Quando a Irlanda entrar em campo contra Israel, no dia 27 de setembro, estará, segundo seu treinador, "jogando contra o genocídio".
As duras palavras proferidas por Heimir Hallgrímsson refletem o sentimento da maioria dos irlandeses. As partidas contra Israel pela Liga das Nações, aliás, só acontecerão para que a seleção não seja punida.
Após o sorteio colocar Irlanda e Israel na mesma chave da Liga das Nações, houve deliberação na federação irlandesa sobre entrar em campo ou não nas partidas. Jogar venceu por 75 votos a 32, mas houve um pedido para que o confronto fosse vetado em um futuro próximo, o que foi negado pela UEFA.
Os irlandeses prestam apoio em massa à Palestina devido ao seu histórico de luta contra a colonização e opressão. A Guerra de Independência contra o Reino Unido no início do século XX ainda marca muito a memória da nação, e a ilha segue dividida entre Irlanda, independente, e Irlanda do Norte, mostrando que ainda há um caminho a se percorrer.
O apoio irlandês à causa palestina no futebol aparece em várias modalidades e com atletas e torcedores. Um amistoso recente entre Irlanda e Catar precisou ser interrompido duas vezes após bolas de tênis com a bandeira palestina serem atiradas no gramado. Mais de 160 atletas, entre eles o boxeador Tyrone McKenna e a corredora Ciara Mageean, assinaram um documento pedindo um boicote a competições que contam com israelenses.
Com tantas preocupações envolvendo confrontos entre os dois países, houve o veto para que a Irlanda receba Israel em uma partida. Assim, se o jogo com mando de Israel será na Hungria, onde a equipe vem jogando com frequência, a partida com mando irlandês será na Sérvia, e com portões fechados.
Para o islandês Hallgrímsson e seus comandados irlandeses, serão duas oportunidades de enfrentar o genocídio, para os israelenses, duas oportunidades de se vingar de uma declaração que causou revolta: a federação israelense replicou dizendo que o treinador demonstrou "estupidez, ignorância e hipocrisia" em suas palavras.
Será um novo ciclo no futebol de seleções, mas as polêmicas são repetidas...
JUST IN: 🇺🇸🇻🇪 Trump is now openly stating at the UN that the drug trade was not the reason he attacked Venezuela, but rather to stop other countries (Russia and China) from gaining a foothold in the Western Hemisphere:
“Our actions in Venezuela are proof that the United States will no longer permit threats to America to gain a foothold anywhere in the Western Hemisphere, and if necessary, we will use our unmatched military might to secure the vital national interests of the United States.”
Speaking as a queer Palestinian, there is nothing killing more queer Palestinians than Israeli military missiles. So if you care about them, perhaps that's where you would focus your attention.
Israeli soldiers took a PR photo with a Palestinian grandma and when they were done, they shot her in the head and executed her.
What a sick and deranged country.
Israel is not allowing peanut butter into Gaza because they say it's a "luxury," though the UN and aid workers have pointed out it's a nutritional supplement for a starving population
Gérard Darmon, accusé par 9 femmes de violences sexuelles, les accuse d'antisémitisme. 🤮 La carte joker qui efface tous les crimes. En Macronie, c'est la technique: l'agresseur devient victime. L'indécence totale.
The mum of a British Royal Marine killed in Gaza while delivering food to desperate Palestinians has urged Andy Burnham to completely ban selling arms to Israel.
Sionista da UP processa professor do PCO
Perfil que se apresenta como militante da UP protocolou no MPRJ denúncia contra Vitor Lara e anunciou que seria aberto um inquérito.
Um partido que se apresenta como comunista deveria combater posições políticas por meio da discussão e da organização. Denunciar um professor ao Ministério Público por causa de uma polêmica nas redes é recorrer ao aparelho repressivo do Estado burguês para intimidar um adversário.
A acusação de “antissemitismo” é especialmente reveladora. No trecho divulgado da denúncia, não aparece nenhuma declaração contra judeus. Tampouco se explica por que as críticas de Lara ao Estado de “Israel” seriam uma forma de ódio religioso ou racial. A equiparação entre antissionismo e antissemitismo é usada pelos defensores de “Israel” para perseguir a militância em defesa da Palestina.
Isso aqui foi muito pica, o cara tuitou tentando ridicularizar o trabalhador e chamou de demagogia, mas tenho certeza que isso aqui tocou fundo em todo e qualquer trabalhador de base que tenha assistido isso ao vivo.
Não fecho com o PCO, mas esse vídeo foi lindo demais.
Meus parabéns ao @monark por seu comportamento e sua opinião no podcast com @madeleinelacsko acerca do genocídio palestino, desmascarando as mentiras, o despreparo e o cinismo dessa senhora, cuja subserviência ao lobby sionista cheira a enxofre e a mau-caratismo da pior espécie.
⛔️ Gaza’s Health Ministry reports that FOUR Palestinians have been killed, including a CHILD and the son of a senior Health Ministry official in the past 24 hours by Israeli forces.‼️
Washington Üniversitesi'nden yeni mezun Ayşenur Ezgi Eygi, “Çocukları öldürmeyin” dediği için İsrailli keskin nişancılar tarafından öldürüldüğünde, bu olay neredeyse hiç haber yapılmadı.