Ficou claro na eleição de 2014. Aécio com mais de 10% na frente da D1lma com 88% das urnas apuradas. O sistema cai e só o TSE tem acesso a contagem. Quando o sistema volta, a Dilma tava na frente. Todo mundo finge que acredita nas urnas.
@SamPancher@Paxbrasilis Não influenciou o resultado, mas sim a opinião do eleitor após a exposição ao áudio. Por que não expuseram o eleitor a um áudio do ladrão? Leia os fundamentos da decisão e informe direito as pessoas!
@marinahelenabr@Marcos_11_66 Essa juíza é uma ladra de dinheiro dos pagadores de impostos. É paga para aplicar a lei, mas não o faz em razão de sua agenda ideológica pessoal. Sinto-me roubado por essa estelionatária togada. 🤬
@RomeuZema Levou um presta atenção do Partido Novo, né? Seja como for, folgo em saber que está voltando as críticas para quem as merece: o ladrão! Esse deve ser o foco: bater no bandido até não mais poder.
O Reavivamento da Fé Cristã no Brasil
Poucos comentam, mas algo extraordinário está acontecendo no Brasil: as igrejas estão mais cheias. Não apenas aos domingos, mas também durante a semana. Nas madrugadas, milhares de fiéis se reúnem para rezar o rosário. Iniciativas simples, conduzidas por religiosos que até pouco tempo eram desconhecidos do grande público, como Frei Gilson e Irmã Kelly, têm levado a Palavra de Deus a multidões.
Na verdade, esse movimento não surgiu agora. Ele vem sendo construído há mais de uma década por diversos sacerdotes e leigos que se dedicaram à evangelização por novos meios. Entre eles, destaca-se o Padre Paulo Ricardo, cuja influência foi decisiva para aproximar muitos brasileiros da fé. Também é justo reconhecer o papel de Olavo de Carvalho, que, à sua maneira, ajudou a despertar em muitos o interesse pelas raízes cristãs da civilização ocidental.
Os sinais estão por toda parte. Padres acumulam milhões de seguidores nas redes sociais. Pessoas que haviam se afastado da vida religiosa retornam às igrejas. Jovens redescobrem a oração. Famílias voltam a frequentar missas e cultos.
E esse fenômeno não se limita à esfera católica. É impossível ignorar o vigor das igrejas evangélicas, especialmente as pentecostais, que continuam crescendo e atraindo novos fiéis. Cultos se multiplicam, e multidões atendem aos chamados de pastores que anunciam a mensagem cristã por todo o país.
Neste sábado, estive em Goiânia para venerar a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe durante o evento Totus Tuus. O Estádio Serra Dourada estava completamente lotado — tão lotado que milhares de pessoas precisaram acompanhar parte da programação pelos telões instalados do lado de fora.
Quando finalmente consegui entrar, esbarrei em alguém e, de relance, vi uma camiseta estampada com o rosto de Jesus e uma única palavra: CORAGEM.
Caminhei mais alguns metros e meus olhos encontraram outra mensagem, desta vez em outra camiseta: "Não tenhais medo."
Em determinado momento, uma pessoa se aproximou, me abraçou silenciosamente e seguiu seu caminho. Nenhuma palavra foi dita. Nenhuma explicação foi necessária.
Quem observa atentamente percebe que o Brasil vive hoje um verdadeiro reavivamento da fé cristã. Não sei explicar com precisão suas causas, mas arrisco uma hipótese: a luz costuma brilhar com mais intensidade justamente quando a escuridão se torna mais densa.
Há algo de especial acontecendo em nosso país. Algo que transcende análises políticas, econômicas ou sociológicas. Algo que toca o coração das pessoas e as conduz novamente ao encontro de Deus.
Fé em Deus! Eu acredito. E talvez este texto seja exatamente o esbarrão que faltava em sua caminhada. Por isso, sede forte e corajoso. E lembrai-vos das palavras que ecoam há séculos nos corações dos cristãos:
"Não tenhais medo. Não estou eu aqui, que sou vossa Mãe?"
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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Ontem, conversando com um amigo empresário, dono de uma das mais conhecidas e completas lojas de material artístico de São Paulo, ele me perguntou como eu me sentia sendo um dos raros artistas conservadores que se manifestam publicamente.
Claro que, à parte as considerações óbvias, como o afastamento compulsório de galerias, marchands, curadores e artistas, a maioria radicais de esquerda por alguma espécie de biosmose nefasta, existem suas gratificações.
Uma delas é manter minha integridade e liberdade de pensamento e ação intactas.
Outra, a de andar com minhas pernas, estar sozinho, dono de meu nariz.
Conheço muito bem o lulismo e a esquerda, por ter feito parte dessa seita quando jovem.
Sempre conheci o preço cobrado por eles, o de transformar a arte em ferramenta política e objeto de corrupção.
Durante anos, todo o meu trabalho de arte e pintura foram gratificantes, sem exceção, porque acredito no que faço.
