A exemplo desse alarde do Casemiro com o endrick.
Não é sobre você achar que é certo ou não o Casemiro dar uma entrada daquelas em um treino (mesmo que eu mesmo ache que deu uma pesada no fim das contas)
Mas sobre entender que no ambiente real de dia a dia, existem entradas fortes, desavenças e até brigas que nem se quer fazemos ideia. E novamente isso não é sobre você concordar ou não, é sobre compreender que existe e não demonizar algo que faz parte daquele dia a dia porque sua mente idealiza outra coisa sobre isso.
Não quero dizer que se você não vive ou trabalha dentro de clube não pode debater e argumentar sobre futebol. Meu ponto é que falta muita noção de interpretar o que é a realidade muitas vezes, sem querer embasar a um idealismo totalitário seu e tornar isso como uma verdade pra modelar a realidade do que ocorre desde sempre.
Não quero dizer que se você não vive ou trabalha dentro de clube não pode debater e argumentar sobre futebol. Meu ponto é que falta muita noção de interpretar o que é a realidade muitas vezes, sem querer embasar a um idealismo totalitário seu e tornar isso como uma verdade pra modelar a realidade do que ocorre desde sempre.
O mal de uma grande parte dos comunicadores atuais dentro da mídia, é achar que exatamente tudo tem que ser debatido ou espetacularizado, e pior, tudo isso sendo baseado pela uma única e exclusiva ótica idealista daquela pessoa que nem ser quer vive a realidade dentro do ambiente de futebol.
Me assusta como as pessoas daqui realmente pensam que o que elas idealizam seja a gosto pessoal ou a falsa moralidade dentro do jogo tem que ser aplicado pra métrica do que acontece na REALIDADE dentro do futebol. Quem não vive a realidade dentro do ambiente o mínimo que tem que buscar é saber interpretar situações como essas que não dizem sobre o que você acha ou deixa de achar.
Esse sensacionalismo e quase tara em tornar tudo um tribunal de pautas irrelevantes como se fosse o fim do mundo é um negócio muito problematico, metade das coisas irrelevantes que vocês discutem em mesas redondas, na realidade, nem debates eram pra ser justamente por ser algo que se quer tem importância pro mundo real.
Leitura de jogo do Martinez pra aquela circunstancia na época foi não só ótima, como ate ousada. Afinal, não é todos que entenderiam abrir mão de jogadores mais técnicos como Mertens e Carrasco na época, pra apostar em Fellaine e Chadli em um jogo de mata mata por uma questão tática de tentar travar o jogo da seleção
Fiquei uns 2 dias pra finalizar esse vídeo, e durante o período que editava ele/revia os jogos, ainda não consegui definir o que era mais inacreditável:
Um jogador com uma lesão grave e recuperada às pressas, claramente com desconfiança e ainda receio em diversos lances (oque é natural) ainda conseguir gerar tanto jogo, desequilíbrio e desespero rival quando tinha a bola, ou no segundo jogo, o tanto de vezes que esse mesmo jogador descia praticamente até o centro do campo pra ter que pegar a bola, e tinha que dar um jeito de ligar a defesa pro ataque porque entre o meio de campo e o ataque existia um vácuo existencial sem ninguém ocupando ou buscando o espaço pra destravar ou criar disputa com o setor de meio campo rival que ganhou o jogo justamente ali.
Estética e sinergicamente, tenho sérias dúvidas se algum dia vai existir uma copa que supere o que foi o mundial aqui no Brasil. Apesar dos pesares (acho que todos imaginam o que seja) é disparadamente a copa que mais guardo memórias afetivas muito vivas na minha mente vivendo tudo aquilo.
Revendo com mais calma também, a substituição do Vinicius de forma tão precoce fica mais absurda ainda.
Soa muito fácil ser “engenheiro de obra pronta” agora, claro.
Mas não consigo acreditar que vendo o tanto que o Vinicius tentou ser proativo é insistente ao tentar buscar soluções mesmo encurralado em um jogo que o Brasil esbarrou na própria burocracia, era o “sacrifício” mais necessário que tite quis fazer naquele momento(mesmo que Rodrygo também tenha entrado bem).
Revendo Brasil e Croácia, não tem roteiro de crueldade que faça no fim, não ter sido merecido ser eliminado pela forma que o Tite insistiu no planejamento pra aquele jogo, sendo engolido pelo meio campo croata e não conseguindo nada só tentando alargar o campo com os pontas sem nenhuma dinâmica que lhe deixassem em condições de 1x1 vantajosas do inicio ao fim.
Revendo Brasil e Croácia, não tem roteiro de crueldade que faça no fim, não ter sido merecido ser eliminado pela forma que o Tite insistiu no planejamento pra aquele jogo, sendo engolido pelo meio campo croata e não conseguindo nada só tentando alargar o campo com os pontas sem nenhuma dinâmica que lhe deixassem em condições de 1x1 vantajosas do inicio ao fim.
Até vejo um mundo que Casemiro e Bruno possam jogar juntos, mas acho que um 3º elemento para complementar os dois é o que coletivamente sinto falta as dinâmicas de construção e criação da seleção. Com só os dois juntos, sinto que em determinados momentos o meio só consegue conectar ao ataque se for atacando rápido ou na base de uma ligação direta em transição. Onde como disse, parece um time que por vezes só parece se encontrar na base do “tiro”
Da mesma maneira que não é um problema o Brasil ser um time de transição.
Mas, a crítica precisa ser feita quando esse até então time titular praticamente só consegue ser ativo na base do tiro, onde novamente volto ao ponto que falta uma dupla (ou um trio) de meio campistas que se complemente melhor para o que o time carece, que não é o caso de Casemiro e Bruno Guimarães juntos.
Porque até para se dar um disparo, se precisa de sniper… no caso do Brasil, pelo menos um meio campista com característica de temporização que consiga organizar e ditar mais o ritmo desses momentos (Paquetá)
Acho que acontece uma subversão muito grande quando vamos falar sobre os 11 titulares da seleção.
Perder tanto tempo debatendo se é melhor 433 ou 424 (que na prática é mais um 442 normal), invés de se debater o encaixe das peças e como até então os teóricos 11 titulares tem certas rupturas dentro do coletivo que não conforta todos é muito mais urgêncial do que só fazer pseudo críticas de “jogar com 4 atacantes”
O Brasil jogando com 4 atacantes ou 6 zagueiros não é necessariamente um problema, o problema é que falta encaixe a certos nomes, que talvez, optar por outros jogadores que até então são reservas, talvez possa vir a ser uma opção melhor pra confortar o que podemos ter de melhor e mais dinâmico pro conjunto e variedade da equipe.
Acho que acontece uma subversão muito grande quando vamos falar sobre os 11 titulares da seleção.
Perder tanto tempo debatendo se é melhor 433 ou 424 (que na prática é mais um 442 normal), invés de se debater o encaixe das peças e como até então os teóricos 11 titulares tem certas rupturas dentro do coletivo que não conforta todos é muito mais urgêncial do que só fazer pseudo críticas de “jogar com 4 atacantes”