AGORA: Em entrevista, Endrick revela vasto conhecimento sobre a cultura norueguesa:
"Em Oslo, eles acreditam que o Mayhem criou o Black Metal e que o Dead foi o primeiro do gênero a usar corpsepaint. Patético. Eles negam o Sarcófago porque é do Brasil e vão pagar por isso."
Starting today, @ForeignPolicy is lifting its paywall on ALL content. From the Iran war to the World Cup, read up on the biggest global stories—for free! 1/9
São Tomás de Aquino disse que a virtude não é um dom.
é um hábito.
você não acorda corajoso, paciente ou generoso.
você se torna
fazendo a coisa certa
uma vez depois da outra
mesmo quando não quer.
Hoje eu entendi que Deus escreve até nas datas.
03 de abril.
O dia em que meu pai morreu.
Há exatamente 9 anos.
Um pai que eu nunca tive de verdade.
Que nunca quis me ver.
Nunca quis me receber.
Foi nesse dia que a ausência marcou a minha história.
E eu carreguei o caixão dele.
Mas hoje… justamente hoje…
na Sexta-feira Santa,
eu estou com meu filho nos braços.
No dia que representa dor, sacrifício e silêncio…
Deus escolheu me mostrar redenção.
Miguel Zattar nasceu ontem.
E hoje, no mesmo 03 de abril que um dia me marcou pela falta…
a vida me entrega a presença mais linda que eu já vivi.
No dia em que eu lembro da dor de não ter tido um pai…
Deus me dá a chance de ser o pai que eu nunca tive.
A data que um dia foi luto…
hoje virou o maior propósito da minha vida.
A data que um dia foi ausência…
hoje transborda presença.
Na Sexta-feira da dor… Deus me entregou redenção.
O ciclo não termina em mim.
Ele se cura em mim.
Trajano, sobre o Alê Oliveira, no Charla Podcast:
O Alê tinha tudo para ser um dos grandes comentaristas do futebol brasileiro.
Conhece o jogo, sabia se expressar, tinha visão tática e passagem como técnico.
O pacote completo.
Mas ele escolheu outro caminho: virou humorista.
O problema?
Humor exige talento específico. É pro Fábio Porchat, pro Marcelo Adnet, pra quem nasceu pra isso.
O Alê não nasceu.
E o humor que ele foi buscar era do tipo fácil, piada com mulher, com negro, conteúdo de mau gosto que agrada multidão no curto prazo e destrói reputação no longo.
Funcionou por um tempo.
Depois veio o efeito dominó: saiu de uma emissora, saiu de outra, saiu de mais uma.
E em vez de se perguntar o que havia de errado no próprio caminho, virou o cara que acha que há um complô em todo lugar que passa.
Resultado? Um comentarista de alto nível que o futebol brasileiro não vai ter.
Um humorista mediano que ninguém pediu. E um cara ressentido que vive reclamando de conspirações.
Talento desperdiçado dói mais do que incompetência.
📻 José Trajano no @CharlaPodcast — link abaixo
O uso de IA mais impressionante que já vi: UM NOVO EPISÓDIO DE CHAVES
A história mostra Chaves visitando Jaiminho no hospital, já no fim da vida; emocionante demais
Músicas, falas, expressões, tudo tá perfeito, parece muito real
(autoria do editor e roteirista Paz Greemland)
Olha que legal, Emilio Santiago participando do programa Flávio Cavalcanti, no quadro Isso dá um Samba.
Tu ia lá, contava uma história e os músicos criavam um samba, se liga na afinação do Emilio e no piano super bem tocado.
Às vezes me pego pensando que a música brasileira era muito mais inclusiva quando não se falava em diversidade: tinha cantor aleijado, cantora cega, cantor anão, músicos albinos, artistas de todas as raças e orientações sexuais.