1. All Singapore residents will speak English.
2. Bring in the best intellectual capital.
3. No corruption.
But why would the best intellectual capital reside in a third-world country?
How could they remove corruption in a country where per-capita income was $517?
@mauad_joao Mas depois vem com a covardia usual, ele e a Herédia, com o papo que o Gilmar, pela formação alemã, é guiado por princípios... Conversa: ele não tem compromisso com ideal algum; usa princípios e a pseudo intelectualidade para tentar esconder os interesses canalhas.
O ministro Gilmar Mendes e seu filho são quem realmente mandam na CBF?
O IDP, a faculdade de Gilmar, assinou contrato com a CBF e ficou com 84% da receita da CBF Academy, que faturou mais de R$ 9 milhões em 2023. O presidente que assinou o contrato foi destituído por fraude, recorreu ao STF, o processo caiu com Gilmar, e ele voltou ao cargo.
Quando esse presidente caiu de vez, entrou Samir Xaud, aluno do IDP, escolhido a dedo pelo ministro. Trinta e dois dos quarenta maiores clubes do Brasil votaram contra ele. Não importou.
Hoje não há um departamento na CBF sem alguém da faculdade do Gilmar comandando. E o filho dele, Francisco Mendes, é quem tem a palavra final na confederação, sem cargo, sem mandato, sem voto.
Isso é coisa de país que não se leva a sério.
Compartilha com alguém que ainda não sabe o que acontece nos bastidores do futebol brasileiro.
Vorcaro disse à PF que contrato com mulher de Moraes não teve contrapartida
https://t.co/NDYuacyGbi.
Dono do Banco Master admite que contrato de R$ 129 milhões buscava aproximação com ministro do STF
@madeleinelacsko@macunaimaz Defende estupidez de celebridade egocêntrica, que age há tempos assim, sob pretexto que é autêntico. Duvido que fale nesse tom com os parças senadores, ao tratar dos conchavos.
O novo corregedor nacional de Justiça esteve na degustação de uísque em Londres, cuja conta de R$ 3 milhões foi paga por Vorcaro.
É agora a autoridade máxima responsável pela integridade do Judiciário brasileiro, indicado pelo pleno do STJ e aprovado pelo Senado Federal.
Mundinho magistocrático: juiz do TJMS recebeu R$ 252 mil em verbas indenizatórias em apenas um mês. O pagamento foi inflado por um erro de cálculo
Segundo relatório do CNJ, o Tribunal considerou a rubrica “indenização de cargo” para calcular cinco benefícios: abono pecuniário, adicional de férias, gratificação natalina, férias indenizadas e licença compensatória. Como essa verba tem natureza transitória, ela não deveria ter entrado na conta
A diferença, só nesse caso, foi de R$ 33 mil pagos a mais ao excelentíssimo. Pode parecer pouco diante da remuneração total, mas apenas esse valor seria suficiente para pagar o salário de quatro professores da rede pública, por aí
Ah, o CNJ encontrou esse problema - e muitos outros - ao analisar as folhas de março e abril. E os meses anteriores? Deixa pra lá. Jogo jogado, leite derramado
Mas, claro, a total e completa autonomia orçamentária do Judiciário deve ser mantida. Afinal, qualquer tentativa de supervisão é um ataque à democracia e uma afronta à separação dos Poderes. Então tá
Hoje, só hoje, TRES pessoas me pediram ajuda para comprar gás. Se eu não ajudar, elas não têm como conseguir. Todas trabalham - diarista, cozinheira, auxiliar de serviços gerais. Tudo gabaritando no "Ocupados" do IBGE (algum dia volto a falar sobre os critérios do instituto). Tudo "fora da pobreza".
Em sua trajetória de amizade com o crime, Ciro Nogueira foi citado por ao menos quinze delatores, em diferentes esquemas, mas a Justiça brasileira até hoje nada fez
E se não fizer até outubro, Ciro comandará, junto com Antônio Rueda (também citado em inúmeros esquemas, inclusive com o crime organizado) a maior fatia do fundo eleitoral: 4,9 bilhões nas mãos dessas figuras.
