Misture a cultura woke elitista dos democratas americanos, o discurso racial de setores da esquerda africana, a intolerância religiosa de movimentos políticos do mundo árabe, o revanchismo marxista, a corrupção do modelo russo e a censura do regime chinês.
Bata tudo no liquidificador ideológico, acrescente uma boa dose de hipocrisia e leve ao forno de Satanás.
Pronto! Está feita a esquerda brasileira: autoritária, intolerante e, claro, sempre convencida de que está do lado do amor.
Uma fofura! Dito isso, boa noite!!! 🥰🥰🥰🥰🥰
On behalf of the British people, I would like to apologise for the slave trade. I am sorry we were the first great power in history to turn its guns on it. I am sorry it cost us around 2,000 sailors to free 150,000 people they would never meet. I am sorry the rest of the world took so long to follow.
Slavery did not begin with Britain. It is as old as civilisation. Babylon wrote it into law. Rome built an empire on it. The Vikings sold Englishmen through the slave market at Dublin. In 1625 Barbary corsairs took 60 men, women and children out of a Cornish church; by 1640 Parliament was told 3,000 to 5,000 English people were held in Algiers alone.
Every great power of the age took part in the Atlantic trade. Portugal and Spain for a century before an English ship did. Then the Dutch, the French — and the British, who in the eighteenth century carried more than anyone. That is the record. It is not disputed here.
Then a nation turned on the trade that had made it rich.
Wilberforce's bill was beaten year after year. On 25 March 1807 it passed. Then Britain did the part the critics never mention — it sent the Royal Navy to enforce it. The West Africa Squadron sailed in 1808, two ships for 3,000 miles of coast, and hunted slavers for nearly sixty years. Britain paid Spain and Portugal to open their ships to search. HMS Black Joke ran down the slaver El Almirante in 1829 and found 466 people in her hold.
Around 2,000 British sailors died doing it — most of fever, to free people they would never meet. 1,600 slave ships seized. 150,000 Africans set free.
In 1833 Parliament borrowed £20 million to end slavery across the Empire. The debt was not finally redeemed until 2015. The United States needed a civil war. Cuba held slaves until 1886. Brazil until 1888 — eighty-one years after Westminster voted.
Yes, we took part in the trade. Every power of the age did. None of them fought it like we did.
So yes. I will apologise. I am sorry it cost us so much. I am sorry the rest of the world took so long to follow.
That is not something you apologise for. That is something you teach.
#history #britishhistory #royalnavy #westafricasquadron
Não vejo sinceridade nesse vídeo. Não percebo arrependimento genuíno, muito menos uma demonstração convincente de consciência sobre a gravidade do que foi feito. O que me parece é uma tentativa calculada de conter os danos à própria imagem diante da repercussão negativa de uma atitude absolutamente condenável.
A jovem brasileira-americana que gravou um poema debochando da morte de Charlie Kirk não cometeu simplesmente uma indelicadeza ou um excesso de linguagem. Ela ultrapassou uma fronteira moral que jamais deveria ser relativizada: transformar o assassinato de um ser humano em motivo de escárnio e satisfação política.
Mais grave do que o episódio isolado é perceber o quanto uma parcela da juventude parece estar absorvendo uma cultura de intolerância, na qual o adversário político deixa de ser alguém com ideias diferentes e passa a ser tratado como um inimigo cuja eliminação pode ser celebrada.
Isso não é consciência política. Não é coragem, liberdade de expressão ou defesa de direitos. É a desumanização do outro, apresentada sob o disfarce de superioridade moral.
E há uma contradição particularmente perturbadora nisso tudo: justamente aqueles que se apresentam como defensores do amor, da empatia, da diversidade e do respeito às diferenças são, em determinadas circunstâncias, capazes de demonstrar uma crueldade assustadora diante da tragédia de quem não compartilha suas convicções.
Que espécie de amor é esse que só reconhece a dignidade humana de quem concorda com suas ideias? Que tolerância é essa que desaparece diante de um adversário político assassinado?
Não posso afirmar o que levou essa jovem a gravar um segundo vídeo. Mas a impressão que transmite é a de alguém mais preocupada com as consequências de suas palavras do que com a violência moral do que expressou. Existe uma diferença enorme entre lamentar o que se fez e lamentar a repercussão do que se fez.
Eu tinha 15 anos quando o Lula foi eleito pela primeira vez.
Hoje eu tenho 39.
Ele continua lá.
Eu cresci ouvindo que o Brasil ia dar certo. Que a fome ia acabar, que a indústria ia voltar, que o filho do pobre ia virar doutor.
O que eu vi foi outra coisa.
Vi a mediocridade virar projeto econômico.
Vi a corrupção virar método de governo.
Vi a indústria virar saudade.
E vi o assistencialismo virar certidão de nascimento.
