Jornalista, Gestor Educacional, Educador Físico, Professor de História, Especialista em Gestão Escolar e Nutrição Esportiva, Membro do projeto Visão Pátria
@Mauromartins@Chief117Br Quando você se sentir muito mais burro
Que todos os COVIDVACLOVERS do planeta, lembre-se que ainda há o Mauro Martins pra te desbancar esse título:
Vídeo de hoje do Kim Paim foi o chororo de sempre, Michelle, Nikolas e Tarcísio, disse que o governador não é homem.
Enfim, nada que acrescente na vida de ninguém.
Eleitor padrão do Nikolas é um caso sério.
Eles votam no Lula e culpam os outros. Vivem num cenário que Lula só vai ferrar com os "bolsonaristas".
Eles acham que num governo Lula 4, você vai no supermercado e paga menos se mostrar que votou no Lula.
Pesquisa RealTime BigData de hoje para o SENADO em SP:
Derrite 17%
Tebet 16%
Marina 14%
Salles 12%
Pupilo do Valdemar 10% ...
Quem está atrapalhando a direita é o lanterninha ....
Quais episódios Nikolas protagoniza, Kim Paim?
O que Rogério Marinho está aprontando, Kim Paim?
Como a campanha atrapalha quem ajuda, Kim Paim?
“O tempo vai mostrar”, pq vc não mostra nada, só joga pra torcida.
De toda a macabra história soviética, um personagem sempre me chamou muito a atenção: Naftaly Frenkel. Por dois motivos: Ele, um judeu, foi o arquiteto dos métodos de administração que culminaram na morte de milhões de presos nos infames Gulags, e sua relativa obscuridade. Como que um homem com tanta influência e poder sob Stálin ainda hoje é uma figura mercurial?
Frenkel é uma figura muito estranha e até hoje não se sabe da onde veio. Solzhenitsyn afirma que ele era um "judeu turco de Constantinopla", e muito provavelmente era mesmo judeu, mas não se sabe de onde. Outros afirmam que veio da Ucrânia; outros, da Hungria, ou Áustria e até mesmo tentaram traçar sua origem na Suécia. Enfim, provavelmente um judeu que nasceu em Haifa em 1883, então parte do Império Otomano. Estabeleceu-se em Odessa, na Ucrânia, e se tornou um próspero comerciante.
Frenkel foi uma figura notável por isto: sua habilidade extraordinária de perceber oportunidades, o que o levou à Rússia de Lênin em 1923, durante a famosa NEP, para vender e trocar mercadoria. Por algum motivo desconhecido, Frenkel foi preso ao tentar volta a Odessa, sob a acusação de "tentar cruzar a fronteira ilegalmente". Seu grupo foi sentenciado à morte, mas apenas a sentença de Frenkel foi comutada para trabalho nos campos de concentração. O resto foi fuzilado. Até hoje não se sebe por que apenas Frenkel foi poupado e enviado aos recém-abertos Gulags.
No arquipélago de Solovetsky, de Solzhenitsyn tirou o nome de seu famoso livro, Frenkel percebeu que os campos soviéticos eram extremamente desorganizados. Segunda conta a lenda, Frenkel ficou extremamente irritado com a desorganização e ineficiência econômica do campo e, irado, escreveu uma longa carta relatando inúmeras possíveis melhorias que poderiam salvar o campo em recursos e maximizar suas capacidades (lembrem-se, ele supostamente fez ainda na condição de prisioneiro).
Frenkel botou sua carta no local de missivas para as autoridades e deixou ali, sem expectativas. Contudo, alguns dias depois, ele foi chamado por Genrikh Yagoda, então chefe da OGPU, um órgão da administração da nascente polícia secreta, a Cheka. Ygaoda ficou impressionado com as sugestões do prisioneiro Frenkel e o chamou para conversar. Foi o início da ascensão meteórica de Frenkel. Yagoda acatou as sugestões de Frenkel e lhe concedeu alguma autoridade para implementá-las, claro, ainda sob sua supervisão. A ideia de Frenkel ficou conhecida como o "Sistema de alimentação", e foi o que tornou o sistema prisional soviético na infame máquina mortífera que conhecemos.
