Please stop submitting AI slop code pull requests to RPCS3. We will start banning those who do without disclosing.
There are plenty of resources online to learn how to debug and code instead of generating slop that you don't understand and that doesn't work.
O QUE ELES NÃO DIZEM
Ministros do STF se dividem sobre a melhor forma de atravessar o período eleitoral, já marcado por críticas a eles próprios:
“Cinco ministros avaliam que é preciso um enfrentamento mais incisivo, com posicionamentos públicos que traduzam intransigência com eventuais ataques e deixem claras as possíveis consequências.
Outros cinco entendem que o melhor cenário é agir com discrição, fugir dos holofotes e submergir”, diz a Folha.
Nenhum, portanto, diz o certo, abaixo resumido em 10 itens:
- que o enriquecimento familiar de magistrados com banqueiros e outros empresários interessados em obter blindagem é um vexame moral para a composição de qualquer tribunal do mundo;
- que o libera-geral do CNJ em 2016 para magistrados palestrarem em eventos da elite econômica, sem precisarem sequer revelar cachês, turbinou a promiscuidade entre magistrados e bilionários, em detrimento da independência e da imparcialidade do Poder Judiciário;
- que o Supremo jamais deveria ser usado para blindar ministros contra avanço de investigações sobre suas condutas individuais, nem para retaliar que ousa trazer à luz informações comprometedoras ou críticas a respeito delas;
- que nenhum ministro deveria reagir a manifestações legítimas de vigilância entrando com ações de intimidação em inquéritos sem fim ou com representações a órgão comandado por ex-sócio, que dirá associando críticos à homossexualidade, à ladroagem e a milícias, muito menos acusando, ao mesmo tempo, uma parcela indeterminada do povo de atuar em indústria de difamações e calúnias;
- que o art. 53 da Constituição Federal “pontifica que os Deputados e Senadores são invioláveis por suas 'opiniões, palavras e votos', desenvolvimento consequente do princípio da separação dos poderes (art. 2°)”, conforme decisão anterior de Gilmar Mendes no MS 37.115/DF, DJe 19/08/2020, e que isso abrange votos em CPI;
- que “quem não quer ser criticado, quem não quer ser satirizado, fica em casa”, como disse Alexandre de Moraes em 2018, quando também defendeu que “a liberdade de expressão autoriza programas humorísticos, charges, sátiras, realizados a partir de trucagem, montagem ou outro recurso de áudio e vídeo”;
- que “a Corte Europeia de Direitos Humanos referendou a importância do livre debate de ideias, afirmando que a sátira é uma forma de expressão artística e comentário social, que, além da exacerbação e da deformação da realidade que a caracterizam, visa, como é próprio, provocar, agitar”, como também citou Moraes em 2018, frisando que a decisão se deu contra um pedido de responsabilização posterior à publicação;
- que “quem gosta de mordaça é tirano, quem gosta de censura é ditador”, como resumiu Cármen Lúcia em 2018;
- que os ministros não estão acima da lei, nem podem impor a todos regras gerais que, na hora do aperto, só não se aplicam a eles próprios;
- que os ministros jamais podem ser confundidos com a instituição em si, muitos menos com a democracia em geral, e que usar deliberadamente este artifício é uma forma manipuladora de acobertar más condutas sob a afetação de zelo pelo mesmo tribunal prejudicado por elas.
O blog de esquerda que ajudou o sistema a sabotar o combate à corrupção, garantindo boquinha em TV estatal a um de seus editores, agora promove o antissemitismo no Brasil.
Depois de espalhar ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens roubadas por hackers, lança contra todos os turistas israelenses a pecha de agentes do “genocídio”.
O principal efeito da sabotagem de anos atrás foi a volta de esquemas bilionários de corrupção no país, como o orçamento secreto no Congresso, o roubo dos aposentados no INSS e as fraudes de Daniel Vorcaro no Banco Master.
O principal efeito da criminalização generalizante do povo de Israel é a violência antissemita nas ruas e nos pontos turísticos brasileiros.
Mas a pretensa intelectualidade esquerdista jamais assume a responsabilidade sobre os atos perversos que ajuda a legitimar.
Khamenei está morto
E parte do mundo, que vive de barulho, fez um silêncio cuidadosamente calculado. Um silêncio que não é luto. É conveniência. É covardia disfarçada de prudência.
Porque se existe um lugar onde a moral se testa de verdade, não é no conforto dos slogans: é diante do carrasco.
E Khamenei foi isso: o carrasco institucional, com carimbo, toga, fuzil, forca e polícia da moral. Um regime que tratou mulher como infração ambulante, um regime que educou gerações pela chantagem do medo, que fez da rua um tribunal e do tribunal um espetáculo de intimidação.
E aí eu pergunto sem floreio, sem licença e sem paciência:
Cadê as feministas?
Cadê as que gritam por liberdade mas só quando a pauta é socialmente rentável, só quando dá like, só quando a indignação combina com o uniforme ideológico do dia?
Cadê vocês quando o mundo fica livre do tirano que perseguia e assassinava iranianas por um fio de cabelo, por um pedaço de pele, por um passo “errado”, por existirem com um corpo que o Estado queria domesticar?
Aquele que mandava estuprar mulheres na prisão porque se fossem virgens não poderiam ser assassinadas? Que matava em praça pública adolescentes por assistirem filmes na internet?
Aos defensores dos direitos humanos, aonde estavam vocês quando a máquina do regime triturou pessoas que foram pra rua pedir o básico: liberdade e receberam em troca espancamento, cárcere, enforcamento, desaparecimento?
Crianças foram massacradas. Intencionalmente. Aonde estavam quando a recente repressão deixou um rastro de mortos e torturados que não cabem num post, mas cabem numa palavra: massacre?
