Atari Hotels Begins Phoenix Construction: Atari Hotels has commenced construction on its Phoenix property, marking the brand's entry into the hospitality sector with a focus on gaming&themed… www.hotelnewsresource.com/article143543.html #AtariHotels#Phoenix#Gaming
Literally all they need to do is paint the favelas all white.
LatAm towns look like shit because of the mint green paint and mismatched colors.
Paint it all white like in Portugal and Southern Spain.
Would be a major glow up
@CafeComSardinha O IHFA (Índice de Hedge Funds da Anbima), que mede o desempenho médio dos fundos multimercados no país, acumulou alta de apenas 3,26% no primeiro semestre de 2026, ficando abaixo da caderneta de poupança (que rendeu 3,93%) e muito distante do CDI (6,85%)
Existem passagens extraordinárias de Adam Smith que, se fossem apresentadas sem identificação do autor, poderiam facilmente ser atribuídas a Karl Marx ou a algum pensador socialista.
Em A Riqueza das Nações (1776), Smith critica o poder dos patrões, a desigualdade na negociação salarial, a renda dos proprietários de terra, os monopólios e a influência política dos empresários.
Selecionei seis passagens particularmente surpreendentes, com traduções minhas para o português e referências à obra original.
## 1. Os patrões conspiram para manter os salários baixos
> "Os patrões estão sempre e por toda parte envolvidos em uma espécie de combinação tácita, constante e uniforme, para não elevar os salários do trabalho acima de sua taxa vigente."
Fonte: A Riqueza das Nações, Livro I, capítulo VIII, Of the Wages of Labour. 
[image](https://t.co/pxfSG5VhWJ\&sz=32)
https://t.co/LO9V26iBxU
Smith argumenta que os empresários possuem uma vantagem estrutural sobre os trabalhadores. Enquanto os primeiros conseguem sobreviver por longos períodos sem contratar, os trabalhadores dependem imediatamente dos salários.
É uma antecipação impressionante da análise das relações desiguais de poder entre capital e trabalho.
## 2. A legislação favorece os patrões contra os trabalhadores
> "Não temos leis do Parlamento contra as combinações destinadas a reduzir o preço do trabalho; mas temos muitas contra as combinações destinadas a elevá-lo."
Fonte: Livro I, capítulo VIII. 
[image](https://t.co/ekj7I4NYQI\&sz=32)
Wikisource, the free online library
Smith está denunciando uma assimetria institucional. Os patrões podem se organizar para manter os salários baixos, enquanto os trabalhadores enfrentam restrições legais para agir coletivamente.
A crítica lembra análises posteriores sobre o Estado e os interesses das classes proprietárias.
## 3. Os proprietários de terra colhem onde nunca semearam
> "Assim que toda a terra de um país se torna propriedade privada, os proprietários [...] gostam de colher onde nunca semearam."
Fonte: Livro I, capítulo VI, Of the Component Parts of the Price of Commodities. 
[image](https://t.co/M7WyK0IkE9\&sz=32)
https://t.co/2FPMovcJz8
Esta é provavelmente a passagem que mais lembra uma crítica socialista à propriedade.
Smith observa que os proprietários conseguem exigir renda até mesmo pelos produtos naturais da terra, apropriando-se de parte do resultado do trabalho alheio.
É uma crítica direta à apropriação da renda fundiária, embora Smith não esteja defendendo a abolição da propriedade privada.
## 4. Uma sociedade não pode prosperar enquanto a maioria permanece pobre
> "Nenhuma sociedade pode certamente ser próspera e feliz se a maior parte de seus membros for pobre e miserável."
Fonte: Livro I, capítulo VIII. 
[image](https://t.co/Dj7Puc8clq\&sz=32)
Stanford Center on Poverty and Inequality
Smith vai além, argumentando que é uma questão de justiça que aqueles que alimentam, vestem e abrigam a sociedade recebam uma parcela suficiente do produto de seu próprio trabalho para viver dignamente.
