Eu não vou esperar chegar dia 30, apertar 22 e depois ver o Lula ganhando por 51%. Que mais provas precisamos: desde censura até fraude escancarada! E a gente vai ignorar tudo isso e fingir que podemos ir normalmente votar como se tivéssemos alguma garantia e tudo está certo??
Parabéns p quem confiou nessa aí😅
"Em 5 abril de 2025, a representante do marketing do Master relata a Daniel Vorcaro: “A conversa com a Prioli foi excelente. Estamos finalizando o roteiro do post que irá ao ar [...]o contrato está assinado por 12 meses”. https://t.co/gI828GrRw9
Día de enganação, digo de eleição no Brasil. Votar em Flávio é votar no STF; votar no Lula é votar no PT, que manda no STF. No final, você está votando no Alexandre de Moraes. Um país quebrado fundamentalmente nunca tem opção.
@Jony_David Nikolas nunca foi confiável. Há algo ruim nele. Não em vão entrou na política tão cedo. Dois palitos para ser um Kim Catacoquinho, isso se já não for.
O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, colocou o Brasil ao lado de Cuba, Nicarágua e Venezuela como pertencente a um grupo de países não amigáveis aos EUA.
#hojenomundomilitar
A cena do filme Kartavya (2026) chamou a atenção de muitos pela forma magistral como ator entrega um sentimento tão presente na vida de muitos.
Um garoto maltrapilho e sério vê seu olhar ser capturado por algo à sua frente. Ele começa a sorrir, porém não é um sorriso de alegria plena. É um sorriso sincero, mas tímido, quase famélico. Descobrimos que ele está olhando para uma família, um pai, mãe e filho. A mãe beija a criança. O pai observa com carinho. Nada extraordinário acontece. Ninguém ganha dinheiro. Ninguém salva o mundo. É apenas uma família sendo família.
E é aí que a cena atravessa o espectador. Quando a câmera volta para o garoto, o sorriso se rende lentamente ao peso daquilo que vê. Ele não está olhando para riqueza, poder ou sucesso, está olhando para algo muito mais raro, o pertencimento que gera o amor familiar. Os seus olhos começam a se encher de lágrimas. Ele percebe a ausência. Até aquele instante essa ausência estava adormecida. Mas ao testemunhar o amor dos outros, ela se torna visível.
No final ele cobre o rosto. Parece um gesto insignificante. Não é apenas a tristeza que vemos, é a vergonha da tristeza. É o momento em que ele tenta impedir que o mundo veja a ferida que acabou de ser aberta.
A cena fala de uma das ideias mais profundas da condição humana, o fato de que nós descobrimos aquilo que nos falta ao contemplar aquilo que os outros possuem. Um órfão pode sobreviver anos sem pensar constantemente na falta dos pais. Mas basta ver uma mãe beijando um filho para que toda a ausência reapareça de uma vez.
Santo Agostinho dizia que o ser humano é marcado por uma espécie de nostalgia permanente. Não sentimos apenas falta das coisas que perdemos. Sentimos falta das coisas que deveríamos ter tido. O sofrimento do garoto é exatamente esse.
Ele não está invejando aquela família, apenas reconhece nela algo que deveria ter sido seu também. A inveja diz "Por que eles têm?", mas a tristeza diz "Era assim que minha vida deveria ter sido."
Não há violência. Não há gritos. Não há tragédia explícita. Existe tão somente uma criança vendo, por alguns segundos, aquilo que lhe foi negado pelo abandono, a manifestação de amor familiar.
O filósofo alemão Schopenhauer dizia que a felicidade raramente chama atenção para si mesma; o sofrimento, porém, torna-se visível imediatamente. Nessa cena acontece o contrário: a felicidade de uma família comum revela silenciosamente a dor escondida de outra pessoa.
O menino não chora porque viu algo triste, chora porque viu algo muito bonito. E às vezes as coisas mais bonitas são justamente as que mais nos lembram das feridas que carregamos.
A nota tentou construir uma defesa implícita de caráter/motivação. Quando ela diz:
"não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro"
isso não é uma informação neutra colocada por acaso, óbvio. O objetivo retórico claramente era transmitir:
"eu não me associei conscientemente a alguém suspeito",
"na época ele parecia um empresário normal",
"não havia motivo para desconfiar".
Agora foi descoberto que Flávio visitou Vorcaro após a primeira prisão, ou seja, isso mostra que existia proximidade ou relação contínua e, portanto, a justificativa construída inicialmente na nota perde muita força persuasiva. Porque implicitamente a nota estava tentando dizer:
"eu não ando com corruptos",
"não sabia de nada",
"o contato aconteceu antes dos escândalos".
Só que a visita posterior enfraquece exatamente essa impressão pública, porque passa a ideia de que mesmo depois das acusações e da prisão, a relação continuou, então o problema não era exatamente a reputação criminal dele.
Uma coisa é certa com a história destas eleições no Brasil, Flávio é membro emérito da casta política nefasta, não é em hipótese alguma uma escolha melhor ou mesmo diferente. Não há esperança de mudança com ele, tudo continuará a mesma porcaria.
Como disse um grande pensador, "No Brasil, na política todo muda para que continua a mesma coisa". Flávio esconde, engana e mente (que não sente) agora para o seu eleitor, já imaginou o quanto isso se multiplicará se for presidente?
A verdade cruel é que Alexandre de Moraes vence invariavelmente. Que país maldito.
@DIDIREDPILL@allanconta3 E ameaçar o Max, uma pessoa que começou desde o início, dessa maneira tão assustadora, sem justificativa alguma, ao ponto dele pedir socorro ao Lacombe é o quê?
@lecaserpaperes@luislacombereal@allanconta5 Refutada. Ele até me seguia. Não só deixei de seguir, foi bloqueado também. O que foi mostrado é um comportamento doentio, e o que fez com o Max, meu Deus, nada justifica! Terrível. https://t.co/kcHxCiOcNm
@luislacombereal@allanconta5 Não dá mais. Allan se transformou no que criticava. Perder o Terça Livre deixou ele tresloucado. Eu seguia ele, ele me segue, mas não quero mais. Perdeu toda credibilidade. Não dá pra confiar. Sempre achei estranho como Olavo era extremamente moderado sobre ele em momentos.