Sendo conciso, Frenkel eliminou a distinção entre criminosos comuns e presos políticos. Ele abandonou o trabalho agrícola não lucrativo e os programas de reeducação, priorizando apenas o trabalho produtivo, como construção de estradas e extração de madeira. A recompensa era comida, e o sistema era simples e cruel: quem superasse sua cota diária de trabalho recebia uma porção extra de alimento; quem produzisse menos tinha sua ração reduzida. Ainda mais crucial, Frenkel dividiu os prisioneiros em três categorias: 1) os aptos para trabalho pesado; 2) os capazes de trabalho leve; e 3) os prisioneiros com deficiências. Cada grupo recebia tarefas e cotas diferentes a cumprir, e era alimentado de acordo. Havia diferenças drásticas entre as porções dos prisioneiros que dependiam do resultado que entregavam.
A consequência óbvia aconteceu: com o tempo, os prisioneiros saudáveis sobreviviam mais, enquanto os fracos ficavam ainda mais debilitados e morriam de fome. Sob a gestão de Frenkel, a produtividade tornou-se o único princípio que importava no campo. Quanto mais o preso trabalhava, mais comia, e vice-versa. Em verdade, foi uma aplicação sinistra e literal do adágio bíblico, mas politicamente utilizado por Lênin no seu "O Estado e a Revolução": quem não trabalha, não come. O princípio do lucro, antes tachado de "burguês", tornou-se o critério meritocrático de vida e morte para os presos do regime soviético.
Por causa do sucesso de Frenkel em levantar a produtividade do campo de Solovetsky em pouco mais de um ano, sua reputação e fama alcançaram o topo de hierarquia soviética. Stálin mandou Lazar Kaganovich chamar Frenkel para uma conversa e ficou impressionado com as aparentes habilidades organizacionais do administrador. A partir daí, Frenkel foi o chefe de várias obras públicas como o canal de navegação que conectaria o Mar Branco ao Mar Báltico - que ceifou 12 mil trabalhadores durante a construção -, e se tornou figura relevante na alta hierarquia soviética.
Sobreviveu aos expurgos stalinistas e a guerra e morreu por volta de 1960 em Moscou. Até hoje há muita pouca informação sobre a vida e o impacto que Frenkel teve em moldar o stalinismo num dos sistemas mais assassinos de toda a história humana.
@Byanu 12k numa scooter elétrica que só anda 32km/h e que só suporta entre 110 e 150 kg, só porque "não precisa emplacar" e ainda coloca UM MONTE DE PESSOAS SEM NOÇÃO DE CÓDIGO DE TRÂNSITO PILOTANDO SEM HABILITAÇÃO entre os habilitados.
ESSE PAÍS JÁ ERA!
A figura histórica de Josef Stálin representa o ápice de um aspecto inevitável de toda a realidade política: ideias e ideologias, não importa quão “científicas” e “neutras” desejem ser, sempre se encarnam na figura decisória de um homem ou de poucos homens.
Fórmulas marxistas como a "ditadura do proletariado" ou "forças produtivas" que supostamente engendram "contradições na base produtiva da sociedade", são apenas figuras de linguagem sem qualquer lastro na realidade, e muito das ideias e discursos políticos são sustentados em insossas figuras de linguagem. Toda ideologia se transmuta, quando confrontada com a realidade, em algo imprevisível e que acaba sendo racionalizada ad-hoc.
O exemplo, aqui, é o "centralismo democrático", ideia leninista de criar uma democracia decisória dentro da já profundamente hierárquica e autocrática ditadura do Partido de Vanguarda. Isso já uma degeneração dos conceitos marxistas originários onde supostamente uma "classe" tomaria o poder. De classe para um partido, de um partido para um indivíduo, a realidade vai lentamente forçando as figuras de linguagem a se tornarem carne e osso.
Se o ideário era que uma classe pudesse coletivamente se apossar e administrar os meios de produção, Lênin o transmutou na mais prática ideia de um partido de elite de revolucionários se incumbirem dessa responsabilidade em nome da classe proletária. Dentro da estrutura soviética dos anos 1920, a prática revelou que o homem mais astuto e inescrupuloso poderia se incumbir de tomar essa decisão em prol de ambos, dos outros revolucionários e da classe proletária. A realidade do poder e da hierarquia partidária não deixou mais margem para o democratismo intrapartidário, mas apenas para o centralismo que adquiriu um "CPF" específico: Josef Vissariónovitch "Stalin" Dzhugashvili.
