FINALMENTE ALGUÉM FEZ UM GRÁFICO PROPORCIONAL DO ABSURDO DA CARGA TRIBUTÁRIA BOSTILEIRA!!!
Sobre Carro bate mais de 100% de imposto sobre o valor do produto.
Vídeos do governo DEFENDENDO a taxa das blusinhas, que o PT vai dizer que é fake news e o STF provavelmente vai proibir na eleição
02 de abril de 2026: Geraldo Alckmin diz que o governo defendeu a taxa porque "era a defesa do emprego e da renda"
você sabia que os carros atuais da McLaren têm o S do Senna na pintura?
gosto muito da história por trás disso, gosto como assumiram o S justo quando outra equipe achou que já era hora de deixar Ayrton pra trás
é o seguinte: desde que o Senna se foi, todos os carros da Williams passaram a levar o S na lateral do bico. era um pedido do fundador da equipe, Frank Williams.
a ideia era que, sempre que um carro da Williams terminasse uma corrida da Fórmula 1, o Ayrton seria o primeiro a passar pela linha de chegada. estaria sempre à frente da equipe.
Frank faleceu em novembro de 2021, e já no início da temporada de 2022 a Williams apareceu sem a homenagem. a justificativa?
Jost Capito, então chefe, disse que tinham reformado o museu da equipe e feito uma área inteira só pro Ayrton. não havia mais a necessidade de levá-lo no carro com eles. em outras palavras: Senna ficaria no passado, a equipe olharia pro futuro.
algumas garagens ao lado, a McLaren assumiu a bronca sorrindo: somente dois meses depois, anunciou que passaria a correr junto com o S do Senna.
foi na equipe (agora) papaya que o Ayrton ganhou seus três campeonatos. onde fez amigos, onde cresceu, onde se tornou ídolo. pra McLaren, Senna nunca será "somente" um item de museu.
"A homenagem será permanente", explicou Zak Brown. "O S vai servir como um lembrete constante do talento incrível de Ayrton Senna pra nós, como equipe, e pros fãs do mundo inteiro"
O problema do Brasil nunca foi falta de dinheiro. É sobra de ladrão.
Enquanto o brasileiro rala, paga imposto e não vê retorno, uma turma lá em cima segue vivendo como se estivesse acima da lei.
É escândalo atrás de escândalo. Privilégio atrás de privilégio. E depois ainda perguntam por que falta dinheiro pro básico.
Falta estrada. Falta hospital. Falta segurança. Mas nunca falta dinheiro pra quem se protege dentro do sistema.
O Brasil virou um país onde o governo é rico e o povo é pobre.
Eu não aceitei isso em Minas. Cortei mordomia, enxuguei a máquina e coloquei o dinheiro onde ele tem que estar, que é servindo quem paga a conta e produz.
E é exatamente isso que o Brasil precisa agora. Chega da farra dos intocáveis.
Minhas ideias pra acabar com essa farra são claras:
• acabar com supersalários e privilégios em todos os poderes
• limitar o foro privilegiado que protege político corrupto
• aumentar a transparência pra cada real ser rastreado
• endurecer a punição pra quem rouba dinheiro público
• reformar o sistema que hoje protege quem deveria dar exemplo
Porque no Brasil que eu acredito ninguém pode estar acima da lei.
Não somos um país fracassado. Somos um país roubado.
E comigo isso vai acabar.
O verdadeiro teste por trás da sabatina de Messias
Enquanto escrevo, o Senado sabatina o advogado-geral da União, Jorge Messias — o "Bessias" — para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. Em condições normais de pressão e temperatura, seria mais um rito protocolar: para encontrar a última rejeição de um indicado ao STF, é preciso recuar até 1894, governo Floriano Peixoto. Em 132 anos, nenhum nome enviado pelo Executivo foi barrado pelo Senado.
Só que nós não vivemos em condições normais.
O que está em jogo nesta votação não é o currículo de Messias, nem mesmo as supostas convicções religiosas que ele exibe — entre lágrimas — diante dos senadores. O que está em jogo é o tamanho do racha dentro da estrutura de poder que governa o Brasil, e o quanto ela está disposta a continuar fingindo unidade.
