O GOVERNO FLÁVIO JÁ ESTÁ SENDO LOTEADO — E O ALVO PODE SER O PRÓPRIO BOLSONARISMO!
Kim Paim expõe um movimento que merece a atenção de todo bolsonarista: enquanto a direita se mobiliza para eleger Flávio Bolsonaro, setores do liberalismo rentista parecem trabalhar antecipadamente para ocupar espaços estratégicos no futuro governo, impor sua agenda econômica e afastar a ala ideológica ligada a Eduardo Bolsonaro.
A indignação de Kim tem fundamento. Não se trata de rejeitar a competência técnica ou de exigir que todos pensem exatamente da mesma maneira. O problema é quando grupos que não foram os principais responsáveis por construir a candidatura passam a agir como se tivessem o direito de definir os rumos do governo — e, sobretudo, de decidir quem deve ou não participar dele.
O episódio envolvendo a indicação para o Ministério da Fazenda é revelador. Uma matéria atribui a bolsonaristas a insatisfação com a possível escolha de Marcelo Kayath, apoiado por Eduardo, mas Kim questiona justamente isso: que bolsonaristas são esses que estão insatisfeitos? Se a resistência parte de setores do mercado financeiro que historicamente divergiram de Bolsonaro, por que apresentá-la como se fosse uma rejeição da própria base bolsonarista?
Mais preocupante ainda é a articulação em torno do fim da reeleição. A justificativa apresentada é permitir que Flávio faça reformas impopulares sem precisar disputar um segundo mandato. Mas impopulares para quem? Quem pagará a conta dessas reformas? E por que o presidente deveria abrir mão antecipadamente do direito de buscar a continuidade de seu projeto político?
Aqui está um dos pontos centrais levantados por Kim: a oposição à reeleição pode ter muito menos a ver com um princípio institucional e muito mais com um cálculo de poder.
Se Flávio assumir o custo político de medidas que desagradem à população, enquanto outros grupos preservam sua influência e ficam livres para colher os frutos políticos em 2030, quem realmente ganha com esse arranjo? O bolsonarismo pode acabar pagando a conta, desgastado perante seu próprio eleitorado, enquanto adversários internos se beneficiam do enfraquecimento da família Bolsonaro e da abertura de espaço para outros projetos presidenciais.
E por que falar disso agora, antes mesmo do segundo turno?
Há quem critique essas discussões, antes da votação, alegando que apontar problemas no entorno de Flávio neste momento prejudicaria a candidatura. Mas essa preocupação inverte a lógica das coisas. Não estamos discutindo isso porque queremos enfraquecer Flávio, mas porque queremos que sua vitória represente o projeto político pelo qual milhões de brasileiros estarão votando.
É justamente agora que precisamos prestar atenção. Decisões tomadas pela cúpula da campanha, compromissos assumidos nos bastidores, alianças construídas e espaços prometidos a determinados grupos podem se transformar em fatos consumados. Reverter essas escolhas poderá ser muito mais difícil depois.
Os interesses em jogo e a convergência desses movimentos justificam, no mínimo, um questionamento político rigoroso — e não o silêncio diante de decisões que podem comprometer o projeto.
A direita precisa vencer a eleição, sim. Mas também precisa compreender quem pretende definir os rumos do governo depois da vitória.
Porque conquistar o Planalto e, depois, entregar o comando político a grupos que não compartilham integralmente o projeto bolsonarista seria uma vitória eleitoral com gosto de derrota.
O momento de discutir os rumos do governo é agora, quando ainda há espaço para influenciar as decisões — e não depois, quando a base eleitoral descobrir que outros já decidiram por ela.
@kimpaim
SHOW DE HORRORES NA MANIFESTAÇÃO DA ESQUERDA HOJE.
Ato pró-Lula na Avenida Paulista teve terrorismo, vandalismo e depredação.
Um verdadeiro antro de bandidos!
Nunca foi tão fácil escolher um lado.
As imagens do ato pró-Lula de domingo, na Avenida Paulista, deveriam constranger qualquer defensor da democracia; militantes encapuzados, uma bandeira dos Estados Unidos incendiada, pichações exaltando a revolução e gritos de “Fogo nos fascistas!”. É essa a liberdade que dizem defender?
Setores da esquerda, influenciados por movimentos marxistas-leninistas, falam em derrubar o “fascismo” enquanto defendem um projeto político que, somados os governos de Lula e Dilma, já ocupou o Planalto por quase duas décadas. Revolução para conservar Lula no poder? E quem discorda é rotulado de fascista, hostilizado e tratado como inimigo a ser eliminado - justamente com os métodos fascistas que dizem combater. O paradoxo é vergonhoso.
