@nikolas_dm , sou mineiro de BH, seu eleitor e pago seu salário.
Escolhi você para me representar no Congresso. Não admito ser chamado de cachorro (nada contra os dogs) quando te cobro para se posicionar e apoiar @FlavioBolsonaro, candidato indicado pelo nosso eterno presidente Bolsonaro, o mesmo que te ajudou a chegar até aqui.
Minha revolta e decepção com sua postura atual são proporcionais à admiração que eu tinha por você.
Não pense que não estamos percebendo a estratégia nos bastidores: unir uma nova geração da política que muitas vezes parece mais preocupada com projeto pessoal do que com o fortalecimento da direita e libertação do Brasil da esquerda.
Quem te colocou onde você está foi o povo conservador, patriota e bolsonarista. E esse povo merece respeito, coerência e gratidão.
Depois que questionei publicamente o viés de confirmação da pesquisa, Andrei Roman, CEO da Atlas, me ofereceu indicar algum áudio ou vídeo sobre Lula para que ele possa testar numa próxima pesquisa. Trata-se, claro, de uma armadilha retórica para tentar demonstrar isenção. Se realmente fosse isento, o pesquisador e seu instituto já teriam questionado o eleitor sobre o envolvimento de Lula e do PT com o Master.
Afinal, a imprensa já revelou encontros secretos e conselhos de Lula ao banqueiro, além de seu apoio financeiro e institucional à farmacêutica que tinha Vorcaro como principal acionista; fora a contratação de Guido Mantega e de Ricardo Lewandowski, e a relação de Rui Costa e Jaques Wagner com Augusto Lima e Daniel Monteiro, sócio e advogado de Vorcaro. Dava para fazer uma pesquisa inteira só com perguntas sobre essas e outras evidências.
Desde que o escândalo veio à tona, porém, o Atlas poupou Lula e os petistas do constrangimento. Antes desta pesquisa sobre Flávio, o escândalo só foi tratado numa outra pesquisa de março sobre a confiança do brasileiro no Supremo Tribunal Federal. E mesmo nessa, foram feitas apenas 6 perguntas, a maioria genérica, sem menções ao contrato de R$ 129 milhões de Viviane Barci ou da compra da sociedade de Dias Toffoli no resort Tayayá.
No caso de Flávio, porém, há expressões e gatilhos emocionais evidentes. O instituto de Andrei pergunta qual grupo político estaria “mais envolvido” no escândalo, sem apresentar o que pesa contra os demais; se o áudio de Flávio surpreendeu, se evidencia seu envolvimento direto no escândalo e até se ele deveria desistir de concorrer à Presidência. Entendeu?
Alerta: Atlas explora Flávio e STF, mas poupa Lula no Master https://t.co/133haTe1nG
Gerson
- capitão do Flamengo
- jogando pra cacete
- já estava sendo convocado pelo Ancelotti
faltando 1 ano pra Copa ele decide largar tudo isso e vai pro ZENIT só pelo dinheiro, 6 meses depois se arrepende e volta pro Brasil mas aí já era tarde
fora da Copa do Mundo 🤣🤣🤣
Hoje, dia 15 de maio de 2026, o Marceneiro do Metrópoles (@SamPancher) afirmou que é totalmente NORMAL cobrar 25 milhões do Master pra divulgar sua marca durante transmissões da série D.
Série D... Série D... Série D...
Como o futebol brasileiro tá caro...
COMO EU DISSE: NÃO HÁ DINHEIRO DO VORCARO NO FILME DARK HORSE!!!
Recebi a nota da produtora e repasso:
NOTA TÉCNICA À IMPRENSA
A GOUP Entertainment esclarece, preliminarmente, que a legislação norte-americana aplicável a operações privadas de captação no setor audiovisual veda a divulgação da identidade de investidores cujos aportes encontrem-se resguardados por acordos de confidencialidade (Non-Disclosure Agreements). Trata-se de prerrogativa contratual e regulatória legítima, assegurada aos financiadores de projetos estruturados sob o regime de investimento privado, e que esta produtora é obrigada a observar.
Sem prejuízo das restrições acima e com o propósito de afastar especulações infundadas, a GOUP Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.
A produtora reafirma que o projeto cinematográfico Dark Horse foi estruturado dentro de modelo privado de desenvolvimento audiovisual, por meio de articulações, parcerias e mecanismos legítimos do mercado de entretenimento nacional e internacional, sem utilização de recursos públicos.
Cumpre destacar, ademais, que conversas, apresentações de projeto ou tratativas eventualmente mantidas com potenciais apoiadores e empresários não configuram, por si só, efetivação de investimento, participação societária ou transferência de recursos — sendo improcedente qualquer ilação em sentido contrário.
A GOUP Entertainment repudia, portanto, tentativas de associação indevida entre a produção cinematográfica e fatos externos desprovidos de comprovação documental, financeira ou contratual.
A produtora permanece à disposição das autoridades competentes e da imprensa para os esclarecimentos cabíveis, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e a integridade de suas operações.
GOUP Entertainment