O ministro Gilmar Mendes foi recebido em Portugal para o Gilmarpalooza com questionamentos e críticas do jornalista português Sérgio Tavares, que sofreu uma detenção ilegal e abusiva quando esteve no Brasil por ordem de Alexandre de Moraes.
Em fevereiro de 2024, Tavares veio ao Brasil para cobrir o ato pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, mas foi retido pela Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos assim que desembarcou. Ficou detido por horas. A própria PF admitiu que a retenção ocorreu por questões políticas, mediante monitoramento prévio das redes sociais do jornalista.
Gilmar vai responder?
Paulo Figueiredo deixou jornalistas sem resposta ao argumentar sobre possíveis conexões entre setores da esquerda latino-americana, regimes aliados e o narcotráfico. Ele citou investigações, delações e denúncias internacionais, incluindo o caso de Hugo Carvajal e operações contra o PCC, para sustentar sua tese. Segundo ele, parte da imprensa evita discutir o tema de forma aprofundada, mas os fatos levantados por investigações merecem análise e debate.
Via @horalivre22
Classificaram manifestantes, idosos, ambulantes e uma série de civis comuns como terroristas e retiraram diversos direitos fundamentais dessas pessoas.
Quem fez ou apoiou isso são os mesmos que hoje defendem facções ultraviolentas sob pretexto de "soberania".
Não há qualquer justificativa plausível para um governo não querer combater narcoterroristas, a menos que esteja associado a eles. E é exatamente essa a pergunta que os eleitores deste miserável país estão se fazendo neste momento e seguirão fazendo até outubro.
Terrorismo é uso da violência para fins políticos. O maior fim político de todos é obter poder. A maior crise de soberania no Brasil não é quando Alexandre de Moraes é sancionado, isso é uma punição previsível por ele ser um tirano que não respeita direitos humanos. Ameaça à soberania é 26% da população brasileira, mais de 50 milhões de pessoas, vivendo sob a "governança do crime" do PCC e Comando Vermelho, como revelou este estudo de agosto passado. https://t.co/X5gg2qqCCA
Imagina se, em vez de atirar aviões contra as Torres Gêmeas, a Al-Qaeda tivesse conseguido encabrestar um quarto da população americana. Isso seria um sucesso tremendamente maior para a tática terrorista do que matar 3000 mil pessoas num dia só.
O Brasil é o pior caso em 18 países latino-americanos analisados. 73% da população brasileira convive com os narcoterroristas.
O que o governo Trump fez, classificar essas organizações como terroristas, faz sentido. O que não faz sentido são as manobras retóricas para tentar afastar organizações que buscam o poder para refundar um narco-Estado no Brasil da designação de terroristas.
É muito justo que essas manobras diversionistas sejam vistas por muitos como indício de cumplicidade. Depois de Deolane, Choquei e visitinhas da Dama do Tráfico ao Ministério da Justiça, o que seria surpreendente é ninguém fazer essa ilação.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q
Missão CUMPRIDA @FlavioBolsonaro! Fez mais pela segurança do povo brasileiro como pré-candidato do que Lula em 3 mandatos como presidente!!
#THANKYOURUBIO!!
https://t.co/gh2ePKx4Qw
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ
TIC TAC MOTHERFOCKAS!!!!!
U.S. SECRETARY OF STATE RUBIO: STATE DEPT DESIGNATING BRAZIL'S COMANDO VERMELHO AND PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL AS 'SPECIALLY DESIGNATED GLOBAL TERRORISTS'
RUBIO: U.S. INTENDS TO DESIGNATE BOTH GROUPS AS 'FOREIGN TERRORIST ORGANIZATIONS,' EFFECTIVE JUNE 5
Free speech is not merely a “right.” It is the mechanism by which societies discover whether power still has consent.
That is why unpopular rulers fear it most. They are the officials who decide who may speak, which facts may circulate, which platforms may exist, and which citizens may be heard.
John Stuart Mill understood that censorship rests on an arrogant premise that power is entitled to decide truth for everyone else. Hannah Arendt understood that once political power becomes hostile to factual truth, the first target is the person who says what everyone is supposed to pretend not to know.
Censorship, therefore, is usually a confession that the ruler driving it cannot survive persuasion, so he must control conversation.
A justiça dos EUA entendeu que há perseguição no Brasil;
A justiça da Espanha entendeu que há perseguição no Brasil;
A justiça da Polônia entendeu que há perseguição no Brasil;
Agora a justiça da Itália também entendeu que há perseguição no Brasil;
Mas tem imbecil brasileiro que prefere fingir acreditar que é tudo pela democracia.
A Alemanha foi dividida ao meio.
Mesmo povo. Mesma cultura. Mesma educação.
De um lado, liberdade econômica. Do outro, o socialismo.
50 anos depois, um lado produziu BMW, Siemens, Bayer e BASF. O outro... não produziu nada.
Isso não é teoria. É o experimento mais importante da história moderna.
E o gráfico que a gente mostrou na live deixa isso ainda mais claro: educação sozinha não gera prosperidade. Liberdade econômica é o que separa países ricos de países pobres.
#capitalismo #liberdade #economica #liveprosperidade