@Juao_vittorr@Flavioproride1@PedrosennaP@b_galdini@doisdedosdeteo Agora, essa é a tática da direita maluca, fingem que Israel não matou todo o resto, e financiou um grupo extremista, a resistência palestina tem todo apoio mesmo, inclusive o Hamas, agora qualquer ação que o hamas cometa de estupros não é apoiada, tem uma diferença enorme nisso
@Juao_vittorr@Flavioproride1@PedrosennaP@b_galdini@doisdedosdeteo Que malabarismo cara? Qualquer cara de esquerda que entenda a questão palestina sabe que o Hamas é uma das resistencias que sobraram lá, Israel ajudou o Hamas a assumir aquele lugar, matou todo o resto que era dialogavel, ninguem escolheria o Hamas, mas é que se tem
@GatoJuarez0810@futtmais Ele não é escroto, dentro de campo ele pode ser babaca pelo nível que ele exige, mas fora ele sempre se mostrou alguém muito massa.
E assim, o que importa é esses caras jogarem bola, ninguém fica discutindo que o Romário é um escroto, mesmo sendo, o importante é o que ele fez
@ValdoLopes_@Pri_usabr1 KKKKK não tem como, por que a verdade é muito fácil, esse projeto foi idealizado no governo temer, é um projeto do BC daquela época continuado no governo dele claro, mas do qual ele não tinha a minima ideia de que existia.
A Câmara ouviu o povo e aprovou o fim da escala 6x1.
No dia seguinte, 40 senadores da oposição já tinham uma PEC pronta pra reverter isso.
@FlavioBolsonaro e aliados se movem rápido quando o assunto é proteger quem os financia.
FLÁVIO INIMIGO DO POVO!
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Que estranho, Renan Santos tava atras por quase 1000 apoiadores a menos que Jones Manoel e em uma tarde está quase no mesmo número dele, que coincidência que ele tenha ganhado em um dia 13% do que já havia apoiado ele em quase um mês rs
@targaryando@cartola4s@SakakibaraYama Mas isso é o que cenário mostrava, não sem a data clara da postagem no seu recorte, afinal se tu colocar vai coincidir com a pesquisa que demonstra isso, né? Infelizmente pesquisas de eleição são fotografias do momento
@cartola4s@SakakibaraYama Você chama de desculpa a sapatada clara que ele te deu kkkkkkkkk O cara claramente fazendo reformar e chamando a classe trabalhadora tá sendo competitivo a ponto de estar muito próximo, num país que elegeu pela primeira vez um presidente de esquerda KKKKKKKKKK
A extrema direita e os patrões tentam espalhar medo para impedir o fim da escala 6x1. Mas os dados mostram que reduzir a jornada não só é possível, como pode gerar mais empregos, melhorar a produtividade e garantir mais tempo de vida para o povo trabalhador brasileiro.
@teoremaspectral@Baranano_@souapenasV@danieldiascrvg Tipo, é tão óbvio que os caras mesmos dizem nas entrevistas que a proposta é quebrar o país para nao votarem no governo Lula kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk tipo que loucura, quem ele acha que ta enganando?
O PL criou uma arapuca tosca para o governo, uma armadilha digna de desenho animado, e muita gente não só caiu como defendeu que mergulhar nesse pântano era o melhor a se fazer. Mas pelo visto ainda há gente disposta ao enfrentamento.
Deixa eu te explicar: o que o Sóstenes, cinicamente, quer fazer é um "destaque de preferência" que, se aprovado, fará com que a proposta 4x3 vá a plenário. Como a proposta 4x3 não tem votos suficientes no plenário, ela seria derrotada e toda a discussão sobre o fim da escala 6x1 estaria prejudicada, impedindo a votação da proposta do governo (5x2).
Processo legislativo não é para amadores.
Oi @ErikakHilton , se a ideia é enfrentar e derrubar a transição, posso dar uma sugestão? Torço para o @rickazzevedo também avaliar a ideia e, se for o caso, cobrar esse tipo de destaque.
Fica aqui também o informe para a militância. Esses detalhes são pouco conhecidos pela militância. Então não custa explicar como funciona.
É possível derrubar a transição com bem menos da metade dos votos do plenário e derrubar a jornada imediatamente.
Basta o PSOL colocar em votação um destaque supressivo (DVS) na PEC da escala 6x1 para retirar a transição, a lógica do quórum vira a nosso favor.
Sabemos que para aprovar algo via PEC, precisamos de 3/5, 60%. Mas nesse caso invertemos o jogo. Como é destaque de PEC, caberá aos defensores da transição conseguir 3/5 (308 votos) para manter o trecho no texto. Ou seja, na pior das hipóteses vamos precisar de 206 deputados.
Hoje, o núcleo progressista puro da Câmara tem cerca de 127 deputados. A base ampla do governo passa dos 250, o que nos deixa com um "resto da base" (partidos de centro aliados e com Ministérios no governo) de aproximadamente 123 parlamentares.
E é aqui que a matemática fica muito favorável para nós:
Na pior das hipóteses (com zero ausências, painel com 513), a gente derruba a transição com apenas 40% dos votos (206 deputados).
Como já temos os 127 progressistas, faltariam apenas 79 votos. Ou seja, precisamos convencer pouco mais da metade desse "resto da base governista" (79 de 123). Sem sequer precisar encostar em um único voto da oposição bolsonarista ou da direita.
E, na prática, toda falta e abstenção joga do nosso lado e diminui essa necessidade, já que a meta deles de 308 é engessada:
Em um cenário com 50 ausências (o caso mais comum por lá), precisamos de apenas 156 votos contrários (30%) para derrubar a transição. Nesse caso, precisamos de irrisórios 29 votos dessa base de centro.
Já com um cenário de 100 ausências (dia de esvaziamento ou obstrução armada), bastam 106 votos contrários (cerca de 20%). Nesse cenário, o campo progressista sozinho tem mais votos do que o necessário para arrancar a transição.
Ou seja, é um excelente destaque. A gente derruba a transição com muito menos esforço do que parece.
Aliás, ainda não vi essa possibilidade ser cogitada. Fica aí a sugestão.