@CBLOL@losgrandesgg Foi no detalhe, mas acho que nunca tive tanto orgulho de um time brasileiro desde que vencemos(INTZ) a EDG em 2016.
Parabéns @losgrandesgg , vcs são GIGANTES
@maisesportsbr Foi no detalhe, mas acho que nunca tive tanto orgulho de um time brasileiro desde que vencemos(INTZ) a EDG em 2016.
Parabéns LOS, vcs são GIGANTES.
@xicograziano Poxa Chico... nao entenderam nada até agora?
60 MM de votos contra:
Petismo
Sistema
Isentão (vcs)
STF
Máq públ
E qto mais perseguirem Bolsonaro e o seu sobrenome mais eles vão crescer...
A próx eleição ou coloca a familia toda na cadeia ou exila.
DEMOCRACIA!
@flferronato Não entenderam porr@ nenhuma até agora... Não é dinheiro... o nome Bolsonaro arrasta multidões é indiscutível... por isso foi um BAITA erro dele(Bolsonaro) aumentar o Fundo Eleitoral.
Só ferrou ainda + com o Brasileiro que trabalha, paga e não vive ou recebe recursos do Estado.
Estamos chegando à reta final da eleição presidencial e, como muita gente tem me perguntado em quem vou votar, resolvi deixar clara a minha posição.
Eu já comentei aqui que meu candidato seria 𝗧𝗮𝗿𝗰í𝘀𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗙𝗿𝗲𝗶𝘁𝗮𝘀. Continuo acreditando que seria a melhor opção para o Brasil, pela capacidade de gestão, pragmatismo e visão econômica. Quem sabe em 2030.
Mas a política nem sempre oferece o cenário que gostaríamos.
Antes de tudo, quero deixar claro que 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗼 𝘃𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗿𝗲𝗽𝘂𝗹𝘀𝗮 𝗮𝗼 𝗹𝘂𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼, 𝗮𝗼 𝗯𝗼𝗹𝘀𝗼𝗻𝗮𝗿𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗲 𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗾𝘂𝗲𝗿 𝗺𝗼𝘃𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗼𝗿𝗺𝗲 𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗼𝘀 𝗲𝗺 𝗳𝗶𝗴𝘂𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘃𝗼çã𝗼.
𝗡ã𝗼 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗼 𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗶𝗺𝗮çã𝗼. Acho absurdo defender alguém incondicionalmente, justificar seus erros e tratar qualquer crítica como ataque pessoal.
Meus valores estão mais alinhados à direita, especialmente na economia. Acredito na livre iniciativa, no empreendedorismo, na responsabilidade fiscal, na segurança jurídica e em um Estado mais eficiente e menos intervencionista.
Isso não significa concordar com tudo que vem da direita ou rejeitar automaticamente ideias da esquerda. Reconheço a importância de políticas sociais bem estruturadas, da educação pública de qualidade e de uma rede de proteção para quem precisa.
𝗧𝗲𝗿 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗶𝗰çõ𝗲𝘀 𝗻ã𝗼 𝘀𝗶𝗴𝗻𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝗿 𝗮 𝗰𝗮𝗽𝗮𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗲𝗿 𝗯𝗼𝗮𝘀 𝗶𝗱𝗲𝗶𝗮𝘀, 𝗶𝗻𝗱𝗲𝗽𝗲𝗻𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗲 𝗼𝗻𝗱𝗲 𝘃𝗲𝗻𝗵𝗮𝗺.
Dito isso, Flávio Bolsonaro não era minha primeira opção. Tenho ressalvas importantes ao seu nome e ao grupo político que representa. Mas, diante das alternativas com chances reais de vitória, 𝗱𝗲𝗰𝗶𝗱𝗶 𝘃𝗼𝘁𝗮𝗿 𝗻𝗲𝗹𝗲.
Não acredito que o atual governo esteja conduzindo o Brasil na direção econômica de que precisamos.