Reportagem de @brenopires.
Roger Federer dropped some real wisdom in his Dartmouth commencement speech:
He won nearly 80% of his 1,526 professional matches, but only 54% of the points he played.
Even one of the greatest tennis players of all time lost almost half his points.
His lesson: Don’t dwell on every mistake. A double fault, a lost point, even a bad day, it’s just one point. The champions move on quickly with the same focus and fire for the next one.
This is one of the best mindset lessons I’ve heard in a long time. It applies way beyond tennis.
Life is full of losses and setbacks. The difference between average and exceptional is how quickly you reset and keep playing.
Revolta é pouco para o que eu estou sentindo agora.
A sentença da juíza concedendo perdão judicial a Monique Medeiros pelo homicídio do menino Henry Borel, alegando um suposto "preconceito de gênero", é um escárnio e deve ser reformada com urgência em 2ª instância.
Não posso afirmar sobre a intenção da juíza, mas a redação da sentença, carregada de platitudes e clichês do identitarismo woke, passa a impressão de que a juíza achou que estava abalando e que seria aplaudida pela imprensa e pela sociedade por ser tão evoluída e progressista.
Desconfio que o efeito será o contrário: revolta e indignação da sociedade por conceder perdão judicial a uma mãe que foi omissa, negligente e indiferente enquanto Henry Borel era espancado e torturado física e psicologicamente pelo padrasto.
Segundo os autos do processo, a babá do menino já havia alertado Monique várias vezes de situações estranhas envolvendo Jairinho e Henry e que indicavam claros maus-tratos.
Qualquer mãe ou pai amorosos e em perfeito juízo teriam feito de tudo para tirar seu filho dessa situação e responsabilizar o agressor.
Henry Borel chegou ao hospital sem vida, com pelo menos 23 lesões por ação violenta e um fígado rompido por conta de uma forte pancada. Morreu de uma hemorragia interna e laceração hepática.
Mas para a juíza do caso, Monique Medeiros merece ser perdoada judicialmente porque ela sofreu "discriminação de gênero" influenciada pela "cultura patriarcal" e que não se pode exigir dela ser uma "mãe perfeita".
Não, minha senhora, Monique Medeiros sofreu uma justa indignação da sociedade por NÃO FAZER o que se espera de qualquer adulto, não apenas de uma mãe ou de um pai, quando vê uma criança em situação de maus-tratos: intervir diretamente e acionar as autoridades.
A mensagem que essa juíza envia ao Brasil todo é que mães em todo o país podem ser omissas e negligentes com seus próprios filhos, afinal, não se pode exigir que sejam "mães perfeitas" e qualquer falha delas é culpa do preconceito de gênero por serem mulheres.
Esse caso absurdo é mais um exemplo de como o identitarismo woke e a leniência com criminosos de toda sorte está relativizando os valores morais da nossa sociedade e jogando nossa civilização em um abismo sem fundo.
Espero sinceramente que essa decisão irresponsável e odiosa seja revertida e que Justiça seja feita para Henry, seu pai e familiares. Que Deus abençoe e conforte essa família.
Relatório da Seção 301 cita decisão de Dias Toffoli que anulou acordo de leniência da Odebrecht e fala em “conflitos de interesse”.
“O relatório também expressou preocupação quanto à anulação de todas as provas em um acordo de leniência com uma construtora brasileira, negociado pelo Ministério Público Federal como parte da Operação Lava Jato.
Essa decisão, proferida em setembro de 2023 pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, tratava do maior esquema de corrupção transnacional da história e resultou na anulação de mais de uma centena de processos no Brasil.
Em 2024, as penalidades da Operação Lava Jato impostas a empresas que confessaram corrupção em larga escala foram suspensas e puderam ser renegociadas. A renegociação desses acordos de leniência tem sido criticada por avançar sem transparência e com graves conflitos de interesse.
