¿Qué modelos tenemos para mejorar la educación? ¿cuáles debieran ser nuestras prioridades? ¿Porqué pareciera que las políticas nunca resultan? ¿Qué hacer para no partir de cero cada vez?
Eso y más conversamos en @cooperativacien con Jorge Lira
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Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
¿Qué significa ser humano en la era de la inteligencia artificial?
En una conversación con el rector UAI, Francisco Covarrubias, el académico de Bard College y exdirector del Core Curriculum de Columbia University, Roosevelt Montás, reflexiona sobre uno de los grandes desafíos de nuestro tiempo: cómo evitar que la revolución tecnológica profundice las desigualdades y qué papel debe jugar la educación y en especial la formación en Artes Liberales frente a este escenario.
Montás advierte que la IA está creando una nueva brecha entre quienes tienen acceso y comprensión de la tecnología y quienes quedan al margen. Frente a ello, plantea que las universidades tienen una misión más vigente que nunca: fortalecer aquellas capacidades que nos hacen profundamente humanos.
La empatía, la creatividad, el juicio crítico, la conversación y el encuentro con ideas que desafían nuestras certezas seguirán siendo insustituibles.
"Creo que cada vez más la educación se va a basar en desarrollar las capacidades que son humanas".
Una conversación sobre tecnología, democracia, pensamiento crítico y el futuro de la educación superior.
Acuerdo histórico de los alcaldes.
El Municipalismo unido se opone de forma unánime a los recortes del gobierno y alza una sola voz para defender a nuestra gente. Disminuir los presupuestos municipales es golpear directamente a nuestra gente. Esperamos que el gobierno se abra a escucharnos y modificar sus propuestas para fortalecer y no debilitar a los municipios de todo Chile.
👀 Un dossier acusó a 12 dirigentes políticos de tener cuentas secretas en el extranjero. Tras tres años de investigación, Fiscalía concluyó que la información era falsa.
🎥 En entrevista con El Desconcierto, Nicolás Sepúlveda (@_reportea) explica los detalles detrás de este montaje: https://t.co/cIGaTHh5WD
El mundo es lógico, pero no todo puede decirse con palabras. Wittgenstein: El lenguaje no explica la realidad: la muestra. “De lo que no se puede hablar, hay que callar” en el Tractatus. El lenguaje refleja hechos mediante proposiciones lógicas. El significado nace del uso, de las reglas sociales y de la experiencia compartida. El lenguaje como práctica, no como espejo https://t.co/Z8XTweIJbr
HÁ 78 ANOS: Muitas pessoas nunca leram esta carta aberta, publicada no NYT em dezembro de 1948.
Hannah Arendt e Albert Einstein encabeçam a lista de signatários.
No documento – que hoje soa como um alerta histórico diante das atrocidades de Netanyahu e seu gabinete –, eles dois e outros intelectuais judeus puseram em destaque o Massacre de Deir Yassin, ocorrido em abril de 1948.
O violento ataque àquele vilarejo palestino nas cercanias de Jerusalém foi cometido pelas organizações terroristas Irgun e Lehi, esta também conhecida por Stern Gang.
O Irgun era liderado por Menachem Begin. Alguns anos depois Begin se tornou primeiro-ministro de Israel.
Ele é o principal personagem da carta aberta de 1948.
Ojalá todos lean y escuchen a @ricardo_hausman que estará en Chile en la Semana de la Construcción de la @CChC_Chile. "Crecer no depende solo de bajar impuestos o destrabar permisos. Depende de generar conocimiento, capacidades y sofisticación productiva."
🎙 El ministro del Interior, Claudio Alvarado, aseguró en El Diario de Cooperativa que el límite a la gratuidad estaba descartado en el plan de Reconstrucción Nacional del Gobierno de Kast. "Una discusión menos que vamos a tener en el Congreso", dijo. Horas después, el ministro de Hacienda, Jorge Quiroz, confirmó que se mantiene la idea de limitar la gratuidad universitaria e incluso detalló cómo se iba a definir el tiempo. #kast #gratuidad #CadenaNacionaL #alvarado #hacienda #quiroz
Compartimos la réplica escrita por el Director del Instituto de Sociología, @BargstedMatias, publicada hoy en la Tercera, sobre la columna publicada este domingo del antropólogo y columnista Pablo Ortúzar
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