@Nilsonhandebol
Temos que fazer um movimento contra este golpe parlamentarista que estão nos forçando.
"O povo escolheu em plebiscito o presidencialismo. Qualquer PEC que modifique esta forma de governo deve ser considerada inconstitucional."
@FlavioDino
@reinaldoazevedo@deltanmd o próximo passo é pedir para que os eleitores filmem os votos para poder terem as demandas atendidas. Ainda bem que te cassaram! De volta ao inicio do século 20 e seu famigerado voto em papel!
@ColunaCH
Pelo menos uma vez na vida você poderia dar uma informação correta e não pela metade.
O Brasil fará parte da OPEP+ e não da OPEP. A diferença é muito grande.
Flávio Dino será indicado pelo Presidente Lula nos próximos dias ao cargo de Ministro do Superior Tribunal Federal! Lula vai precisar ter um homem de confiança como Dino no STF, mais uma vez acredito que o Presidente acerta na sua indicação, pois os parlamentares do Senado e da Câmara querem tomar o poder da Suprema Corte e assim tentar livrar Jair genocida Bolsonaro da cadeia!
Vamos aos fatos: estava errada a matéria do Estadão sobre a passagem pelo Ministério da Justiça de alguém que o jornal chamou, sem fontes nem provas, de “Dama do Tráfico”. Faltou apuração jornalística e sobrou preconceito: contra o ministro Flavio Dino e contra o direito dos familiares de presos. Sobrou também exploração política e midiática de um episódio que não constitui crime nem sequer “deslize”. Mas houve também reação indignada contra essa manipulação, que levou o jornal a se afundar cada vez mais no erro, tentado salvar a face. Hoje fui acusada pelo Estadão de “instigar militância petista” e, pela Folha, de “engrossar onda de ataques” contra uma jornalista com cargo de chefia no Estadão. Em primeiro lugar, a militância petista é formada por cidadãos e cidadãs conscientes, ninguém os instiga nem manipula. Em segundo lugar, não fiz ataque a ninguém. Cobrei apuração, por parte do Ministério Público do Trabalho, de denúncia publicada na revista Fórum, que é responsável pela notícia citada. Isso é “ataque”? O que se espera da imprensa é que faça o que prega: apurar os fatos antes de lançar acusações. Isso vale para veículos e jornalistas de todos os matizes, independentemente de posição política e ideológica, de interesses econômicos ou corporativos. Nosso país já pagou um preço altíssimo por acusações infundadas e perseguições midiáticas.
Gleisi Hoffman tá cada dia melhor, sua resposta foi certeira e deixou @folha e o @Estadao nervosos. Dois jornais que apoiaram a ditadura de 64, suas torturas, mortes e perseguiçōes politicas. O Brasil precisa passar a limpo seu passado obscuro. Chega de destruiçāo de reputaçōes!
Amigos, não entrem nessa de “não dura dois anos”. Primeiro que em dois anos se pode destruir muito, segundo porque ele é mais competente e preparado que Bolsonaro - que mesmo matando 700 mil terminou o mandato e segue livre.
Milei provavelmente irá trair muito do que prometeu ou insinuou com os discursos efusivos. E em outras áreas, irá enfrentar a dura realidade de que a negação da razão humana aplicada à organização social, o Estado, é incompatível com a gestão de 47 milhões de vidas.
Logo após assumir a presidência, Milei irá enfrentar parcelas da dívida criada por Macri, seu apoiador, junto ao FMI. Prometeu recentemente que fará ataques aos direitos dos cidadãos ainda mais duros que o FMI pediu.
Descobrirá algo que ele mesmo viu acontecer no país nos anos 90, mas que a doutrinação liberal inverteu: a dolarização não só não é positiva, e sim desastrosa, como não se dá num passo de magia pela mão invisível do mercado. Propor dolarizar um país com dependência externa e balança comercial negativa é de reprovar aluno no primeiro período de economia.
Irá, sobretudo, enfrentar o desafio de descumprir as promessas de motosserra, símbolo de corte de serviços públicos, direitos civis e políticas públicas de mitigação da desigualdade. Alguma crueldade fará, e milhões irão sofrer. Mas como todas as promessas de arrocho, “não dá bilhão” e não tem qualquer eficácia econômica.
Na França, Reino Unido, Espanha, Portugal, e vários outros, nenhuma parabenização ao eleito na Argentina. Uma demonstração de desprestígio pro país e sua escolha. No geral, elogios apenas dos países mais agressivos na política econômica liberal e/ou membros do The Movment - a internacional reaça.
E nessa seara, das relações internacionais, Milei terá de escolher: ou se isola escondendo a Argentina num tipo de gueto global até Trump ser eleito, contando (como
Bolsonaro) em ser escolhido como aliado estratégico, ou se conduzirá errático entre a verborragia e a necessidade de priorizar Brasil, China e Rússia, os comunistas do BRICS, e os vizinhos do Mercosul que ele prometeu abandonar.
A contradição está na base: elegeram para administrar o Estado alguém que propõe acabar com o Estado. Certo que não acabará com ele, por ser impossível, mas o problema está em ser, assumidamente, um mal administrador: comprometido em atacar, e não defender, aquilo que administra.
A democracia é a voz do povo, e ela deve ser sempre respeitada. Meus parabéns às instituições argentinas pela condução do processo eleitoral e ao povo argentino que participou da jornada eleitoral de forma ordeira e pacífica.
Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito. O Brasil sempre estará à disposição para trabalhar junto com nossos irmãos argentinos.
Milei perdeu pra Milei: O ex-presidente Maurício Macri e Burllrich anunciaram, no dia seguinte ao primeiro turno, o apoio àquele que os esculhambava como exemplos de políticos tradicionais, que teriam levado a nação à ruína. Não têm certamente nenhuma simpatia por ele, mas gostam ainda menos do peronismo, do kirchnerismo e do governo de Alberto Fernández.
A aproximação com os chamados "políticos tradicionais" deu à luz um novo postulante, muito mais moderado, que teve a cara de pau de afirmar, no debate final, que as propostas que fizeram dele um furacão eleitoral não passavam de distorções de seu pensamento, fabricadas pelos inimigos. Leia no @UOLNoticias
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