🚨URGENTE - Deputado Maurício Marcon apoia candidatura de Flávio Bolsonaro e diz que ele não é ladrão e nem corrupto
“Ele não é ladrão, ele não é corrupto, ele não fugiu do país com dinheiro no bolso roubado dos nossos aposentados”
É com profunda admiração, alegria e um imenso orgulho que recebo a notícia da candidatura do meu irmão, Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro.
Há momentos na história em que a coragem deixa de ser uma virtude abstrata e se torna uma necessidade urgente e este é um desses momentos. Enfrentar o atual regime de exceção exige uma força de espírito que poucos têm. Meu irmão poderia, com toda justiça, escolher o caminho mais simples: viver sua vida em paz, longe dos ataques, das injustiças e dos perigos de enfrentar aqueles que esmagam cidadãos comuns e inocentes em nosso país.
Mas ele não o fez.
E não o fez porque aprendeu, com o exemplo vivo do nosso pai, que a dignidade cobra um preço e que fugir da responsabilidade é negar aquilo que somos chamados a fazer. Ele aceitou esse desafio gigantesco mesmo sabendo o tamanho das dores que isso traria. E talvez resida aí um dos grandes paradoxos cristãos: o poder deve ser entregue justamente a quem não o deseja; a liderança pertence àqueles que entendem que liderar é sacrificar-se, não privilegiar-se.
Todos sabemos que o povo desejava nosso pai como candidato. Essa era a vontade popular. Mas a tirania que avança sobre nossa nação arrancou essa escolha das mãos da população. Julgaram que assim nos calariam. Julgaram que nos quebrariam. Que desistiríamos.
Mas não entenderam com quem estavam lidando.
Meu irmão erguerá a bandeira dos ideais do nosso pai. Ele será o rosto da esperança em meio ao medo; da liberdade em meio à opressão. Representará todos aqueles que se recusam a se ajoelhar diante da tirania.
E não escondo a verdade: estamos à beira do precipício. Os inimigos da liberdade estão a um passo de consolidar o regime que desejam. Este é o instante decisivo — o momento em que a história exige de nós postura, união e coragem. Por isso, faço um apelo a todos que amam a liberdade e os valores que moldaram nossa civilização: deixemos nossas diferenças para trás. Não é hora de disputas menores. É hora de proteger aquilo que nenhum povo pode perder.
Nenhum interesse pessoal pode se sobrepor ao destino de uma nação.
Que Deus nos abençoe, porque a liberdade nunca é dada, ela é conquistada. E é agora que precisamos lutar por ela.
"Eles invadiram nossas escolas tiraram o ensino de Educação Moral e Cívica, acabaram com a OSPB e apagaram o amor à pátria. A gente cantava o hino nacional todo dia. Eles ensinam às crianças a odiar o próprio país".
The decision to close the 𝕏 office in Brazil was difficult, but, if we had agreed to @alexandre’s (illegal) secret censorship and private information handover demands, there was no way we could explain our actions without being ashamed.
Tradução de um tuíte do ex-Primeiro-Ministro de Israel, Naftali Bennet. Vale a pena ler:
Alguns pontos sobre o ataque iraniano com mísseis contra Israel:
1. Ao contrário do que dizem os especialistas, o ataque não foi planejado para ser apenas um espetáculo pirotécnico de luz e fumaça, que não causaria danos.
Quando você dispara 350 projéteis programados para atingir Israel simultaneamente, quando você usa três tipos de armas completamente diferentes – mísseis de cruzeiro, mísseis balísticos e drones - você está tentando penetrar nas defesas de Israel e matar israelenses.
2. O governo dos EUA está dizendo: “Isto é uma vitória, vocês já venceram ao derrubar os mísseis. Não há necessidade de qualquer ação adicional.”
Não, isso NÃO é uma vitória.
Sim, é um enorme sucesso dos sistemas de defesa aérea de Israel, mas não é uma vitória.
Quando um agressor tenta bater em você 350 vezes e só consegue sete vezes, você NÃO ganhou.
Você não vence guerras apenas interceptando os ataques do inimigo.
Seu inimigo apenas se esforçará mais com mais e melhores armas e métodos na próxima vez.
Como você para o inimigo?
Cobrando um preço profundamente doloroso pelo ataque.
3. É incorreto dizer “ninguém se machucou”.
Uma menina árabe-israelense de 7 anos chamada Amina Elhasuny está lutando por sua vida.
Foi ela que o covarde Khamenei atingiu.
4. A República Islâmica do Irã cometeu um grande erro.
Nos últimos 30 anos, eles tem causado estragos na região através dos seus representantes.
É como um polvo terrorista cuja cabeça é Teerã e cujos tentáculos estão no Líbano, no Iêmen, no Iraque, na Síria e em Gaza.
É muito conveniente. Os Mullahs enviam outros para realizar ataques terroristas horríveis e morrer por eles. Derrama-se o sangue de outras pessoas.
O erro estratégico de Israel nos últimos 30 anos foi concordar com essa estratégia. Sempre lutamos contra os tentáculos do polvo, mas dificilmente cobramos um preço de sua cabeça iraniana. Isso vai mudar agora: Hezbollah ou Hamas disparam foguetes contra Israel? Teerã paga um preço.
5. O inimigo é o REGIME iraniano, não o maravilhoso povo iraniano.
O regime iraniano me lembra o regime soviético de 1985: corrupto até à medula, velho, incompetente, desprezado pelo seu próprio povo e destinado ao colapso.
Quanto antes melhor.
O Ocidente pode acelerar o colapso inevitável do regime com um conjunto de ações suaves e inteligentes, sem recorrer à força militar.
Lembre-se, a URSS entrou em colapso sem qualquer necessidade de um ataque americano direto.
Vamos fazer isso.
6. Israel está lutando uma guerra por todos. Em Gaza, Líbano e Teerã.
Somos considerados “o pequeno satanás” pelo Islã radical. A América é o grande satã .
Serei claro: se estes terroristas islâmicos fanáticos e malucos escaparem impunes dos homicídios que cometem, escondendo-se entre civis, este método será adotado por terroristas em todo o mundo.
Não estamos pedindo a ninguém que lute por nós. Nós faremos o trabalho. Mas esperamos que os nossos aliados nos apoiem, especialmente quando a luta ficar difícil – e está difícil agora.
Fiquem do lado certo e ajudem-nos a derrotar estes regimes horrorosos e selvagens.
Naftali Bennet
Tuíte original:
https://t.co/7rHD85WKkH
A Anistia Internacional fez esse post dizendo que "um escritor de 62 anos" morreu em uma prisão israelense após 38 anos preso "e que isso era um lembrete cruel do desrespeito de Israel pelo direito dos palestinos à vida", mas a Anistia Internacional sem querer se esqueceu de mencionar um pequeno detalhe, o motivo da sua prisão:
Em 1984 o jovem Moshe Tamam, de 19 anos, foi sequestrado por uma célula terrorista palestina liderada pelo "escritor palestino". Ainda com vida teve os seus olhos arrancados, todos os seus dedos foram quebrados e as suas pernas foram partidas e o jovem israelense foi castrado. Em seguida, foi baleado e o seu corpo desfigurado foi abandonado em um olival.
Esse foi o crime do "escritor de 62 anos" que lhe valeu uma pena de prisão perpétua em Israel.
Agora é oficial: o Brasil vive uma ditadura. Em poucos dias a opinião pública mundial se consolidou. Isso significa que propaganda nenhuma irá sufocar essa realidade que ficou óbvia para o observador mais leigo.