O mais engraçado de assistir certos jornalistas é ver a velocidade com que eles conseguem se contradizer sem perceber.
No debate anterior, a tese era simples:
"Quem fala em politização está criando narrativa."
"Quem questiona o timing das investigações está tentando proteger criminosos."
"Quem sugere influência política está aplicando uma vacina narrativa."
Perfeito.
Aí chega o programa seguinte e o que acontece?
Uma hora inteira discutindo como o Caso Master está influenciando a eleição presidencial.
Como está afetando Lula.
Como está afetando Flávio Bolsonaro.
Como está alterando alianças partidárias.
Como está dificultando a escolha de vices.
Como está mudando o comportamento do Senado.
Como está influenciando ministros do Supremo.
Como está provocando reflexos no TSE.
Como está impactando pesquisas eleitorais.
Peraí.
Então influencia eleição ou não influencia?
Porque quando o cidadão comum fala que um caso dessa magnitude possui efeitos políticos, ele é chamado de conspiracionista.
Mas quando o comentarista de televisão passa uma hora descrevendo exatamente os mesmos efeitos, aí vira análise sofisticada.
É fascinante.
A imprensa brasileira criou uma regra nova:
Se a conclusão parte do povo, é teoria.
Se a mesma conclusão parte do estúdio, é jornalismo.
Outro detalhe curioso.
Durante anos, qualquer vazamento contra Bolsonaro era tratado como interesse público.
Qualquer áudio virava manchete.
Qualquer mensagem virava plantão.
Qualquer suspeita virava semanas de cobertura.
Ninguém perguntava se aquilo influenciaria a eleição.
Ninguém demonstrava preocupação com a neutralidade do processo eleitoral.
Ninguém falava em cautela institucional.
Agora, de repente, descobriram que investigações podem interferir em campanhas.
Descobriram que vazamentos podem alterar pesquisas.
Descobriram que denúncias podem mudar alianças.
Descobriram que narrativas podem influenciar o voto.
Que descoberta extraordinária.
Só demoraram alguns anos para perceber o óbvio.
O ponto mais revelador foi quando admitiram que lideranças políticas estariam receosas de se aproximar de determinadas candidaturas por medo de se tornarem alvo da Polícia Federal.
Observe a gravidade da frase.
Não falaram em condenação.
Não falaram em culpa.
Não falaram em sentença.
Falaram em virar alvo.
Ou seja, o simples risco de entrar no radar já estaria produzindo efeitos políticos concretos.
Mas espere.
Não era justamente isso que chamavam de teoria da conspiração quando outras pessoas apontavam?
No final das contas, o debate inteiro produziu uma conclusão involuntária.
Os próprios comentaristas passaram o programa descrevendo um fenômeno político gigantesco.
Um caso que influencia eleições, alianças, pesquisas, ministros, partidos, Senado, Supremo e TSE.
Mas continuam insistindo que falar em impacto político é uma narrativa.
É a velha mágica da imprensa brasileira.
Quando o alvo é Bolsonaro, tudo é prova.
Quando o alvo é o sistema, tudo é coincidência.
Quando o cidadão percebe a contradição, ele é radical.
Quando o comentarista repete a mesma coisa no estúdio, ele é especialista.
E depois ainda perguntam por que a confiança da população na grande mídia continua derretendo.
Dia histórico na Globo Lixo!
A militante petista Miriam Leitão quis culpar Bolsonaro pela situação fiscal do país. Mas Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, desmontou a narrativa ao vivo:
“ Não foi por causa de pautas bombas e nem bombas escondidas, nem nada..Não adianta botar a culpa no governo
Bolsonaro.”
Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paixa, Aline Bei, Monica Salmaso e Fabio Porchat foram alguns dos nomes que apareceram na reportagem do Metrópoles de artistas que se hospedaram na embaixada brasileira em Roma.
Alguns deles viajaram com verba 100% pública para a Itália. Foram um total de 68 pessoas hospedadas em Roma.
Ao todo, a manutenção das embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custaram mais de R$ 240 milhões no ano passado.
Sim, dinheiro meu e seu que, por não estar disponível nos cofres públicos, é pegado em um empréstimo pagando IPCA + 8% a.a. até 2065.
O caso de Fafá de Belém é escabroso: ela ganhou quase R$ 300 mil dos pagadores de impostos para passar 4 dias no país.
Esse é o custo para se manter artistas mandando as pessoas votarem no Lula. E quem paga a conta, como sempre, somos nós.
@GloboNews Comecou o derramento de dinheiro publico para fabricar pesquisas, imprensa e o gabinete do odio na internet. Em nenhum cenario o brasileiro aceita este velho nosso presidente novamente. Se for eleições limpas, ele nao ganha.
