I saw a post on Reddit that said, “When you walk through a museum, you’re not just looking at art. You’re moving through centuries of people trying to explain love, grief, power, beauty, and belonging.” I don’t think I’ve ever seen a museum described so beautifully.
“Uma pessoa leu meus contos e disse que aquilo não era literatura, era lixo. Concordo. Mas há hora para tudo. Há também a hora do lixo.”
(Lispector, p.12, 1974).
Uma coisa q me pega muito é pensar que sendo deprimida eu já conquistei e vivi tanta coisa bacana então imagina onde eu estaria se meu cérebro rodasse liso
Alexa, liberar gás do riso. kkkkkkk mas... Espera eu sair, kkkkkkkkk. Espera eu sair, Alexa, KKKKKKKKKK. KKKKKKKKKKK. alexaaa KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK ESPERA EU SAIR ALEXA
Curiosidade. O Tupi é uma língua que apresenta o tempo nominal. O verbo não expressa tempo. Em tupi existe o tempo do substantivo. Para isso, usam-se os sufixos RAMA (futuro, promissor, que vai ser) e PÛERA (passado, velho, superado, que já foi). Ybyrá - árvore. Ybyrárama - muda (a futura árvore). Ybyrápûera - tronco, toco de árvore (a ex-árvore, a árvore que já foi). É um belo exemplo de como as línguas recortam o mundo de forma diferente: em tupi, o movimento no tempo é das coisas, não das ações. Lindo isso, não? #PapoDeLinguista