@TelesCombate Impressionante como o Brasil adoeceu, tendo até um nefasto desses como presidente... Sérgio Moro, com sua sede de poder, conseguiu dividir o país!
🇧🇷🇧🇷 Pessoal muito frustrado com política. Morei fora 20 anos e acho o Brasil um dos melhores países do mundo, decidi por opção própria voltar.
Ao meu ver, pelo menos São Paulo, tem dois grande problemas: Criminalidade e Trânsito.
No resto é muito melhor que diversos emergentes que já visitei.
Gostaria que o pessoal que reclama tanto fosse morar em outros países latinos muito mais pobres, nos países árabes com leis mulçumanas ou asiáticos com a diferença cultural (alimentação e etc).
"Ah vou para os USA e Europa", a grande maioria dos Brasileiros que conheço lá são infelizes longe da Família, Amigos e sua Cultura. Diversos são nada mais que escravos do sonho Americano ou tomam antidepressivos/drogas para lidar com a solidão e falta de mordomias. Mas orgulhosos muitos não admitem.
USA é bom para estudar e ganhar/juntar dinheiro se for executivo. Europa é bom para torrar dinheiro por alguns meses por ano. Só.
O QUE FAZER?
Bolsonaro será preso, com meia dúzia de generais aposentados, e alguns políticos golpistas. Mas até lá estará fazendo campanha para condicionar apoio a sucessores de Lira à anistia, eleger o maior número possível de vereadores e prefeitos, para tentar na frente fazer uma bancada de senadores que emparede o STF e, quem sabe, mais na frente, eleger o Tarcísio ou a esposa.
Enfim, o golpismo foi derrotado, mas seguirá vivendo enquanto houver 1/4 a 1/3 do eleitorado querendo destruir a República. Sim, ha pelo menos 1/4 do eleitorado que é golpista, apoiando movimentos de subversão. E enquanto houver demanda do eleitorado por um golpe, haverá políticos ofertando um golpe para serem eleitos. Nikolas, Zambelli, Michele, etc.
O vento que sopra hoje vem da direita, como aquele que soprava nos anos 2000 era da esquerda.
Que fazer nessas circunstâncias para brecar, não exatamente a direita, mas a direita subversiva? O que é possível é isolar o extremismo até a maré passar. Não sendo possível suprimir o voto reacionário ou fascistoide, a defesa da república pelo isolamento da subversão só poder ser feita por via institucional e política.
Na via institucional, defender as competências do STF contra as pretensões de mutilá-lo, mas o próprio STF precisa amenizar eventuais veleidades ativistas em matérias sensíveis. E agir de forma mais discreta, mas republicana, porque a politização da justiça e o envolvimento de juízes em negócios é um espetáculo que agrada a muito pouca gente.
Na via política, não há solução senão Lula chamar a si o quanto possível o miolo de 30% do eleitorado moderado do centro, tanto de direita quanto de esquerda. Para isso, tem que retomar mais enfaticamente a tese da “frente ampla” contra a extrema-direita subversiva. Ao mesmo tempo, tem que investir tudo o que puder na economia, porque será a prosperidade econômica que manterá a fidelidade dos eleitores pobres que não põem a Bíblia em cima do prato de comida, e ainda fará alguns deles mudarem de ideia a seu respeito.
É o que tem pra hoje.
Essa crítica ao “mas” apenas revela que os críticos não conhecem os fundamentos do jornalismo. Sem adversativas, não há jornalismo. Jornalismo não pode queimar a ponte depois de atravessa-lá porque não é - ou não deveria ser - opinião. É relato de fatos e seus contextos
Exemplo da arte do novo jornalismo que é reportar verdades que não são verdadeiras. A Toyota tem fábrica em São Paulo, mas a decisão de investir na fábrica existente não tem a ver com o governo de São Paulo. Tem a ver com plano federal Mover (se certo ou errado é outra conversa)