Sobre essas renegociações, a Organização dos Estados Americanos (OEA) concluiu que as ações do Brasil “correm o risco de minar a confiança pública no uso desses acordos e podem contribuir para uma sensação de insegurança jurídica para as pessoas jurídicas”, além de questionar a equidade desses acordos.
Em 2025, a Transparency International classificou a anulação desses casos como a violação mais grave do Brasil à Convenção Anti-Suborno da OCDE.”
Malu Gaspar chama a atenção para a estratégia desenhada por Gilmar e Cia para tentar melar as investigações do Caso Master, nas quais alguns de seus coleguinhas estão envolvidos até o pescoço. Não por acaso, é o mesmo estratagema usado para melar a LavaJato.
Se os depósitos judiciais não são do judiciário, pq ele fica com a remuneração sobre esses ativos? E, se fica, pq são destinados a gastos discricionários como indenizações pros membros? É um absurdo como muitas carreiras se sentem donas dos órgãos que deveriam servir.
O PCC (em grande escala) e o CV (em escala menor) se valem de esquemas sofisticados e profissionais de lavagem de dinheiro. Foi exatamente isso que permitiu que crescessem economicamente de forma explosiva nas últimas décadas.O problema é que parte importante do sistema político e judiciário brasileiro — incluindo do governo — nunca demonstrou interesse real em combater esses esquemas profissionais de lavagem. E a razão é simples: os métodos usados pelas facções são os mesmos empregados pela corrupção política, pelo caixa 2 eleitoral e por aqueles que a ex-ministra Eliana Calmon denominou de bandidos de toga. Sempre que uma brecha é fechada (como as antigas contas CC5), outras são rapidamente abertas, muitas vezes com a ajuda ativa do próprio Estado. Exemplos recentes: as “contas bolsão” de fintechs e instituições de pagamento, os programas de repatriação de ativos com blindagem contra investigação de origem, e a blindagem legal de contratos de honorários advocatícios.Quando o sistema parece se organizar para atacar de verdade esses esquemas, logo surgem leis que dificultam a colaboração premiada, decisões que restringem o acesso aos RIFs do Coaf, e anulações em cascata. O resultado é sempre o mesmo: não avançamos de forma efetiva.Estamos investigando, nos GAECOs locais e no nacional, grandes esquemas de lavagem envolvendo contas bolsão. O volume de dinheiro que circula anonimamente por essas brechas é absurdo. Muitas delas só foram parcialmente fechadas no ano passado — e só para o futuro, sem efeito retroativo.A operação de ontem do GAECO do MP/SP com a Receita Federal na Faria Lima, bastante noticiada, é troco de pinga perto do que temos visto nas nossas apurações. Mesmo assim, surge uma liminar aqui e outra acolá dificultando o acesso aos RIFs e criando insegurança jurídica. Enquanto isso, prerrogativistas encastelados em posições-chave de poder trabalham sistematicamente para minar o fechamento de brechas — quando não atuam para criar novas. Não se iludam: o sistema não não está minimamente interessado em atacar esse problema com seriedade. As facções criminosas apenas perceberam que podiam usar os mesmos esquemas que sempre protegeram o colarinho branco. A medida do governo Trump está longe de resolver a questão no Brasil, mas certamente dá uma ajudinha importante: força os agentes privados a fazerem o que o Estado brasileiro se recusa a fazer ou faz de corpo mole — fechar brechas que permitem usar negócios legítimos para lavar dinheiro sujo.
Em Londres a degustação foi mais animada, eram 40. Entre eles: Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Andrei Rodrigues (Polícia Federal), Paulo Gonet, Hugo Motta, Benedito Gonçalves (STJ), Gazeta do Povo, Jorge Messias. Não sei se teve zap depois.
Salvem este vídeo. Quando os malandros de sempre começarem a alegar que Vorcaro está sendo coagido em seu acordo de delação, mostre-o. Ele é bastante didático do que seria realmente uma coação.