Bolsa Família era pra ser porta de entrada. Virou sala de espera eterna. 3 milhões de famílias em 2003. 21 milhões hoje. Geração inteira que nasceu, cresceu e já tem filho no mesmo cadastro.
E o pior: nos ensinaram que isso é sucesso.
Não é o Bolsonaro o problema. Já foi o Serra. Já foi o Alckmin. Já foi o Aécio. Daqui a pouco inventam outro monstro. Porque enquanto tiver um vilão pra odiar, ninguém precisa explicar por que depois de 24 anos, 5 mandatos e trilhões em impostos, o Brasil continua produzindo soja e importando máquina.
Eu não sou anti-pobre. Eu sou filho de pobre que estudou, trabalhou, pagou imposto e se recusa a achar normal ser medíocre.
Minha geração não perdeu porque não tentou. Perdeu porque foi governada por quem lucra com a nossa estagnação.
Eu tenho 39 anos. Não tenho mais 15 pra acreditar em salvador da pátria.
Eu quero um país que produza. Não um país que distribui miséria e chama de justiça social.
"Allegro non molto" movement from Vivaldi's "Winter" performed by Latvian guitarist Laura Lāce, absolutely shredding the piece on a Harley Benton Fusion-III guitar.
[🎸 laura6100youtube]
Um dos aspectos mais relevadores da conversa que tive num grupo de conhecidos progressistas e comunistas sobre as facções, crime organizado, Bukele, China etc., foi a de uma nítida paralisia devido ao sentimento de culpa ideologicamente inoculado.
Quando eu defendi a luta armada e o extermínio físico de narcotraficantes e faccionados como solução para diminuir a violência urbana e a retomada da soberania nos territórios confiscados, fui acusado de estar defendendo um "genocídio" - como se "cria" fosse etnia -, algo reprovável para eles. Ao mesmo tempo, quando mencionei a China, e não Bukele, como exemplo a ser seguido, um dos copes usados foi o de que a China pode fazer isso porque lá é "tudo chinês sob um governo chinês, e não envolve problema racial ou étnico" - sim, desconhecem a China. Mas essas respostas, tão prontamente regurgitadas, mas fizeram perceber algo.
Esses esquerdistas não conseguem defender qualquer solução prática, resolutiva e direta, que envolve inevitavelmente o uso da violência, porque têm um medo crônico de incorrerem em "crimes de pensamento" como arriscar defender o "racismo e o genocídio", por exemplo, porque a "lógica" é a seguinte: os faccionados e criminosos são pretos e pobres - uma generalização racista que eles se permitem -, e apenas entraram nesse mundo por causa do "racismo estrutural" e segregativo oriundo da escravidão, tudo promovido pelo Estado e a polícia brasileira. Logo, usar a força do Estado para eliminá-los seria, na verdade, replicar a lógica racista que os colocou naquela situação em primeiro lugar. Não há, nesses pressupostos, como sair desse círculo vicioso.
Viram por que a questão da China, por supostamente não ter nenhum "problema racial e étnico", ser tão crucial para eles? Lá, segundo eles, não há uma "culpa histórica" racista como a que supostamente pesa sob o Estado e a sociedade brasileira, de modo que é preferível deixar a situação como está do que tomar medidas enérgicas e violentas para garantir a segurança e a liberdade de dezenas de milhões de brasileiros - também, muitos, pretos e pobres - e a retomada soberana desses territórios.
O sentimento de “culpa histórica” os paralisa e os impossibilita de aceitar quaisquer medidas que sejam violentas contra um grupo social que eles consideram marginalizado historicamente pelo Estado brasileiro, mesmo que a intenção seja destruir grupos armados não porque são, em qualquer medida, compostos por negros, mas porque são criminosos violentos que escravizaram milhões de cidadãos brasileiros. A escolha dos progressistas é um lento desmanche corrosivo da sociedade e das instituições brasileiras pelo narcotráfico em vez de arriscar serem enquadrados nos crimes ideológicos de suas consciências culpadas.
A maioria das pessoas que usa a palavra “fascista” não sabe o que ela significa. Esse vídeo explica muito bem, e qualquer semelhança com os petistas não é mera coincidência.
"Cada um com sua opinião. Mas eu, com exceção das CRIANÇAS, estou fazendo um BOICOTE TOTAL a TUDO relacionado ao PT.
NÃO CONVERSO, NÃO AJUDO, NÃO DOU ESMOLA, NÃO COMPRO.
É GUERRA! CHEGA de ser bonzinho e tomar PAULADA NA CABEÇA.
As urnas DRE brasileiras geram BU, RDV e logs pelo mesmo código fechado, sem registro físico independente visível pelo eleitor, criando risco teórico de manipulação indetectável nos dados públicos.
