e o fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (gravíssimo, pois impacta diretamente justamente quem sofre na escala 6x1).
Durante toda a Reforma Tributária, por exemplo, nunca troquei uma palavra com a LÍDER da bancada sobre esses temas. Eu era o responsável pela pauta.
Ela nunca estudou uma nota técnica sobre esse tema, nem sequer queria saber do que se tratava, quais eram as polêmicas, quais eram as possibilidades. Nunca participou de absolutamente nada. Total descaso com suas responsabilidades como líder. Não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo no Congresso sobre esse e tantos outros assuntos FUNDAMENTAIS PARA A CLASSE TRABALHADORA.
Na votação do fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (uma espécie de 14º salário para o trabalhador formal que está, em muitos casos, na escala 6x1), ela não fez ABSOLUTAMENTE NADA para reverter isso. É só olhar as redes sociais dela na época. É factual.
E ela não era uma parlamentar qualquer. Era a LÍDER. A representante do partido, da bancada e de toda a militância.
Eram outros parlamentares da bancada que assumiam responsabilidades que deveriam ser da líder. A construção de emendas e destaques, as reuniões e toda a articulação em torno dessas pautas ficavam a cargo de outros parlamentares. Eu nem tentava mais falar com ela. Era inacessível, uma verdadeira diva pop.
Duvidam do que eu falo? Peguem, então, a participação dela nas notas taquigráficas e nos vídeos dessas votações históricas e importantes. Está lá. É factual. Tudo registrado. Vamos ver se estou mentindo.
Ela é uma influencer de redes sociais brilhante e da mais alta importância, fundamental na luta contra a escala 6x1, mas é péssima como parlamentar.
E repito: ser parlamentar não é o mesmo que ser influencer. Ser uma boa parlamentar é duríssimo. Tem que se dedicar, trabalhar, estudar, se preparar. Fazer muita coisa nos bastidores que não dá like, não tem glamour, mas é fundamental para a luta institucional.
Podem me cancelar, mas certas coisas precisam ser ditas e debatidas.
Todo mundo sempre teve medo de debater isso publicamente. Medo do cancelamento. Eu me incluo. Mas já tô de saco cheio de ler tanta inverdade sobre a atuação parlamentar dela.
Digo isso como eleitor. É uma declaração pessoal, de minha inteira e exclusiva responsabilidade.
NÓS temos todo o direito de cobrar parlamentares e políticos.
@deccache O problema é você achar que só bolsonaristas estão criticando ou questionando. Eles não tem moral alguma ok, mas muitos como eu, que não são de direita , também estão criticando
@jrfreitasofc_ Incrível como você não fala sobre os gastos com roupas e itens de luxo , bolsas de mais de 20 mil reais , etc. Pra uma pessoa que dizia que sua luta era contra o capitalismo, isso é completamente contraditório
Sou de esquerda e fiquei desconfortável com a declaração de bens da Erika Hilton.
O patrimônio dela é basicamente a sobra do salário do mês.
Salário líquido de deputado: R$ 33 mil.
Depois de 4 anos, ter metade disso em conta não é razoável.
Pode ser só descontrole financeiro (e eu acho que é).
Mas "à mulher de César não basta ser honesta: tem que parecer honesta."
À uma representante do povo não basta ser honesta e organizada, tem que parecer honesta e organizada.
Esse episódio do Bruno Gagliasso diz muito sobre como ainda enxergam quem trabalha no comércio.
“São só 10 minutos.”
Eu trabalhei 12 anos na escala 6x1 e sei que esses 10 minutos podem virar uma hora a mais, um ônibus perdido e muito mais tempo longe de casa.
Quem já viveu isso sabe.
E já que o assunto é trabalho, Bruno, nos ajude a pressionar pelo fim da escala 6x1. É o mínimo.
A lanchonete fecha às 23h. O arrombado vai até lá às 22h50 e reclama na internet, para milhões de idiotas que o seguem, que o atendimento já havia sido encerrado. Com isso, expõe trabalhadores que estavam organizando o ambiente para irem embora, repito, ÀS 23H, muito provavelmente ainda precisando pegar ônibus e voltar para casa.
O playboyzinho lacrador, que diz ser contra a escala 6x1, ficou revoltado e resolveu expor atendente de lanchonete na internet.
É mole?
@cirogomes, que provavelmente vence no primeiro turno a eleição para governador do Ceará, passou o ano todinho de 2022 dizendo o que agora admite o executivo do XP.
E, mais do que dizer, o candidato apresentou um Projeto de país à nação - Projeto Nacional - O Dever da Esperança.
A população, os partidos, os políticos e gente do mercado como este senhor, fizeram pouco caso do Projeto, uma obra aberta - Ciro nunca foi sectário, e esteve aberto a colaborações.
Lembro que debocharam, inclusive a mídia, da proposta de eliminar o endividamento das famílias, grave situação que perdura, e que não ia, ao contrário do que o lulopetismo lançou à praça, instituir agiotagem para favorecer bancos.
Hoje, como previu Ciro Gomes, o país tem o juro real mais alto do mundo, as contas no vermelho, a população endividada, crescimento vergonhoso para o tamanho e potencial do Brasil, falta de investimentos, falência de empresas, aumento da desigualdade, famílias desestruturadas, aumento da violência contra crianças e mulheres e muita conversa fiada.
Sem rumo, só na lorotagem e com os Poderes em ruína moral, algo com que o ex-ministro também muito se preocupou naquela campanha, o país caminha novamente na direção do eterno passado pela frente.
Parabéns, Tábata Amaral e asseclas!
Mulher irresponsável se atrasa para seu exame, chama um Uber e começa a dar chilique, exigindo que ele siga pela faixa de ônibus, cometendo uma infração de trânsito.
Uber decide encerrar a corrida e pede para a mulher descer do carro, ela não desce.
Ele então desce do carro e fica esperando a polícia chegar.
Na hora que a polícia chega, a atrasada decide sair correndo do carro, chorando, como se estivesse sofrendo algo e vai em direção à polícia.
Os policiais logo percebem que se trata de uma doente mental e começam a desescalar a situação.
Mulher então decide começar a gritar que toda a situação só está acontecendo por ela ser uma... Mulher.
Parabéns, Tábata Amaral e outros sem noção que passam uma lei feminista atrás da outra.
Imagina o atraso que causou na rotina desse trabalhador, sem contar que ainda poderá responder processo e cair na mão de uma delegada e uma juíza feminista que decidam que ele é culpado somente por ser homem.
O Brasil é inabitável.