E não me venham com essa ladainha de complexidade.
Complexo é explicar por que vocês conseguem chorar por algumas crianças e não conseguem nem mencionar outras.
Complexo é explicar por que vocês aprenderam a repetir “Free Palestine” como rosário político especialmente depois de 07/10/2023 e não conseguem dizer, com a mesma garganta, com o mesmo fervor, com o mesmo ódio de teclado:
FREE IRAN.
Porque a verdade é feia, e por isso vocês tentam cobri-la com pano de discurso:
A consternação de vocês é seletiva. A compaixão é condicional. O humanitarismo é partidário.
Vocês escolhem quais vítimas merecem luto.
Vocês escolhem quais mortes merecem manchete.
Vocês escolhem quais estupros merecem indignação.
Vocês escolhem quais ditaduras merecem contexto e quais merecem condenação.
E hoje ficou escancarado: vocês estão em silêncio porque admitir que esse homem era um monstro exigiria admitir outra coisa, ainda mais indigesta pra vocês: neste capítulo, quem está ajudando iranianos a romper o pescoço do regime, gostem ou não, são Israel e EUA.
Aí a narrativa de vocês entra em pane.
Aí a virtude performática engasga.
E enquanto vocês calculam palavras pra não desagradar a própria tribo, iranianos - leões - estão celebrando pelo mundo. Celebrando com a coragem de quem sabe que o futuro pode doer, mas o passado doía mais.
Celebrando porque esperança, pra quem viveu o terror, é uma coisa concreta:
é abrir a janela sem medo,
é andar na rua sem baixar os olhos,
é voltar a rir sem pedir desculpa,
é dançar: dançar como quem recupera um pedaço da alma que o Estado tentou confiscar.
Vocês podem continuar com a seletividade.
Podem continuar com o cinismo.
Podem continuar escolhendo quais vidas valem, sempre as que servem ao seu enredo contra Israel e EUA.
Mas saibam: isso não é militância. É desumanização por conveniência.
E dá nojo, sim, porque é o tipo de nojo que nasce quando a gente vê alguém trocando a humanidade por ideologia.
Vocês perderam uma qualidade : a de ser humano: movidos só por ideologia, incapazes de olhar uma criança sendo torturada e sentirem dor, se isso não servir para destilarem seu ódio por Israel e EUA.
E antes que comece o mimimi, sim, eu me importo com toda criança que morre. Minha humanidade não é seletiva. É verdadeira.
Hoje os iranianos respiram um pouco.
Que possam dançar de novo.
E sim: nós dançaremos com eles. 🦁🇮🇷
@Paulinh91657849@SamPancher É preciso ser um tremendo canalha ora escrever um absurdo desses.
Se Lula é cristão, eu sou o Tom Cruise.
É inacreditável o que a cegueira ideológica e a dissimulação são capazes.
@AlamFelix@MariWerner10@jose_neumanne É como eu digo: É preciso ser um canalha, verme incurável pra defender bandido do jeito que você defende.
É incrível o quanto as pessoas se rebaixam pra defender tipos como Bolsonaro, Lula e bandidos afins.
Ou tá ganhando alguma coisa, ou já vendeu a alma faz tempo.
@JesusdaFiel@jose_neumanne Engraçado… você chama os outros de bovino mas age como um pior. É como dizem, a diferença entre o gado bolsonarista pro petista é a cor do cercadinho e o peão que toca o berreiro.
@beaabagge@jose_neumanne Agora vem a pergunta: A sua régua moral só funciona contra os inimigos do verme Petista e seus sequazes? Porque deve funcionar pros dois, não somente pro verme do Bolsonaro.
@Gutbyra@jose_neumanne Grande Guarabyra. Tudo que você disse funcionaria, se ao menos fôssemos republica, estado democrático de direito onde as leis são levadas a sério.
Quem ainda acredita que o Brasil seja qualquer uma dessas coisas, ou é gravemente ingênuo, ou é uma pessoa de caráter duvidoso.
Ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens de MP e juiz de 1a instância roubadas por hackers, sem menção a pagamentos:
VALE TUDO!
Conteúdo autenticado de mensagens obtidas pela Polícia Federal, com ordens de pagamentos a resort ligado a ministro do STF:
LIXO JURÍDICO!
“Toffoli é um exemplo” entre “magistrados firmes”, pois “não teme reações adversas”, disse o então ministro Lewandowski em evento patrocinado por Master e JBS em outubro de 2024 em Roma, com Daniel Vorcaro, Ciro Nogueira e PGR Paulo Gonet.
Dois meses depois, Vorcaro se reuniu com Lula, por intermédio do ex-ministro Guido Mantega, que faturava R$ 1 milhão por mês do Master, enquanto o escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco de Vorcaro, o que renderia mais de R$ 6 milhões até setembro de 2025.
Toffoli lamentou a quantidade exorbitante de 14 mil processos julgados por ano no STF, criticando a “judicialização excessiva”. Mas ele próprio somaria mais um, mantendo o caso Master no Supremo, sob sua relatoria. A administração do resort Tayayá, ligado à sua família, já teve participação do cunhado do dono do Master e hoje está a cargo de um advogado da JBS - as mesmas empresas patrocinadoras daquele evento.
A “firmeza” contra “reações adversas”, obviamente, só é admirável quando essas reações afrontam a verdade, violam a moralidade e demandam indiferença às regras do jogo.
Do contrário, não se tem “firmeza”, mas apenas o descaramento das condutas impróprias, das decisões convenientes e da blindagem do sistema. Essa postura, sim, é admirada e desejada por muita gente poderosa que tem rabo-preso e esqueleto no armário.
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