Em 1984, Orwell criou um conceito assustador: a “não pessoa”.
Não bastava perseguir, prender ou eliminar alguém. Era preciso apagar sua existência.
Fotos alteradas. Registros destruídos. O passado reescrito. O nome apagado.
A punição final não era morrer.
Era nunca ter existido.
“Apagar dados do celular indica consciência sobre a ilegalidade dos atos praticados.” Moraes, Alexandre. O ministro que trocou o celular, o chip e o número usados nas conversas com Daniel Vorcaro.
Você compra um imóvel por 300 mil. Dez anos depois, a inflação corrói a moeda e você vende a casa por 600 mil. O poder de compra continua exatamente o mesmo, você não enriqueceu um centavo na vida real. Mas a Receita Federal olha pra operação e tributa um "ganho de capital" de 300 mil. O governo imprime dinheiro, destrói o valor da moeda na sua mão e depois te cobra imposto de renda sobre a ilusão nominal que a inflação dele mesmo causou. É um confisco duplo. Eles falsificam o valor do dinheiro e te cobram a conta da falsificação.
Milton Friedman sobre as 4 formas de gastar dinheiro:
1. O seu dinheiro com você mesmo: você se preocupa tanto com o custo quanto com a qualidade.
2. O seu dinheiro com outras pessoas: você se preocupa com o custo, mas menos com a qualidade.
3. O dinheiro de outra pessoa com você mesmo: você se preocupa com a qualidade, mas não com o custo.
4. O dinheiro de outra pessoa com outras pessoas: você não se preocupa nem com o custo nem com a qualidade.
A última é como o governo gasta o dinheiro público.
Vimos essa no @MiltonFriedmanW
Bolsonaro quando viajava para o exterior, hospedava-se em Embaixadas ou a convite do país que o recebia, como no Bahrein.
E dentro do Brasil? Era assim, em instalações de batalhões do Exército, a custo ZERO!
☢️ Ex-funcionária do PT dá uma AULA sobre a verdadeira face do partido.
A mulher ressalta a manipulação em massa da esquerda e diz que Bolsonaro fez o melhor governo.
Quando eu era jovem, meu sonho era morar em NY.
Hoje, quando vou para NY minha vontade é voltar o mais rápido possível.
Lixo na rua, as pessoas pararam de retirar os desejos dos cachorros, furtos ocorrendo na sua frente, preços de serviços altos por conta de impostos…
Quem estuda economia, imaginava que as propostas deste nov prefeito eram insustentáveis.
Mas era difícil de imaginar que em 6 meses já estariam quebrados. Eu mesmo imaginava que duraria um pouco mais.
Lição: não existe discurso humanista que sobreviva ao teste da economia. Sempre tome cuidado com discursos de “coisas grátis” vindo de governos. Elas custam caro.
Mamdani declares New York bankrupt and asks for a bailout.
Behold the socialist trick of “tax the rich” in all its glory.
Envy and hate: Announce a massive spending plan supposedly financed by squeezing “evil” millionaires and rich citizens.
Lie: Blame a fabricated “revenue problem” despite record tax receipts of $162 bn in 2025 and more than $55 bn of extra revenue since 2010.
Deceit: Use the narrative to justify massive tax hikes on everyone, especially the middle class and the very voters who applauded the slogan.
The “tax the rich” promise always turns into an “impoverish all” reality.
This is the true “warmth of collectivism."
Enjoy the vote. #Mamdani #newyork
Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇
“500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro.
Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo.
O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso.
Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado.
“Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”.
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A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda.
Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”.
Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”.
O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia.
Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”