Aqui aparece um Smith preocupado não apenas com a produção de riqueza, mas com sua distribuição e com as condições materiais da maioria da população.
## 5. Os empresários se reúnem para conspirar contra a sociedade
> "Pessoas do mesmo ramo de negócios raramente se encontram [...] sem que a conversa termine numa conspiração contra o público ou em algum artifício para elevar os preços."
Fonte: Livro I, capítulo X, parte II. 
[image](https://t.co/p7UmMJ8v3f\&sz=32)
Econlib
Smith não enxergava os empresários como defensores naturais do interesse público.
Pelo contrário, reconhecia que seus interesses particulares frequentemente os levavam a organizar monopólios, cartéis e restrições à concorrência.
Essa crítica é especialmente interessante porque parte de um dos principais defensores históricos da liberdade econômica.
## 6. O trabalhador precisa dividir o produto de seu trabalho com o capitalista
> "Nessas circunstâncias, todo o produto do trabalho nem sempre pertence ao trabalhador. Ele deve, na maioria dos casos, dividi-lo com o proprietário do capital que o emprega."
Fonte: Livro I, capítulo VI. 
[image](https://t.co/2QI5rF1TMV\&sz=32)
https://t.co/yJho5eXwkm
Esta passagem lembra, à primeira vista, a problemática marxista da distribuição do produto entre trabalhadores e capitalistas.
Smith identifica explicitamente que o trabalhador não recebe integralmente o valor do produto de seu trabalho, porque uma parte corresponde à remuneração do capital.
A diferença fundamental é que Smith considera o lucro uma componente legítima da organização capitalista da produção, enquanto Marx desenvolveria posteriormente uma crítica da exploração baseada na mais-valia.
## O que aproxima Adam Smith de Marx?
Existe uma continuidade intelectual interessante entre os dois autores. Ambos reconhecem que o capitalismo envolve conflitos distributivos, que proprietários de capital possuem poder econômico e que os salários não são determinados apenas por relações harmoniosas de mercado.
Mas há uma diferença essencial: Smith critica os abusos e privilégios existentes na sociedade comercial, sem defender a superação do capitalismo. Marx transforma o conflito entre capital e trabalho em elemento central de uma crítica ao próprio sistema.
O mais curioso é que muitas pessoas conhecem apenas o Adam Smith da mão invisível e ignoram completamente essas passagens.
A frase mais poderosa para ilustrar essa contradição talvez seja a primeira: a ideia de que os patrões estão permanentemente organizados para impedir a elevação dos salários.
Foi Adam Smith quem escreveu isso em 1776, mais de setenta anos antes do Manifesto Comunista, de 1848.
E não é uma frase tirada de contexto: ela aparece justamente no capítulo em que Smith discute a determinação dos salários, o poder de negociação e a distribuição dos ganhos econômicos.
É um excelente ponto de partida para um artigo intitulado “O Adam Smith que parece comunista: seis passagens que os liberais preferem esquecer”.
CNJ propõe perda de cargo a 5 magistrados da Bahia alvos da operação Faroeste
A investigação da PF foi deflagrada em 2019 e apurou esquema de venda de sentenças envolvendo disputas de terra e grilagem
https://t.co/9ky1nYuKTn
Famílias passaram a consumir mais arroz, óleo, macarrão e café após proibição das bets, diz Abras | Estudos de entidade mostram crescimento no volume de vendas em todos os canais de varejo alimentar, como supermercados, atacarejos e mercearias https://t.co/qEv8BaYehh
2026 Brazil presidential election result by municipalities and the percentage change of valid votes of Lula and Bolsonaro compared to the first round
(by elgeografico_/instagram)
@RafaelPaschoare O IHFA (Índice de Hedge Funds da Anbima), que mede o desempenho médio dos fundos multimercados no país, acumulou alta de apenas 3,26% no primeiro semestre de 2026, ficando abaixo da caderneta de poupança (que rendeu 3,93%) e muito distante do CDI (6,85%)