Temos um problema fiscal estrutural, um Estado caro, baixa produtividade e enormes obstáculos para quem empreende e investe. Enquanto o mundo avança com a revolução tecnológica e a inteligência artificial, seguimos presos a discussões econômicas ultrapassadas.
E existe outro ponto que considero fundamental: 𝗮 𝗮𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻â𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿.
Nas últimas duas décadas, o PT e a esquerda tiveram enorme protagonismo no governo federal. Acredito que a democracia se fortalece quando diferentes projetos têm a oportunidade de governar e ser avaliados pelos seus resultados.
𝗡𝗲𝗻𝗵𝘂𝗺 𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗿𝗶𝗮 𝘀𝗲 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗿 𝗱𝗼𝗻𝗼 𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿. 𝗔 𝗮𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻â𝗻𝗰𝗶𝗮 é 𝘀𝗮𝘂𝗱á𝘃𝗲𝗹 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗶𝗻𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝗶çõ𝗲𝘀, 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗳𝗶𝘀𝗰𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮çã𝗼 𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗽𝗿ó𝗽𝗿𝗶𝗼 𝗽𝗮í𝘀.
Flávio vai resolver nossos problemas? Não sei. Mas não tenho confiança de que a continuidade do atual governo vá resolvê-los. E, diante dessa escolha, prefiro dar uma chance à mudança.
Isso não significa um cheque em branco. Vou continuar cobrando responsabilidade fiscal, respeito às instituições e competência administrativa, independentemente de quem esteja no poder.
𝗠𝗲𝘂 𝘃𝗼𝘁𝗼 𝗻ã𝗼 é 𝘂𝗺𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗹𝗮𝗿𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝗮𝗺𝗼𝗿. É 𝘂𝗺𝗮 𝗱𝗲𝗰𝗶𝘀ã𝗼 𝗽𝗼𝗹í𝘁𝗶𝗰𝗮, 𝘁𝗼𝗺𝗮𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗮𝘀 𝗿𝗲𝘀𝘀𝗮𝗹𝘃𝗮𝘀.
Porque, na minha avaliação, estamos acelerando em direção a um precipício. E, embora mudar de motorista não garanta que chegaremos ao destino, continuar no mesmo caminho também não parece uma boa estratégia.
𝗣𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼, 𝗱𝗼𝗺𝗶𝗻𝗴𝗼 𝗺𝗲𝘂 𝘃𝗼𝘁𝗼 𝘀𝗲𝗿á 𝟮𝟮.
Sem paixão, sem idolatria e sem acreditar em salvadores da pátria.
E, se você pensa diferente, tudo bem. Pessoas inteligentes e bem-intencionadas podem chegar a conclusões políticas diferentes.
𝗗𝗲𝗺𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮 𝘁𝗮𝗺𝗯é𝗺 é 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗲𝗶𝘁𝗮𝗿 𝗶𝘀𝘀𝗼, 𝗶𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀𝗶𝘃𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗼 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗼 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲.
Era proibido usar imóveis da presidência para campanha eleitoral, mas para o Lula pode.
Era proibido ajustar programa social em época de eleição, mas para o Lula pode.
Era proibido evento em universidade pública, mas para o Lula pode.
Showmícios são proibidos, mas para o Lula e o Caetano Veloso pode.
Apoiadores de Bolsonaro agindo online é um gabinete do ódio. Os do Lula podem, é o exército do Lula.
Fake news é crime, mas pro Lula pode.
Você acha mesmo que é uma luta igual? Um luta esgrima com o juiz torcendo contra. O outro faz telecatch na lama.
KKKKK LULA MANDANDO UMA PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO POR DIA NA VELOCIDADE ATUAL E VOCÊS CAINDO NO PAPO DE QUE O RISCO À CONSTITUIÇÃO VEM DA DIREITA 👍🏻
@KimKataguiri Rapaz, me decepcionei com o Renan que esperava mais e acabou enebriado com o aceno da esquerda...
Do Flavio ja nao espero nada... só espero tirar o PT.
