Uma mulher negra foi condenada por racismo no Brasil. O crime? Dizer que homem é homem.
Bianca Barreto, influenciadora de Salvador, foi condenada pela Justiça da Bahia a dois anos de reclusão e R$20 mil de indenização por se referir à deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG) no masculino.
O instrumento: a Lei do Racismo (Lei 7.716/89), aplicada via decisão do STF de 2019 (ADO 26) que equiparou transfobia a racismo. O Congresso nunca votou lei específica. Três ministros do próprio STF divergiram, dizendo que só o Legislativo pode criar crimes e penas.
A mesma galerinha que diz proteger os negros usou a Lei do Racismo pra condenar uma mulher negra. A mesma galerinha que diz defender a mulher trabalha no apagamento da mulher. Duas falácias expostas no mesmo caso. A defesa identitária nunca foi sobre proteger. Foi sobre controlar quem pode falar.
A decisão cabe recurso. Mas o precedente já está aberto.
Siga @mendes__babi | Babi Mendes é candidata a Deputada Federal por São Paulo e aliada da família Bolsonaro. Aqui você para de ser enganado pela esquerda.
Homens Fortes, Mulheres Soberanas e Crianças Protegidas. Isso é o básico, e o Brasil do Bom Senso começa com o básico bem feito.