☭☭⃢✮🚩 Há imbecis de inteligência quadrada e cantos redondos que apanham tweets a apontar esquerdalhas artilhados com IPhones (ou outros produtos Apple) e acham que é uma piada gasta de 2015. Não é. É uma critica violenta. Aos imbecis que acumulam com palermice e acham que é porque é por ser caro demais, e há aqui muita inveja, esqueçam. Não alinho é em pornografia ideológica.
Para suportar este texto escolhi este vídeo do Chico Anacleto Louçã, todo ele despido de coluna vertebral. A marxista, claro.
É um tik tok do Kiko,influencer, gaja com pila, glitter, pestanas do tamanho de ventoinhas atómicas e aparentemente, uma vítima do l-a-t-e s-t-a-g-e capitalism. Sim Kiko, disseste bem o que o Anacleto te mandou debitar.
Adiante.
O Louçã está ali, compenetradíssimo, a explicar o late stage capitalism enquanto abana o seu iPhone, a evidência científica da própria falência moral do Anacleto. Mas é precisamente aí que está a pérola, o anti-capitalista por excelência está a usar o artefacto supremo do late stage capitalism para denunciar o próprio late stage capitalism. Sim, a Apple é também o melhor e maior exemplar do que a esquerdalha define naqueles grupinhos de intelecto obtuso como late stage capitalism.
Camaradas, ter um iPhone hoje não é ter um telefone.
É carregar no bolso um pequeno altar, uma espécie de amuleto tecnológico de fachada. Entendem?
Mas eu dou-vos a lição sobre late stage capitalism.
Um professor marxista de semblante carregado, corroído pelo fracasso da luta política, a apontar para um ecrã de 1500 paus para explicar por que razão o sistema está podre.
🚨Spoiler, está tão podre que até quem o critica contribui para a margem de lucro trimestral da Apple!
Nenhum dos dois percebe a ironia. O Louçã denuncia o consumo conspícuo enquanto segura o maior símbolo de consumo conspícuo alguma vez inventado.
Quando compras um iPhone, a Apple não te está a vender teconologia, está a vender-te uma identidade. E como o Louçã tão bem explica no vídeo, a identidade é o ouro do late stage capitalism.
Ficou mais clarinho agora? Espero que sim, mas se for preciso, eu faço um desenho.
o dono da cooperativa
@_DoutorZe Um jovem de etnia cigana tirou o curso de segurança privada comigo. Depois do curso feito, veio a pior parte, que é arranjar trabalho. Nenhuma empresa o queria, quando o queriam era para o meter no posto mais distante. Portanto só aí diz muito sobre essa comunidade.
@PedroTexLX @_DoutorZe Quando a maré puxa para onde queremos levar o barco, funciona como o Pedro fala. A pior parte é que onde os restantes candidatos querem levar o barco, não é grande coisa. Como foi dito acima, não é Ventura que quer “tramar” a constituição, entre outros fatores. Informe-se Pedro.
@LeonortheQueen Sou de Ponte de Lima, fui a Lisboa buscar umas peças para o carro e aproveitei para ir ao Martim Moniz de propósito para ver qual é o drama. Saí de lá com a mesma questão. Sem quaisquer problemas! Fora o fedor a ganza, a praça estava limpa, e a malta pacata, nada do outro mundo.
@dreamy12122 “Being transgender” is indeed a mental illness, which is called “gender dysphoria”, which is something that Reilly exists but not in the way that we see it nowadays.
To finish off, people should be allowed to do what they want and get the help that need, (…)
@PT_Invictus O rapaz que está a ser filmado devia de encontrar este vídeo e os seus autores e avançar com processo. Deixem o homem trabalhar crl. É preferível filmar do que deitar uma mão a quem trabalha. Gentalha…!
@claudiaaict Sou de direita mas concordo com ela. Chamem-me conspiracionista, mas tudo o que é elites passam por rituais que parte deles são pedofilos e outros afins que nem vale a pena descrever.
Se Trump fosse um homem correto, revelava a lista, mas iria meter a a cabeça a prémio.
Nunca, mas nunca irei pisar os pés neste lado do continente, seja ele norte, ou sul, é a maior asquerosidade que pode existir neste mundo. Graças a “Deus” que nasci do lado certo do mundo.
🔥Ontem, no metro de Nova Iorque, uma mulher foi queimada viva perante a indiferença de alguns e dos próximos candidatos ao óscar de melhor realizador. Não houveram tentativas de ajuda, só ecrãs a filmar cada chama e cada segundo de horror como se fosse uma cena do SAW em que a mulher não teve a coragem de serrar o dedo mendinho do pé. E é esta m@rda que somos hoje: uma sociedade de voyeurs digitais.
Em vez de tentarem salvar a mulher, muitos decidiram que o melhor era documentar a tragédia. Num mundo onde o "conteúdo é rei," uma vida humana a desaparecer em chamas é a garantia de um reel de sucesso para o social media. E é, infelizmente.
E isto é hoje a nossa sociedade em todo o seu esplendor: a desumanização transformada em hábito. Vemos tudo como um filme, uma série, uma peça interativa, onde os outros são personagens secundários no enredo das nossas vidas. "A mulher a arder? Que espetáculol!" E lá ficamos nós, estáticos, a capturar a realidade como se fosse ficção, sem consciência de que na realidade não há um botão de pausa ou escape para salvar aquela vida.
Esta gente para mim é cúmplice passivo de uma morte.
O metro de Nova Iorque não foi apenas o cenário de um crime hediondo; foi o palco de uma obra macabra, com o público a desempenhar o seu papel de plateia a contemplar uma arte performativa. Cada pessoa que ficou a filmar a mulher a arder foi uma peça desta performance grotesca, onde a apatia foi o ato principal e a humanidade o grande ausente.
A mulher morreu e a sociedade ganhou mais um vídeo para alimentar o ciclo incessante de desgraças digitais. O que aconteceu mais do que um reflexo de uma sociedade doente , mais uma prova de que perdemos definitivamente os nossos valores.
o dono da cooperativa
Nota: nos comentários deixo-vos um dos vídeos que circulam por aí. Não vale pela cena, vale pelo que é mais chocante, da inércia e indiferença de alguns aos que filmaram calmamente a cena do princípio ao fim.