Ah mas e a rachadinha?
Vamos aos fatos:
1. Quebraram 11 ANOS de sigilo fiscal do Flávio e não tinha NADA INCOMPATÍVEL.
2. Investigaram 40 ASSESSORES e não encontraram NENHUMA PROVA.
3. A história NUNCA virou denúncia. Flávio NUNCA VIROU RÉU.
4. Não temos que fugir dessa história. Temos que ter a decência de desmascarar mais essa MENTIRA como tantas outras criadas sobre a família Bolsonaro.
Lula perdeu todas as eleições com votação manual: 1989, 1994 е 1998.
Após as votações presidenciais serem 100% em urna eletrônica, ele nunca mais perdeu uma eleição.
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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um professor de capoeira da Bahia fazendo declarações abertamente racistas e discriminatórias. Ele afirma ser “o único professor da Bahia” que não aceita alunos brancos em suas aulas, dizendo que seu trabalho é exclusivo para pessoas pretas. Segundo ele, qualquer pessoa branca que tentar participar será recebida com violência.
O professor também relatou que retirou os próprios filhos da escola municipal e passou a procurar instituições particulares. No entanto, criticou o fato de que, segundo ele, “todas as escolas eram de donos evangélicos ou católicos”. Para o professor, isso “prejudicaria” o futuro das crianças, porque poderiam “casar com um branco ou com uma branca” e “adorar o Deus deles”. Ele acrescenta ainda que, com a filha mais velha, chega a brincar dizendo: “Com branco aqui você não entra. Se entrar, não entra mais aqui em casa”.
Senador @marciobittar_ denuncia o que está por trás desta vassalagem do Paulinho da Força e o PL da dosimetria. Não vamos recuar: anistia ampla, geral e irrestrita já!
Paulinho da Forças envolvido no esquema do INSS.
C@mb@d@ de l@droes
😡😡😡😡😡😡😡😡
Durante o governo Lula, crimes contra mulheres batem todos os recordes. Presidente autorizou a torcida de seu time agredir mulheres, seu filho foi denunciado por agressão e seu ministro dos Direitos Humanos foi indiciado por importunação sexual.
O filme Dark Horse, com estreia prevista para 2026, já começa a provocar forte repercussão internacional antes mesmo de chegar aos cinemas. A produção retrata a trajetória de Jair Bolsonaro, desde sua ascensão política até a eleição presidencial de 2018 - incluindo o atentado a faca sofrido durante a campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais.
O papel principal ficará a cargo do ator norte-americano Jim Caviezel, conhecido por interpretar personagens de forte apelo simbólico e moral, ganhou notoriedade em 2004 ao interpretar Jesus no drama épico “ Paixão de Cristo” dirigido por Mel Gibson. A direção é assinada por Cyrus Nowrasteh, com roteiro do deputado federal Mario Frias. O longa está sendo rodado em inglês e tem produção internacional.
Segundo os produtores, o enredo vai além do episódio do atentado. O filme promete explorar a construção da imagem pública de Bolsonaro como um “vencedor improvável”, abordando sua formação militar, sua trajetória no Congresso Nacional e sua atuação política voltada ao enfrentamento da criminalidade e do tráfico de drogas - elementos centrais na consolidação de sua base eleitoral.
O trailer, que já circula nas redes, aposta em uma estética dramática, com narrativa épica e de forte carga simbólica, projetando Bolsonaro como uma figura que atravessa crises, ameaças e disputas políticas até alcançar o Palácio do Planalto. A produção promete ainda expor os bastidores da campanha mais polarizada da história recente do Brasil.
Com uma proposta claramente voltada para o público internacional, Dark Horse nasce cercado de debate político, expectativa e controvérsia -
e deve se tornar um dos filmes mais discutidos do cenário geopolítico cinematográfico da próxima década.
Os sinais ocultos na capa da The Economist: o que o mundo pode enfrentar em 2026
O que The Economist mostra na capa de novembro de 2025 é aviso.
Um mapa do futuro desenhado pelas elites que moldam o mundo:
biopoder, vigilância, guerra híbrida, tecnologia infiltrada no corpo, hegemonias em disputa e uma democracia que derrete enquanto agradece.
A capa não está prevendo o caos, ela está normalizando o caos.
Mostrando que a nova ordem global não será construída por ideologias, mas por algoritmos, fármacos e medo.
E no centro de tudo, os 250 anos dos EUA - um império que celebra sua história enquanto enfrenta o assédio de um projeto revolucionário conduzido por agentes do caos.
Esse é o roteiro de 2026.
Como disse Foucault: “O poder mais perigoso não é o que oprime - é o que se disfarça de cuidado.”
E 2026 será o ano em que esse “cuidado” mostrará seus dentes.
Se você quer entender o mundo que está nascendo, esse vídeo é obrigatório.
Assista até o fim.
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“Um estudo recente documentou a REMISSÃO COMPLETA de cânceres em estágio IV com o uso de fenbendazol.
Pacientes com melanoma avançado, câncer de mama e de próstata viram seus tumores desaparecerem — sem quimioterapia.
Ensaios clínicos devem ser iniciados imediatamente.”