APENAS LEIA ISSO 👇🏻
🔻 O PROTETOR SOLAR PENETRA NA SUA CORRENTE SANGUÍNEA EM MENOS DE 24 HORAS.
A FDA CONFIRMOU ISSO EM 2019.
ELES NÃO RETIRARAM NENHUM PRODUTO.
Em janeiro de 2020, um ensaio clínico randomizado publicado na JAMA revelou que seis ingredientes ativos de protetor solar, dentre eles oxibenzona e avobenzona, são absorvidos pela corrente sanguínea após uma única aplicação.
Não depois de anos.
Depois de um único uso.
Em concentrações que ultrapassam em 180 a 500 vezes o limite de segurança da própria FDA.
A FDA não os recolheu.
Eles publicaram um comunicado: “Continuem usando protetor solar.”
A oxibenzona é um perturbador endócrino comprovado.
Ela imita os estrogênios.
Ela atravessa a barreira placentária.
Foi detectada em 97% dos americanos testados.
Ela está no leite materno.
Está no líquido amniótico.
Ela está nos seus filhos antes mesmo de nascerem.
Um ex-químico de formulação, 11 anos em uma das 3 maiores fabricantes de protetor solar:
“Nós tínhamos dados internos sobre a absorção desde 2014.
Penetração transdérmica completa em 26 minutos após a aplicação.
Os compostos não ficam na pele.
Eles nunca foram feitos para isso.
O mecanismo de entrega é idêntico ao de um adesivo farmacêutico.
A gente sabia.
A estratégia de mitigação nunca foi reformular.
foi uma mensagem pública fazer o consumidor continuar aplicando.
As margens dos protetores solares químicos são de 1.400% acima do custo de produção.
As alternativas minerais custam 4x mais para produzir.
A decisão foi financeira.
Todos os documentos internos confirmavam isso.”
Eles disseram que o sol causa câncer.
O que eles não te contaram:
A vitamina D, produzida pela exposição direta ao sol, é o regulador mais importante da vigilância imunológica contra células malignas.
Uma meta-análise de 2023 confirmou: a deficiência de vitamina D está correlacionada com um risco aumentado de 30% a 60% de câncer colorretal, de mama e de próstata.
Eles bloquearam a única coisa de que o seu sistema imune precisa para combater o câncer.
Depois te venderam um produto químico que entra na sua corrente sanguínea e imita hormônios.
Os índices de melanoma aumentaram 320% desde 1975, exatamente o período em que o uso de protetor solar se popularizou.
O paradoxo está publicado.
Universidade McGill, 2023: “O uso de protetor solar aumenta, mas os índices de melanoma e câncer de pele também.”
Eles não te protegeram do câncer.
Eles suprimiram sua defesa natural contra ele e te cobraram 14 dólares por frasco.
15 minutos de exposição direta ao sol por dia.
Sem protetor.
Braços e rosto expostos.
Seu corpo produz de 10.000 a 20.000 UI de vitamina D nesse intervalo, a mesma quantidade que eles vendem em comprimidos porque bloquearam a versão gratuita.
CÓDIGO: JAMA-2020-6CHEM / OXYBENZONE-97PCT / VIT-D-IMMUNE / MELANOMA-320-1975 / MCGILL-PARADOX-2023
⟁
Eles te fizeram ter medo do sol para poder te vender um perturbador hormonal e chamar isso de “proteção”.
O sol é de graça.
Por isso te ensinaram a temê-lo. Compartilhe isso.
Por @MrPool_QQ
Gabeira diz com todas as letras que Vorcaro está ganhando tempo para esperar que o ministro do contrato assuma a presidência da corte para libertá-lo‼️
Se isso acontecesse no governo Bolsonaro, a manchete já estaria pronta: “milícia digital”, “gabinete do ódio” e “ameaça à democracia”.
Como envolve Lula, recebe o nome de “estratégia de distribuição de conteúdo ”.
A impren$a nem disfarça mais.
Em 2022, o TSE impediu a imprensa de divulgar informações, impediu a imprensa de exercer sua própria função.
Agora, o que o TSE fez foi dizer que, se uma pesquisa induz respostas ou direciona conclusões, passa a ser publicidade.
Portanto, não impediu o instituto de atuar como instituto de pesquisa; impediu-o de atuar como agência de publicidade sob o rótulo de pesquisa.
Para entender a coerência ou incoerência de alguém, precisa, antes, entender minimamente do assunto
Se recusando a atravessar a ponte improvisada pra visitar os pobres que ele tirou da pobreza 3 vezes. E ta prometendo tirar de novo. Eita Lula. Bom dia :)