Queimam a bandeira americana enquanto um manifestante encapuzado ergue a da Palestina. Onde está a indignação contra o Hamas, que massacrou civis israelenses e reprime e mata palestinos? Onde ficam os direitos das mulheres e das pessoas LGBTQIA+ quando se trata de condenar o autoritarismo islamista?
E ainda esses mesmos revolucionários dizem temer a censura. Nada mais estarrecedor quando são eles que não defendem o direito de quem pensa diferente. A democracia que eles defendem exige concordância, pensamento hegemônico, sem alternância de poder, e cadeia e morte para a oposição. Gritar “Fogo nos fascistas!”, escondendo o rosto, é o típico ato de ditadores e tiranos que normalizam a intimidação, mergulhando a sociedade numa espiral de terror e medo.
Tucídides, ao relatar o golpe de Estado em Atenas, deixou uma advertência:
“E nenhum dos outros cidadãos, por medo, fazia mais oposição, vendo que os participantes da conspiração eram tantos; mas, se alguém se opunha, subitamente morria de maneira oportuna, e não se investigavam os suspeitos, nem eram punidos. O povo permanecia calmo e estava tão aterrorizado que aqueles que não sofreram violência já acreditavam estar ganhando, mesmo sendo forçados a permanecer em silêncio permanente…”
Nenhum desses manifestantes foi preso ou investigado. E isso diz muito….
BANDEIRA DE GRUPO TERRORISTA
NA MANIFESTAÇÃO DE LULA
Forças Guerrilheiras Internacionais e Revolucionárias: Anarquistas armados ligadas ao PKK (listado como organização terrorista internacional nos EUA, Turquia e UE). Foco: “espalhar guerra para todos os países após a Síria”…
A chamada “Marcha pela Democracia”, realizada neste domingo, 11 de outubro, na Avenida Paulista, em apoio à reeleição de Lula, terminou com cenas que deveriam constranger qualquer pessoa que faça da palavra democracia um slogan. Durante a dispersão, participantes picharam e depredaram acessos às estações Consolação e Trianon-Masp, em São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, portas e grades foram quebradas na Consolação. Imagens mostram manifestantes sobre as estruturas das entradas do metrô e atos de vandalismo na Trianon-Masp. A corporação também relatou tumultos e atritos com funcionários. Houve bloqueios de acessos, enquanto as operadoras precisaram adotar medidas de controle do fluxo de passageiros.
E o espetáculo de horror não parou aí. Imagens publicadas depois da manifestação mostram trechos da Paulista cobertos por copos, garrafas, embalagens e papelão. Em outro vídeo, um manifestante destrói uma bandeira dos Estados Unidos, enquanto pessoas ao redor pedem que ela seja queimada. Esse é o exemplo de respeito e civilidade que pretendem oferecer?
A Revista Oeste publicou o relato de uma mulher que afirmou ter recebido socos e chutes durante a manifestação. Outra foi alvo de insultos e ameaças e precisou de escolta policial para deixar o local. Episódios que também exigem investigação e responsabilização.
É indignante que uma manifestação apresentada como “defesa da democracia” tenha sido acompanhada por tamanha violência e desrespeito ao patrimônio público. E agora? Os responsáveis serão presos, acusados de integrar organização criminosa e condenados a 14 anos de prisão? Ou, desta vez, depredar o patrimônio público será considerado um “ato democrático”?
Esse é o retrato do radicalismo que se abriga na militância petista; quando o cenário político se torna desfavorável, partem para a intimidação e o caos. São métodos de guerrilha política que não podem ser confundidos com manifestação democrática.
Os responsáveis devem ser identificados e punidos, independentemente de sua bandeira política.
Estou aqui aguardando a ampla cobertura da grande mídia sobre o suposto golpe de Estado ocorrido hoje na cidade de São Paulo.
Já acionaram as Forças Armadas? Identificaram os terroristas? Os chefes dos Poderes já se manifestaram em defesa da democracia?
E os prejuízos ao patrimônio público? Quem vai pagar essa conta?
Ah, e uma última pergunta: o presidente estava nos Estados Unidos ou presente na cena do crime?
Só para entender se os critérios serão os mesmos ou se, mais uma vez, tudo depende de quem está envolvido.
Afinal, a lei vale para todos ou a democracia tem lado?
🚨 Homem com o rosto coberto ostenta a bandeira da Palestina sobre a entrada do metrô trianon-MASP na Paulista
“Ninguém que cobre o rosto com pano é confiável”, diz leitor.
🔴Depredacão de patrimônio público, pichacão vandalismo, lixo nas ruas...
Não queremos mais isso, não queremos que nosso Brasil seja isso.
Chega!
@FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣🇧🇷