A coalizão que sustenta o regime
Faz tempo que o arranjo de poder no Brasil é sustentado por dois grupos que cooperam por conveniência. De um lado, a esquerda comandada pelo PT — que já não esconde o seu projeto bolivariano, de hegemonia totalitária no estilo chavista. De outro, o velho centrão, expressão acabada do estamento burocrático que Faoro descreveu: a oligarquia política que está no poder desde sempre, e que enxerga o Estado como espólio a ser dividido.
Esses dois grupos não confiam um no outro. O PT gostaria de ter o poder para si, sem dividir. O centrão sabe disso, e sabe também que a maior parte dele seria perseguida — ou pelo menos marginalizada — se o projeto petista chegasse ao seu ponto final. Mesmo assim, eles cooperam. Porque ambos precisam de BLINDAGEM.
Vale lembrar o que aconteceu na última vez em que o estamento foi confrontado por um movimento de fora. A Lava Jato expôs a podridão sistêmica do arranjo, e parte do centrão tentou colocar Geraldo Alckmin na Presidência para devolver o controle ao teatro das tesouras. Não deu certo. Veio Bolsonaro.
A partir daí, o sistema se mobilizou para se proteger da revolta popular: condenou Lula, depois o descondenou, junto com integrantes do próprio centrão; e elegeu o Supremo como instrumento central da operação, e da repressão brutal a qualquer oposição. O preço foi alto, mas o sistema sobreviveu.
O racha de 2026
O que mudou nos últimos meses é que parte do centrão começou a perceber que a concentração de poder no Supremo passou do ponto. O PT já emplacou Cristiano Zanin — seu ex-advogado pessoal —, Flávio Dino — seu ex-ministro da Justiça —, e agora tenta emplacar Messias, seu AGU. Três indicados de Lula apenas na Primeira Turma. Some-se a isso o protagonismo de Moraes, e sua aproximação ao PT, apesar do seu DNA tucano.
Não é coincidência que, justamente agora, a imprensa — incluindo a própria Globo — tenha resolvido tornar pública a podridão do escândalo do Banco Master, com revelações gravíssimas envolvendo Toffoli e Moraes (via contrato de R$ 129 milhões do banco com o escritório de sua esposa Viviane Barci). Sem o racha interno, a história continuaria enterrada.
A votação de Messias é o termômetro. Se ele for confirmado, o recado é claro: apesar das divergências, o establishment segue coeso, e teremos mais concentração de poder, mais censura e mais perseguição até as eleições. Se for rejeitado — cenário ainda improvável, mas não impossível —, teremos a sinalização de uma fratura mais profunda, abrindo espaço para uma nova dinâmica eleitoral em outubro.
A perseguição em operação
Quem ainda duvida do que está em jogo, basta olhar para os últimos dois dias.
Ontem, 28 de abril, a Primeira Turma do Supremo— sob relatoria de Flávio Dino, com voto unânime de Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia — tornou réu o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) por uma postagem nas redes sociais. Gayer é pré-candidato ao Senado por Goiás.
Ontem também, a Procuradoria-Geral da República notificou o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) sobre denúncia ao Supremo — pelo conteúdo de um discurso feito na tribuna da Câmara, em que ele criticou um delegado da Polícia Federal. Van Hattem é pré-candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul.
Coincidência? Não existe coincidência num processo eleitoral em que a oposição precisa eleger senadores comprometidos com o impeachment de ministros, e os ministros sabem perfeitamente disso.
A lista é longa. Flávio Bolsonaro virou alvo de inquérito aberto por Moraes pela postagem que associou Lula ao Foro de São Paulo. Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, recebeu notícia-crime de Gilmar Mendes por publicar vídeos de fantoches satirizando os ministros — e foi alvo, na sequência, de comentários homofóbicos do decano em entrevista ao Metrópoles.
Em Presidente Prudente, na segunda-feira, agentes da Polícia Federal foram à porta de um cidadão pedir que ele retirasse uma faixa com a palavra "ladrão" pendurada na varanda do próprio apartamento — antes de uma agenda oficial do governo. A faixa nem sequer mencionava o nome de Lula.
