"Essas coisas, ou as trazemos no corpo e nascerão, ou não vale a pena discuti-las, ou não serão mais que palavras." (Cesare Pavese, 'De uma nova literatura', 1946.)
Os contos dos últimos anos encontraram paragem e, na semana que vem, alcançam a rua. Para começar, a rua da Praia, em Porto Alegre.
Lançaremos o "Praças perdidas", editado pela flamante Trote, na tarde do sábado, 16 de maio: estão todos convidados!
@bllsoares eu também fiz, Bruno, em anos anteriores. Não estou falando só do meu PPG mas da discussão sobre presencialidade promovida pela agência reguladora. Você continua insistindo que quero te descredibilizar, quando eu discuti um assunto contigo porque era um tema que me interessava.
@bllsoares @sode0_0 Coloquei no link do tweet em que tu me acusou de te "descridibilizar" e me expôs como uma pessoa do mal tentando mentir sobre teu trabalho.
Como leitora e pesquisadora de literatura italiana tive a conduta de nunca emitir minha opinião muito sincera sobre Ferrante. Li alguns livros e gostei de alguns mais, outros bem menos. O que fizeram disso é que me enerva profundamente, em especial esse comportamento de seita.
@lialima80 Claro, perfeito ;)
Vou tirar mais uma, que para quem leu Ferrante pode ser bem interessante: um romance que tem uma tradução bem bonita - O jardim dos Finzi-Contini, Giorgio Bassani.
@julinagaita@pragmachica Oi! A literatura italiana do século XX tem nomes muito interessantes. Indico em especial Natalia Ginzburg - romances, contos e ensaios -, Paola Masino e Elsa Morante. Outros nomes a explorar são Italo Calvino (o mais conhecido), Antonio Tabucchi e Alessandro Baricco.
Estou vivendo uma experiência singular (participando de um grupo de leilão de livros promovido por uma pequena livraria da fronteira entre Brasil e Uruguai).