Diálogo recuperado pela PF e obtido pelo Estadão mostra Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, mandou o contrato R$ 129 milhões diretamente a Daniel Vorcaro
O apresentador Felipe Campos deuxa uma pergunta no ar ,como uma Wepink Empresa da Virgínia consegue faturar Um Bilhão por ano vendendo body splash? Eita !
Durante a coletiva de encerramento do G7 em Evian, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma pergunta sobre o encontro com Lula acabou levando Donald Trump a fazer declarações duras sobre o cenário político brasileiro.
Questionado sobre o encontro, Trump afirmou que passou “bastante tempo” com Lula. Ao comentar a situação do Brasil, o presidente americano deixou de lado a diplomacia e fez uma avaliação do cenário político brasileiro.
“O país está ficando um pouco complicado. Politicamente. Tem sido um pouco perigoso”.
Trump também disse ter sido informado, após o encontro com Lula, sobre a condenação de Eduardo Bolsonaro. Chamando-o de “Bolsonaro Júnior”, o presidente americano demonstrou surpresa ao comentar que um dos principais nomes da oposição brasileira havia sido condenado à prisão após declarações feitas em território americano:
“Eles agem com bastante dureza”.
Este é mais um sinal de que a crise institucional brasileira deixou de ser um tema restrito ao debate interno e passou a ser observada no exterior com crescente preocupação. Nos últimos anos, decisões judiciais envolvendo censura, investigações contra opositores, bloqueios de contas, prisões e restrições a parlamentares passaram a atrair atenção internacional.
Curiosamente, Trump sequer respondeu à parte da pergunta sobre tarifas comerciais ou sobre o combate às facções criminosas. O que lhe veio à mente ao falar do Brasil foi a situação política e o tratamento dispensado a adversários do sistema.
O constrangimento para o governo Lula é evidente. Em vez de sair do G7 com manchetes sobre acordos, cooperação econômica ou protagonismo internacional, o encontro terminou com o presidente dos Estados Unidos descrevendo o Brasil como um país politicamente “perigoso” e comentando a situação de um dos principais nomes da oposição.
Uma cena impensável há poucos anos e que ajuda a explicar por que a imagem das instituições brasileiras vem sofrendo desgaste crescente fora do país.
Tem método. E o mundo inteiro está assistindo…
Venezuela 👉 Nicarágua 👉 Brasil
Quando o sistema impede seu principal opositor de concorrer, isso não é democracia. É o manual clássico dos regimes autoritários.
Sumir com adversários da cena política e torná-los inelegíveis para retirá-los da corrida eleitoral sempre foi a arma dos tiranos.
ANISTIA JÁ! Libertem Bolsonaro.
Pohan levei tanto tempo pra achar esse vídeo de alguém que entende do que está falando sobre a relação entre ferritina e metabolismo (tireoide)! Antes tarde do que nunca! Médico bom tem pouco, mas ruim tem de monte no mundo!
Eu trabalhei durante 15 anos para o Grupo Globo: na CBN (Sistema Globo de Rádio) e GloboNews. Não posso negar que aprendi muito na companhia de grandes nomes do jornalismo.
Mas eu entendo perfeitamente a sensação da jornalista Edna Gomes, que deixou a GloboNews e vem a público dar nomes aos bois: ela descreve perfeitamente cada um dos analistas/comentaristas e suas falhas e contradições na realização de uma militância ideológica travestida de jornalismo.
É muito ruim para a emissora, mas ainda pior para a audiência!
Via ℹ️IaraGB 🐒💨L🌻👉🇧🇷
@iaragb