O Bessias e o que vem depois
E não acreditem, nem por um segundo, na narrativa do "Messias evangélico paz e amor". Tudo o que ele demonstrou à frente da AGU aponta no sentido contrário. Foi a AGU sob o seu comando que defendeu a censura, pediu a remoção de postagens, assinou pareceres extrapolando suas próprias prerrogativas para perseguir opositores. Foi a AGU de Messias que se posicionou contra a resolução do Conselho Federal de Medicina sobre assistolia fetal acima de 22 semanas — o que, aliás, é o ponto mais citado pelos próprios senadores evangélicos contrários à indicação.
Pelo que ele já demonstrou, há razão de sobra para acreditar que será PIOR do que o próprio Moraes em termos de censura e perseguição política. Com o agravante de carregar o verniz da fé — útil para acalmar parte da base evangélica enquanto opera o que sempre operou.
O Senado decide hoje. O Brasil sofer os efeitos amanhã. E quem ainda confunde Messias com "mais um evangélico no Supremo" está confundindo verniz com substância. Vai descobrir, na pele, qual é a diferença.
Tiradentes morreu por não aceitar 20% de impostos. Hoje pagamos quase 40% silenciosamente. Ele é o exemplo que devemos lutar e mostrar o que está de errado nesse país!
O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, publicou no X, por volta da meia-noite, que MORAES, GILMAR, TOFFOLI e o PGR PAULO GONET “foram indiciados”, mas, a rigor, ele se refere à proposta de indiciamento feita em seu relatório final, já protocolado.
O relatório ainda precisa ser votado pela CPI, em sessão prevista para esta terça-feira, 14.
Vieira pediu o indiciamento de:
- MORAES e TOFFOLI, por “proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa” (Art. 39, 2, da Lei n° 1.079/1950) e “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções” (Art. 39, 5, da Lei n° 1.079/1950).
- GILMAR, por “proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções” (Art. 39, 5, da Lei n° 1.079/1950).
- PGR PAULO GONET, por “ser patentemente desidioso no cumprimento de suas atribuições” (Art. 40, 3, da Lei n° 1.079/1950).
Os pedidos se referem a alegados crimes de responsabilidade ligados ao escândalo Master.
Vou resumir abaixo os argumentos contra cada um dos quatro alvos.👇🧶🧵
O cerco está se fechando, e o intocável supremo me parece saber de algo que a gente AINDA não sabe…
Esse país é uma piada. Enquanto não tiver um presidente capaz de dar um choque de moralidade nesse Supremo, pode esquecer qualquer chance de acabar com essa farra.
Moraes prendeu Bolsonaro e centenas de pessoas usando as 9 delações contraditórias de Cid.
Na vez do Vorcaro explicar os R$ 129 milhões, quer restringir as delações.
Como explicar a multiplicação das barbaridades se o ativismo do judiciário era uma resposta à extrema direita?
Nada no espaço é estático.
O sistema solar se move a 800.000 km/h ao redor do centro galáctico. A Terra, a 107.000 km/h ao redor do Sol, e a Lua, a 3.700 km/h ao redor da Terra.
Hello, Moon. It’s great to be back.
Here’s a taste of what the Artemis II astronauts photographed during their flight around the Moon. Check out more photos from the mission: https://t.co/rzM1P0QbOl
🚨FLÁVIO DINO votou contra a prorrogação da CPMI, dizendo que deve haver contenção de prazo, "sob pena de se transformar em inquérito de regimes autoritários".
- Inquérito sigiloso de 7 anos:
Defesa da democracia
- CPMI prorrogada por 120 dias:
Coisa de regimes autoritários 🤡
ATENÇÃO
O ministro Alexandre de Moraes, o "paladino da democracia", vota para ENCERRAR a CPMI do INSS.
Repito:
O salvador da democracia vota para ENCERRAR as investigações do Congresso sobre as fraudes contra os aposentados.
Eis a verdadeira face de Alexandre de Moraes.
O time que vai combater as facções:
- Lula: condenado por 9 juízes em 3 instâncias
- José Guimarães: o cara do dinheiro na cueca
- Gleisi Hoffmann: codinome “Amante/Coxa” na planilha de propina da Odebrecht
- Gilmar Mendes: o ministro que tratou a Lava Jato como “organização criminosa” e enterrou o combate à corrupção
- Hugo Motta: rachadinha, funcionários fantasmas e família inteira na mira da PF
Confia!