Ideias, ideários e ideologias não existem; suas formulações são como fantasmas conjurados para tentarem se adequar à realidade que os molda e os transforma em assombrações imprevisíveis.
Recebi esta mensagem no meu email há alguns dias, e foi a melhor resposta que já recebi acerca do meu livro.
O objetivo da obra foi o de esclarecer a essência ideológica do fascismo dentro de um contexto de desenvolvimento histórico para mostrar ao leitor toda a originalidade e singularidades dessa ideologia. O erro de achar que o fascismo foi "apenas um outro tipo de nazismo", ou algo idêntico ao nazismo, ou que ele foi originado, de alguma maneira, do liberalismo, havia se tornado tão incrustado no senso comum que, lá em 2020, vi-me na necessidade de tentar esclarecer a situação com a iniciativa de escrever um livro.
Publicado em 2023 por uma editora acadêmica de Curitiba, "O fascismo como ideologia" vendeu muito mais do que eu imaginava possível e recebeu feedbacks muito positivos, como esse. Fico feliz que o objetivo do livro esteja se realizando muito mais amplamente do que eu esperava.
Link do livro no comentário⬇️
Não é piada, esse moleque é muito canalha!
Se liga quem ele está repostando. Sério que esse é o principal aliado da campanha do Flávio @plnacional_@rogeriosmarinho ?
Volto a dizer: se não baterem de frente agora, ele será o segundo Sérgio Moro do governo Flávio.
Ricardo Nunes é bolsonarista?
Não foi ele quem cedeu uma subprefeitura para MBL?
Como alguém pode ser bolsonarista e MBLista ao mesmo tempo.
Os bolsonaristas são trouxas caralho!!!!
Se fizer um discurso em prol de seu candidato, este já é da turma. Depois chamam todos de traíras, quando descobrem que foram iludidos por um discurso.
Na Marcha para Jesus, o Prefeito Ricardo Nunes foi ao microfone e deixou claro que é mais bolsonarista que muita gente:
“Obrigado @FlavioBolsonaro por estar aqui. Nós defendemos a família, o combate às drogas, o direito à vida… e isso é muito o que diz a Marcha pra Jesus!”
A fala de Ronaldo Caiado é uma das manifestações mais autoritárias e abomináveis que ouvi de um político brasileiro nos últimos anos.
Não porque ele defenda vacinas; o problema não é esse.
O problema é ouvir um pré-candidato à Presidência da República afirmar que um médico não pode questionar vacinas, que um comunicador não pode debater determinados temas e que um podcast não pode sequer entrar em determinadas áreas do conhecimento.
Foi exatamente esse tipo de mentalidade que ajudou a produzir um dos capítulos mais vergonhosos da pandemia. Médicos foram censurados, pesquisadores foram perseguidos, cientistas tiveram suas vozes silenciadas e profissionais da saúde perderam espaço por questionarem narrativas oficiais defendidas por governos, burocratas e “especialistas” que muitas vezes possuíam conflitos de interesse.
Plataformas removeram conteúdos, contas foram suspensas e questionamentos legítimos passaram a ser tratados como ameaças. O contraditório foi sufocado e o debate científico foi substituído pela imposição de consensos.
O resultado foi uma sociedade impedida de confrontar informações, analisar evidências e tomar decisões plenamente informadas sobre a própria saúde.
A ciência não pertence a governos, não pertence a políticos e muito menos aos burocratas.
A ciência avança justamente através da dúvida, do questionamento, da contestação e da revisão permanente do conhecimento.
Por isso é tão perturbador ouvir um médico, governador e pré-candidato à Presidência defender que determinados assuntos não podem ser debatidos por médicos, jornalistas, comunicadores ou cidadãos.
O Brasil já pagou um preço alto demais pelo silenciamento do debate durante a pandemia. Precisamos de líderes que defendam a liberdade de investigação, a liberdade de expressão e o direito ao questionamento.
Quem deseja ocupar a Presidência da República deveria defender o livre debate de ideias.E quem acredita que perguntas devem ser proibidas jamais deveria comandar uma nação livre. JAMAIS!!