O acesso ao código-fonte é feito em ambiente controlado no TSE (sem cópia livre ou builds reproduzíveis públicas), diferente de open source real, o que valida a crítica sobre falta de transparência total.
A decisão da Corte Constitucional da Alemanha em 2009 apoia o ponto central: sistemas eletrônicos sem verificação pública simples e compreensível violam o princípio democrático de publicidade das eleições.
A justiça do trabalho brasileira joga contra o empregador, e isso não quer dizer que ela seja a favor do empregado.
Aí eu te pergunto: TODO empregador conhece ela muito bem; ele realmente mandaria alguém embora com o argumento de que a pessoa votou no Lula?
Claro que não, provavelmente ele já tinha demissões em mente e uniu o útil ao agradável.
No Brasil, o único jeito do empregador demitir sem amargar é por justa causa, ou seja, demitir gera prejuizo.
Aqui no Cambuci tem uma empresa que emprega alguns jovens. Todo dia passo em frente a ela e tem 2 fumando maconha em frente.
É a maior burocracia demitir, mas se da central vier a ordem de mandar dois embora, quem vc acha que o gerente irá escolher?
A imensa maioria dessas histórias de demissão porque fez o L é mentira pra farmar perfil (dos dois lados), e pra pregar na testa de bolsonarista uma suastica, sendo que até 20 dias atrás antihorarios gravavam video zuando uber e entregaror de ifood.
Os militantes apoiadores do regime petista chamam de:
- fascista, quem não é de esquerda;
- extremista, quem é cristão;
- golpista, quem escreve de batom em uma estátua;
- negacionista, quem leva uma facada pela Pátria;
- racista, quem é contra a ideologia de gênero;
- misógino, quem defende pautas conservadoras;
- retrógrado, quem defende a família;
- incitam o ódio entre empregador (opressor) e empregado (oprimido);
- consideram vítima da sociedade os delinquentes;
- chamam de "nossos criminosos” os faccionados;
- crêem ser resistência ao perseguirem a oposição;
- tratam o aborto como questão de saúde pública;
- apoiam invasão e ocupação de propriedade privada;
- Invejam a prosperidade.
Mas o errado é quem não quer mais comercializar com eles, comprar, contratar, se relacionar comercialmente ou financeiramente com quem quer suprimir a existência do outro.
Boicote sempre foi um mecanismo legítimo de mercado, ao contrário dos cancelamentos coercitivos criminosos que a esquerda sempre praticou. Aliás, quem defende manter velhinha e mãe de família na cadeia, por crime de opinião ou passar batom em estátua, tem alguma moral pra reclamar da maldade alheia? 🤔
Aos bolsonaristas: cuidado com a procedência dessas listas que vocês recebem, não compartilhem algo que não tenham certeza, nem passem informações enganosas para frente. Ser injusto é muito pior do que ser omisso.
Aos petistas: não fiquem envergonhados, assumam o que vocês defendem e bola pra frente. O amor venceu ❤️
O vídeo não é para quem concorda comigo, mas para quem está do outro lado do rio, enxerga tudo isso, e escolheu ficar calado e ainda aplaudir.
Uma cabeleireira presa por um batom.
Um avião da FAB buscando uma condenada em outro país.
Um senador eleito recebendo um recado público: você é o próximo.
Nada disso é teoria.
Está tudo documentado, com nome e data.
E uma metade do país votou pra continuar.
Eu sou de direita e não oculto isso, tenho lado e todos sabem.
Você opta por escolher igual aos criminosos...
Existe um motivo porque nenhum país do mundo, além do Brasil e o Butão, utiliza votação exclusivamente eletrônica.
Uma eleição democrática não é validada apenas por "certificações" de "autoridades".
Uma eleição democrática é, acima de tudo, TRANSPARENTE. Não para meia dúzia de ultra-especialistas em criptografia ou whatever. Pra o cidadão mediano.
Hoje, mais uma vez, temos bolsonaristas questionando o resultado das urnas.
Numa votação transparente, seria fácil resolver:
A gente escolheria uma amostragem de urnas e promoveria, à vista de todo mundo, uma recontagem dos comprovantes lá dentro, pra demonstrar que os votos batem com o resultado do boletim.
Mas no sistema que só existe no Brasil e no Butão, isso é impossível. Você precisa CONFIAR - por força de lei e sob ameaça de prisão - no resultado, "porque sim". Ou porque alguma autoridade ou especialista ou a OAB (??) certificou que as urnas são confiáveis.
Infelizmente, o antibolsonarismo psicótico transformou esse assunto numa questão "indiscutível". Por causa da necessidade doentia de ir contra qualquer coisa que o Bozo defenda, cobrar o padrão de transparência das maiores democracias do mundo virou sinal que vc é "antidemocrático" ¯\_(ツ)_/¯