Excited to partner with @payprotocol, Korea's leading payment gateway company, to build a compliant purpose-built @avax L1 for KRW stablecoin settlements, enabling secure transactions for their 150,000+ merchants nationwide. Welcome to the Avalanche!
Corporate L1s are replaying L2 mania. Instead of colocating on shared, composable blockspace, they’re spinning up their own chains hoping to own the stack.
When P&L reality hits and issuer monetization lags, expect most of these chains to rebundle back into major ecosystems that already have distribution, liquidity, and infra network effects.
@Kira_sama@lonelyrooster_ Plus these L1 can comunicate with each other if they want to. The infra is already ready an running. And with the upcoming upgrade, Avalanche will be even faster
@Kira_sama@lonelyrooster_ It seems you know nothing about Avalanche. It's as if Avalanche were an L0 in which any institution can build their private or public L1 and customize it according to their needs. It does not need to compete for block space nor suffer interference from high traffic in other L1s
VanEck aren't deploying funds for Cardano
FIFA didn't migrate to Solana
SMBC didn't start working with SUI
They probably could have been paid to make those deals but didn't
Figure out why everyone is choosing Avalanche. What are you missing?
Estamos assistindo — calados ou cúmplices — à normalização do inaceitável: adultos emocionalmente devastados tratando bonecos de silicone como se fossem filhos reais, em um surto coletivo cuidadosamente embalado pela indústria, promovido pelas redes sociais e blindado pela covardia de quem se recusa a dizer a verdade.
O mundo enlouqueceu. E pior: passou a chamar de “terapia” aquilo que é, na essência, uma fuga patológica da realidade.
Como escreveu meu amigo Flavio Gordon, com precisão:
“Frutos de uma cultura hiper-subjetivista e narcisista, o aborto e a ‘parentalidade’ reborn são a contrapartida um do outro: enquanto o primeiro reduz a pessoa à condição de ‘amontoado de células’, a segunda eleva um amontoado de átomos à condição de pessoa. Em ambos os casos, o produto é o mesmo: um bebê sem vida. É o triunfo da cultura da morte.”
Nada mais representa tão bem o colapso moral e mental de uma era.