Em demonstração de alinhamento a Flávio Bolsonaro, o governo dos EUA anuncia a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, o que facilitará o combate global às facções criminosas.
A decisão ocorre após 24 horas do encontro de Flávio com Trump e com o Secretário de Estado, Marco Rubio, em que o senador e pré-candidato à presidência fez o pedido de inclusão dessas organizações na lista de terroristas.
Derrota acachapante do regime petista, que operava para impedir a designação.
O Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Seu alcance se estende por toda a nossa região e até o nosso país.
Hoje, designei essas organizações como Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados.
O governo Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar o acesso de narcoterroristas a financiamento e recursos.
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ
PCC e CV não são facções: são terroristas armados contra o povo brasileiro e com atuação além das nossas fronteiras.
Quem domina territórios, impõe toque de recolher, mata inocentes e desafia o Estado pratica terror.
O Brasil não pode mais ser refém de bandido. Terrorista tem que estar atrás das grades, sem relativização.
Parabéns ao senador @FlavioBolsonaro pela articulação firme e necessária.
A VERDADE QUE A ESQUERDA ESCONDE SOBRE O DESEMPREGO! 🔥
A Jovem Pan escancarou o que o governo tenta maquiar com os 5,8%. O Brasil tem 175 milhões de pessoas em idade ativa. Sabe quantas NÃO TRABALHAM? Mais de 72 MILHÕES (66M que optaram por não produzir + 6,3M de desempregados).
Mais de 1/3 do país está de braços cruzados, muitos sustentados por auxílios estatais bancados pelo SEU imposto. E a prioridade do consórcio populista é aprovar a PEC 6x1 para trabalhar MENOS? O Brasil não é a Alemanha. Sem produtividade, o destino é a miséria. É o país do ócio forçado! 🇧🇷📉
O Brasil virou o país das PJs.
Sem escala 6x1 e com CLT mais cara, vão acabar de matar a carteira assinada.
Os Ubers e motoboys já sabem.
Você vai ser o próximo.
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Deixa eu te mostrar a matemática que ninguém te conta.
Contratar com carteira assinada no Brasil:
A empresa paga 71,4% a mais sobre o salário em encargos.
Maior percentual entre 90 países pesquisados.
Nos Estados Unidos, esse custo é 8,8%.
O Brasil cobra 8 vezes mais que os EUA pra te registrar.
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O que isso faz com o seu salário.
Um CLT custa pra empresa entre 1,7 e 2,3 vezes o que ele recebe.
Você ganha R$ 3 mil. A empresa gasta R$ 6 mil.
Os outros R$ 3 mil não vão pro seu bolso.
Vão pro governo.
Você é caro pra empresa e pobre pra você mesmo.
Ao mesmo tempo.
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Então a empresa faz a conta.
"Pra que CLT, pagar 71% de encargo, 13º, FGTS, férias, multa e risco trabalhista?"
"Contrato PJ. Pago 30 a 50% menos. Sem processo."
E é isso que está acontecendo.
1,5 milhão de brasileiros largaram a carteira assinada pra virar PJ.
Não é precarização imposta.
É fuga matemática.
Motoboy é PJ. Uber é PJ. Médico é PJ. Programador é PJ.
A elite produtiva já saiu da CLT.
Sobrou quem não tem escolha.
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E agora o Brasil torna a CLT ainda mais cara.
Fim da escala 6x1. Menos horas, mesmo custo.
Sabe o que a empresa faz quando o trabalhador encarece?
Contrata menos. Demite. Terceiriza. Pejotiza. Automatiza.
Quem encarece o trabalhador não protege o trabalhador.
Mata o emprego dele.
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Nos Estados Unidos o trabalhador não tem 13º, não tem FGTS, pode ser demitido no mesmo dia.
E ganha 5 vezes mais que o brasileiro.
Porque a empresa que não queima 71% em encargo sobra dinheiro pra pagar salário.
Lá, a proteção é o salário alto.
Aqui, a proteção é a desculpa pro salário baixo.
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O Brasil não está protegendo o trabalhador.
Está empurrando ele pra fora da carteira assinada.
E chamando isso de direito.
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Você não escolhe onde nasce.
Mas escolhe onde seu dinheiro trabalha.
E o seu dinheiro não precisa ficar preso num país que pune quem produz.
AtlasValorum .com.br
"Ah mas o fim da escala 6x1 vai gerar mais empregos pois alguém terá que ser contratado para cobrir os dias de folga".
Aham kkkkk
Foi nessa mesma promessa que você caiu, igual a Picanha!
O empresário agora terá 4 opções para não quebrar, já que não poderá reduzir o seu salário:
- Te demitir e no seu lugar, contratar empregados "mais baratos" de jornada de meio período, até 30h semanais, com salário proporcional (ART 58-A CLT);
- Te demitir e no seu lugar, contratar prestador de serviço PJ. (Dá uma olhada nos sites de emprego, e veja a quantidade de vagas que este tipo de modalidade de contratação já representa);
- Te demitir e automatizar tudo que puder na empresa (Totens, I.A, Chatboots, robôs e etc);
- Preservar o seu emprego, repassando os custos de mão de obra extra na fabricação de produtos e/ou serviços para a população.
E advinha quem vai pagar essa conta de mão de obra extra? Sim você que ganhou 4 horas a mais na semana, vai trabalhar um dia a menos, mas que agora, verá o seu salário sumir mais rápido com o aumento de preços que está por vir, o que consequentemente, te obrigará a fazer bico por fora pra conseguir sobreviver ou fazer hora extra.
Infelizmente, os jumentos militantes, são incapazes de analisar tudo isso, sendo usados mais uma vez como massa de manobra.
Agora vão sentir na pele a "vantagi" que o PT conquistou pra eles.
A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 27 de maio, a PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal para 40 horas. O texto passou por ampla maioria: 472 votos favoráveis contra apenas 22.
Enquanto Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e parlamentares do PT comemoravam a votação como uma “vitória histórica”, empresários, economistas e setores produtivos alertam para os efeitos colaterais que podem atingir justamente os trabalhadores que a proposta diz defender.
A medida obriga empresas a concederem duas folgas semanais remuneradas sem permitir redução salarial. Na prática, isso significa aumento imediato de custos operacionais em setores que dependem de escala contínua, como restaurantes, supermercados, farmácias, comércio, logística, indústria e serviços.
O problema é que o Brasil já enfrenta escassez de mão de obra em diversas áreas. Como alertou o economista José Pastore, muitas empresas sequer conseguem preencher a equipe atual- imagine manter uma segunda equipe de reserva para cobrir folgas obrigatórias.
O resultado pode ser exatamente o oposto da propaganda política; menos contratações, aceleração da automação, aumento da informalidade, repasse de preços ao consumidor e fechamento de pequenos negócios esmagados por custos trabalhistas cada vez mais altos.
Não por acaso, o governo Lula e a esquerda celebraram a proposta como um marco ideológico. Um partido social-comunista historicamente acredita que riqueza nasce por decreto e que produtividade se resolve com canetadas do Estado.
Mas, no mundo real, empresas quebram e, quando quebram, não existe “justiça social” capaz de impedir uma onda de desemprego.