Cuidemos de quem sofre e está sozinho, porventura marginalizado e descartado. Com o amor mútuo que Cristo Senhor nos oferece na oração, especialmente na Eucaristia, tratemos das feridas da solidão e do isolamento. #DiaMundialEnfermo@vaticanIHD_PT
No começo era só um retalho de pano vermelho que a Marisa pegou e costurou uma estrela branca por cima. Mas por trás daquela bandeira improvisada havia uma determinação muito sólida: mudar a história deste país. E nós mudamos. O PT nasceu enfrentando a ditadura. E ajudou o Brasil a vencer a ditadura. O PT cresceu num momento em que o povo não tinha direitos. E com apenas oito anos de existência ajudou a gravar na Constituição os direitos do povo brasileiro.
O PT enfrentou o neoliberalismo. A ditadura do pensamento único. O fim da história. O fim do Estado. A crise financeira mundial de 2008. O golpe e as mentiras. A injustiça e o ódio das elites. E nunca se rendeu. Levamos 22 anos para chegar ao governo. E em apenas 13 anos no governo conseguimos o que nenhum outro partido, em qualquer momento da história, jamais foi capaz de realizar.
Fizemos o país crescer com inclusão social. Tiramos o Brasil do Mapa da Fome. Colocamos o povo pobre no orçamento, na universidade e na vida digna.
Aos 44 anos, temos que avançar ainda mais, mas sem esquecer de onde viemos. Retornar às nossas raízes, ao mesmo tempo em que nos renovamos para vencer novos desafios da era digital. É preciso percorrer de novo o Brasil, ocupar as ruas, conversar com as pessoas nos bairros, igrejas, locais de trabalho, movimentos sociais, universidades. Jamais perder de vista a sabedoria do povo brasileiro. Mas é preciso também promover o debate nas redes sociais. Combater o ódio, a desinformação e as fake news.
E assim mostrar àqueles que de tempos em tempos anunciam a morte do PT, que nós estamos mais vivos do que nunca. E cada vez mais jovens.
Viva o PT. E viva a extraordinária militância do PT.
Dois pretos no banco da frente de
um carrão é enquadro na certa.
Mas eu não normalizo, não aceito, e exijo saber a suspeita que limita meu direito de ir, vir e permanecer em via pública.
Pra variar os policiais não souberam dizer o porquê. Mas eu sei, trata-se do famoso "NDC".
O “experimento” social feito por @luis no calçadão de Osasco desnuda o racismo estrutural impregnado na coluna dorsal da nossa sociedade.
A luta contra o racismo é de toda a sociedade
Racismo é um problema estrutural que envolve não apenas a população negra, mas tods cidadãos.
A PMMG continua com sua tática racializada de agredir adolescentes, mães e todos que tentam se defender dos seus abusos de poder e suas abordagens na lógica destruir o inimigo construído socialmente os jovens negro, moradia de periferia “suspeito natural.”