As dezenas de obras que tenho com colecionadores, como a série de cidades do mundo do ex senador e amigo Fernando Santoro, ou a série de obras sacras de Celso Moacir Coelho; a série de 20 mistérios do Santo Rosário que estão com Sérgio Wanderley em Goiania; minhas obras em multinacionais, como na sala de reunião da diretoria na sede da Bayer em São Paulo, até os retratos que sempre pintei com carinho, retratos de pessoas comuns, importantíssimas para quem as ama, são todas marcantes, cada uma delas tem sua história.
Mas uma delas é um orgulho pessoal: o retrato que pintei em 2020 do presidente Jair Bolsonaro, que acabou virando a medalha 3i, que se tornou histórica.
A pintura foi, na época, um modesto reconhecimento a um grande homem, que mudou a perspectiva dos brasileiros em relação a valores fundamentais como família, ética e moral.
Jair Bolsonaro, mais do que um homem ou político, é uma ideia que permanece viva.
Mais viva do que nunca.
Essa medalha é um símbolo dessa ideia: de força, resiliência.
E esperança.
Que jamais abandonaremos.
Daqui a muitos anos, talvez ela esteja em algum museu de um Brasil desenvolvido, livre e próspero, como testemunha de uma mudança que libertou o país do atraso lulista.
Acontecerá.
@BolsonaroSP
@Alfredogaspar_ Tenho pena do seu eleitor, que vai arcar com as consequências da sua irresponsabilidade oportunista e eleitoreira, perdendo o emprego e suportando uma inflação ainda maior. Vergonhoso, Deputado! Se realmente valorizasse o trabalhador, votaria contra essa insanidade.
@Maubmarcon@Marcos_11_66 Parabéns, Deputado! Estou seguro de que o seu eleitorado está muito satisfeito. Não podemos conceder um milímetro à esquerda imunda.
Boa, @rsallesmma ! Honrou meu voto ao se posicionar contra esse projeto populista e eleitoreiro da esquerda imunda (fim da escala 6x1)! Em breve estará fazendo a mesma coisa no Senado. 👊🏻
@fabifbbr@flaviogordon Pois é, Fabi. Tem uma galerinha na "direita perfumada" que está mais interessada em defender princípios abstratos e afetar isenção do que derrotar o ladrão e seu projeto criminoso de poder. Vai entender...
Há uma revolta desproporcional de alguns aqui com os questionamentos feitos por jornalistas de direita sobre o caso Flávio-Vorcaro. Questionar é legítimo e é obrigação da imprensa, independentemente da posição política de quem pergunta. Nós queremos melhorar o país com a verdade, não tapando o sol com a peneira.
Minha postura desde o início deste escândalo (e sim, é um escândalo) foi clara: apurar os fatos e trazê-los ao público sem esconder nada. Conversei com os envolvidos, questionei todo mundo que pude, levei tudo o que levantei no PF Show e fiz duas entrevistas com as fontes primárias, fazendo todas as perguntas desconfortáveis que precisavam ser feitas.
É verdade que existe uma festa entre aqueles que sempre tiveram má vontade com a candidatura de Flávio - seja por convicção equivocada, seja por pura fraqueza moral. Mas isso só foi possível pela incapacidade da campanha e do próprio candidato em explicar algo simples e pelas omissões pretéritas junto ao público que abalaram a sua credibilidade. A verdade - pelo menos pelo que pude apurar até agora - era razoavelmente simples e honesta, mas a campanha foi atropelada por revelações (muitas verdadeiras, outras deturpadas) sem uma comunicação decisiva e 100% transparente.
No meu juízo pessoal, até o que pude apurar até agora, não vi nada ilegal ou imoral. Na relação entre Flávio e Vorcaro, não há nada que eu, no lugar do senador, teria feito diferente. Esse é o meu posicionamento mais honesto. Lamento que parte da direita esteja atirando pedras com hipocrisia, mas os questionamentos, estes sim, precisam continuar - e devem ser respondidos com honestidade e humildade pelo candidato e sua campanha. A Verdade é sempre o caminho.
Demorou, mas Flávio e a campanha conseguiram explicar, ainda que de forma atabalhoada, o que veio à tona até aqui. O estrago eleitoral foi real, porém é sanável até outubro. O ciclo das notícias é curto e o assunto já está perdendo força. Mesmo assim, a credibilidade foi abalada e a pergunta (legítima) que mais escuto agora é: “O que mais vem por aí?”
Será que a relação Flávio-Vorcaro se limita ao filme? Virão novos diálogos? Transações financeiras? Se não vierem (como Flávio jura e como eu acredito, até o momento), a credibilidade voltará aos poucos. E, certamente, a participação real do PT no esquema do Master não ficará eternamente escondida pelo ministro André Mendonça.
Questionar é válido e necessário. Mas eleição não é escolha entre Flávio e Ronald Reagan. É entre Flávio e Lula. Cabe à campanha respirar, reagrupar, organizar o time e começar a produzir pautas produtivas. Se fizerem isso, Flávio sai vitorioso.