Relatório do Escritório da Mulher de Moraes "Some" da CGU no Dia Seguinte à Publicação das Contradições Estava disponível no dia 10. Na manhã do dia 11, depois que O Antagonista publicou já tinha sumido. O Antagonista revelou que o relatório de autoavaliação do Master preenchido pelo escritório da mulher de Alexandre de Moraes desapareceu dos sistemas da CGU — Controladoria-Geral da União — horas após a publicação das contradições de data. O escritório declarou ter preenchido o documento em setembro e outubro de 2025. Mas na plataforma da CGU o registro apontava março de 2025 — seis meses antes. O detalhe que torna a contradição ainda mais grave: o Código de Ética do Master — aquele com 15 fotos do Google — foi datado de 25 de março. Ou seja, o formulário que declarava que o código já existia foi preenchido 12 dias ANTES do código ser criado. O formulário tinha 100% das respostas "SIM" — especialistas em auditoria classificaram como "surpreendente e incomum para um banco em fase de estruturação de compliance." O documento fazia parte do Pacto Brasil — iniciativa da própria CGU de compromisso público com integridade — e o Master usava o selo em peças institucionais. A CGU é órgão do governo federal subordinado ao Executivo. Não explicou o sumiço. O mesmo escritório cobrou R$ 129 milhões, entregou fotos do Google, preencheu formulário com datas impossíveis, declarou 100% de conformidade e o documento que provava as contradições desapareceu no dia seguinte.
📰 Fonte: O Antagonista / Wilson Lima
@Metropoles Não tem que pagar nada não. O Ratinho só falou a verdade. E eles querem normalizar e estão indo contra tudo e contra a ciência. O Herico Hilton é homem e pronto. Com isso ele está tirando o direito de uma mulher.
Durante uma transmissão ao vivo, uma influenciadora indonésia zombou de um homem que estava jantando com a sua esposa.
Irritado com seus comentários, o homem reagiu e a agrediu na frente de seus seguidores.
Essa bobagem woke tem que acabar. Imagine que um atleta sem nenhuma deficiência queira competir numa paralimpíada "por se considerar PCD". É exatamente a mesma coisa.
Mais uma vez, ministros do Supremo se comportam como intocáveis. Em decisão monocrática, Gilmar Mendes desrespeita o Legislativo novamente pois a decisão da CPI do Senado foi colegiada. Até quando o Congresso será pisoteado pelo Supremo, @davialcolumbre ?