Defendi sozinho, inúmeras vezes, a Missão dos ataques de bolsonaristas, em salas nas quais os próprios missionários não tinham coragem de entrar. Dei a cara a tapa, sustentei posições, enfrentei hostilidades e defendi um projeto no qual acreditava. E agora? Agora a fantasia foi rasgada, não é mesmo? Renan, num espetáculo constrangedor de despeito, ressentimento e vaidade ferida, abana o rabo desavergonhadamente para a esquerda.
Em vez de absorver a derrota, reconhecer os próprios erros, fazer uma autocrítica honesta e reorganizar suas forças para voltar à disputa com uma estratégia mais inteligente, o líder do partido resolveu, justamente naquela que considero a eleição mais importante da história do Brasil, se entregar a uma confraternização vergonhosa com a esquerda. Como se essa mesma esquerda não tivesse, inúmeras vezes, dirigido ameaças de morte contra integrantes da Missão.
E fico pensando naqueles jovens coletores do partido, que foram espancados em plena luz do dia por militantes de esquerda. O que devem estar pensando agora, ao verem seu líder confraternizando justamente com aqueles que representam o campo político de seus agressores? Que sentimento deve experimentar quem colocou o próprio corpo em risco por uma causa e agora assiste ao seu principal representante oferecer sorrisos, afagos e acenos aos seus adversários mais ferozes?
Renan tem a natureza de uma traíra. E, como toda traíra, encontra sempre uma justificativa conveniente para a própria deslealdade.
Após a eleição, Renan declarou: “Não sou de direita.”
É extraordinário. Passou a vida política vendendo a imagem de representante da direita verdadeira, da direita autêntica, da direita que não transige, que não se vende, que não se curva. Construiu sua identidade política sobre essa suposta superioridade moral. Mas, chegada a hora da verdade, resolveu anunciar que não é de direita e confraternizar promiscuamente com a esquerda.
E faz isso justamente num momento em que qualquer gesto, qualquer fotografia, qualquer aceno pode ser instrumentalizado eleitoralmente como demonstração de apoio.
Mas reparem num detalhe revelador: Renan não parece minimamente preocupado com essa instrumentalização. A esquerda já se apressou em estampar sua fotografia sob o slogan “Esquerda e direita pela democracia”. E ele? Nenhum constrangimento aparente. Nenhuma preocupação em impedir que sua imagem seja utilizada como instrumento de legitimação de seus antigos adversários.
A vaidade ferida parece ter se tornado mais importante que a coerência, a lealdade e o próprio projeto político que dizia representar.
Dizem que a vitória inebria. Mas Renan conseguiu a proeza de se embriagar com a própria derrota.
Embriagado de ressentimento, incapaz de metabolizar o fracasso e aceitar que o mundo não gira em torno de suas ambições pessoais, foi procurar consolo nos braços de seus piores inimigos. Há nisso uma espécie de fetiche mórbido, uma capitulação ressentida, uma inversão grotesca daquela velha máxima: se não pode vencê-los, junte-se a eles.
Só que, neste caso, a capitulação não parece nascer de uma revisão sincera de convicções, de uma evolução intelectual ou de qualquer reflexão política minimamente respeitável. Parece nascer do despeito. Da vaidade contrariada. Do orgulho ferido de quem prefere ver o adversário vencer a admitir que perdeu.
É a transformação do ressentimento pessoal em orientação política.
E há algo particularmente patético nisso tudo: o homem que pretendia ensinar à direita brasileira o significado da coragem, da coerência e da intransigência moral termina oferecendo sua própria imagem como troféu aos adversários que passou anos combatendo.
Não foi a esquerda que conquistou Renan por superioridade de ideias. Foi o ressentimento que o entregou de bandeja.
A derrota eleitoral poderia ter sido uma oportunidade de amadurecimento. Renan preferiu transformá-la numa exibição pública de sua própria pequenez.
Teve a consciência sodomizada pelo ressentimento.
@ZattarRafael Nao vejo problema nenhum em opiniões contrárias...
O foda é quando um quer impor sua opinião para o outro, ai o relacionamento vai pro espaço mesmo...