Páginas 'fantasmas' do Instagram e Facebook gastaram mais de R$ 1 milhão em ataques a Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas
O Globo identificou que sete páginas com menos de 400 seguidores cada e sem identificação de seus responsáveis, injetaram mais de R$ 1,1 milhão em dois meses para impulsionar publicações contra Flávio e Tarcísio. Todas usaram as mesmas estratégias para driblar restrições dos algoritmos e pulverizaram os recursos.
ESCOLHERAM BARRABÁS, E ESCOLHERIAM DE NOVO
Há uma cena no Evangelho que deveria envergonhar toda geração que se julga superior às anteriores, embora poucas tenham a coragem de encará-la sem o conforto da distância. Diante de Pilatos, a multidão recebeu uma escolha que, no papel, não admitia hesitação. De um lado, um homem que devolvia a vista aos cegos, consolava os aflitos e pregava o arrependimento. De outro, um criminoso cujo currículo se resumia à violência e à desordem. A turba, soberana em sua sabedoria, gritou pelo bandido, e o fez não por engano, mas por preferência.
Costuma-se ler o episódio como um acidente, uma falha pontual de plateia mal informada, como se bastasse mais esclarecimento para corrigir o veredito. Ledo engano. Grosso modo, a multidão não se enganou; ela funcionou exatamente como multidões funcionam. Ortega y Gasset batizaria aquilo de homem-massa muito antes de o termo virar moda, ou seja, a criatura que confunde o volume da própria voz com a autoridade da verdade e que prefere o salvador que nada cobra ao que exige tudo. Barrabás era cômodo, posto que nada pedia. Cristo era insuportável, justamente porque pedia conversão.
E aqui, amigo leitor, reside o incômodo que atravessa vinte séculos sem perder o frescor. Gostamos de imaginar que, estivéssemos naquele pátio, teríamos destoado do coro. Todavia, escolhemos versões atualizadas de Barrabás todos os dias, com a diferença de que hoje a escolha vem editada, com trilha sonora e aplauso automático. Trocamos princípio por personalidade, convicção por conforto e verdade por popularidade, e batizamos a covardia de bom senso. A turba moderna sequer precisa mais de Pilatos, porquanto ela mesma lava as mãos, ao vivo, e ainda transmite.
O detalhe mais cruel daquela manhã não foi a soltura de um criminoso, mas a cegueira de quem tinha a resposta diante dos olhos e preferiu o barulho. Pois a verdade, ao contrário do que a hiperdemocracia das redes insiste em pregar, nunca foi questão de maioria. A multidão estava errada naquele dia, ao passo que um punhado de mulheres permaneceu fiel ao pé da cruz, e a história, por uma vez, deu razão à minoria silenciosa contra o estrondo unânime.
Daí que o caminho estreito siga tão impopular quanto sempre foi, embora jamais tenha deixado de estar aberto. Ele não rende curtida, não cabe em slogan e raramente reúne plateia, e talvez resida nisso a sua única prova de autenticidade, porquanto tudo aquilo que a massa aplaude sem pensar costuma terminar, mais cedo ou mais tarde, com um inocente na cruz e um bandido solto, ambos sob o olhar satisfeito de quem jura que escolheria diferente.
As 12 Medidas de Segurança Pública em um futuro governo Flávio Bolsonaro.
1. Terrorista vai ser tratado como terrorista.
2. O crime do menor não é menor.
3. Tropas de Elite nas Fronteiras.
4. Mais presídios, Menos bandidos soltos.
5. Cortar o mal pela raiz.
6. Tolerância Zero para a Feminicídio.
7. Acabar com a cocaína “Made in Brazil.”
8. Menos verbo e Mais verba.
9. Luz, Câmera, Prisão.
10.Auxílio para a Família das Vítimas em 1º lugar.
11. Sem Desconto para a barbárie.
12. Quem não entrar na linha vai ser desligado da Sociedade.
Vejam o cuidado e consideração que Trump dedica ao fuzileiro naval aposentado dos EUA James Capers Jr., de 88 anos. Ao lhe conceder a Medalha de Honra presidencial, Trump nos dá uma aula de humanidade e, mais uma vez, cala a boca dos que insistem em lhe rotular de racista. Trump não vê cor da pele e valoriza o mérito e a honra daqueles que ajudaram a construir a grandeza da América. 🇺🇸👏👏👏
Elon Musk: ”Eu acho que há coisas incríveis em todas as culturas. Não queremos que a cultura alemã desapareça. Não queremos que a cultura francesa desapareça. Não queremos que a cultura coreana desapareça, nem a do Japão, nem a da América, nem de lugar nenhum.
Acho que devemos ser muito cautelosos em relação a ter algum tipo de caldeirão global de misturas, porque todos os lugares serão iguais, e não haverá culturas únicas no mundo. O que eu acho que tornaria o mundo pior.
Então, acho que precisamos preservar essas culturas nacionais, e esse é o futuro que eu acho que é melhor. Acho que a maioria das pessoas concordaria que é melhor. Não deveríamos deixar as culturas desaparecerem.
E atualmente, com base nas taxas de natalidade atuais e no chamado multiculturalismo e globalismo, o que estamos vendo na verdade é o diluição das culturas individuais e a destruição e morte das culturas individuais, o que eu acho terrível para o futuro.”
BEM QUE TENTARAM! Malafaia revelou que o dono de um poderoso veículo de comunicação afirmou ter revirado a vida de Bolsonaro, de cabeça para baixo, e que nada foi encontrado em termos de corrupção.
O critério para entrar na política sem ter base viva de militância e consciência de guerra cultural é um PERIGO em vista.
Lamentável pensar que só basta falar bem ou outro caso para endeusar uma pessoa à deputado/a.
A direita precisa organizar a hierarquia, caso contrário tomará pau e não terá condições de ocupar espaços fora e dentro da política
CRISTÃOS MASSACRADOS NA ETIÓPIA
📍🇪🇹
Dezenas de milhares de cristãos foram massacrados por extremistas islâmicos em toda a África, e o mundo não parece se importar.