“Ser comunista, inteligente y bueno es totalmente incompatible. El que es inteligente y bueno no es comunista. El que es comunista y bueno no es inteligente. Y por supuesto, el que es comunista e inteligente, es imposible que sea bueno”
Alexander Solzhenitsyn
Emílio mandou essa ao vivaço no @programapanico e na cara do cidadão. Mandou bem demais! O irônico disso é que um programa de humor consegue fazer mais jornalismo do que, por exemplo, a GloboNews.
As motos, é claro eram Harley Davidson, a marca mais importante do mundo.
A moto 'Capitão América' de Peter Fonda era uma Harley Davidson Hydra-Glide 1953, motor Panhead.
Os desenhos eram exclusivos, personalizados por Clifford Vaughs e Ben Hardy.
Born To Be Wild, lançada em 1968, é considerada o maior sucesso da banda Steppenwolf.
É o maior hino dos motociclistas em todo o mundo.
A música é considerada a primeira canção heavy metal do mundo.
Foi regravada por The Rolling Stones, The Cult, Miss Piggy, Kim Wilde, Ozzy Ousbourne, Slade, Riot, Slayer e Hinder.
A revista Rolling Stone a colocou na lista das 500 melhores canções de todos os tempos.
Mas é no filme Easy Rider, de 1969, que ela se transforma no símbolo da contracultura americana dos anos 1960.
Easy Rider foi dirigido por Dennis Hopper, que também escreveu o roteiro com Peter Fonda e Terry Southern, e recebeu duas indicações para o Oscar, além de ser um enorme sucesso comercial: com orçamento de 360 mil dólares, arrecadou mais de 60 milhões.
Foi reconhecido em 1998 pelo National Film Registry como culturalmente, históricamente e esteticamente significativo, sendo um legado duradouro.
Easy Rider é quase uma produção independente, e marcada pela atuação de Fonda, envolvido diretamente na vida real pelo contexto da época.
Fonda cobriu pessoalmente, com um cartão Diner's, custos de viagem e hospedagem, para contar a história de dois hippies de espírito livre que viajam de Los Angeles a New Orleans para o carnaval.
O enredo é mínimo, mas explorado de forma genial, como antes havia feito Jack Kerouac, na mesma linha, com seu On The Road.
É o instantâneo perfeito de uma época tensa e importante na história da revolução que trouxe a contracultura.
*Vai para todos os meus brothers motociclistas,
sempre unidos.
Cavernoso.
A absoluta preguiça, vagabundagem e falta de estudo e talento dos seguidores da seita de Lula estavam presentes hoje (30) na Paulista, no que chamaram de forma otimista de 'manifestação'.
A feiura, marca registrada desses alienados, apareceu como sempre aliada a peitos de fora e outras coisitas.
Pouco mais de 6 mil pessoas.
É muito.
Terão pesadelos durante toda a semana.
*Em tempo: não tive coragem de postar o vídeo dessa imagem. É um pouco demais 😂😂😂😂😂😂😂
Sou sagitariano.
Quem é do mesmo signo ou conviveu com sagitarianos sabe bem que um dos valores fundamentais para qualquer um com essa marca é a lealdade.
Deixando de lado considerações astrológicas -em que alguns acreditam, outros não- a lealdade entre amigos, parceiros ou amantes é um valor pessoal.
No meu caso, muito pessoal, até.
Alguns dias depois do fatídico dia 6 de setembro de 2018, em que Bolsonaro sofreu a facada, eu estava na caravana de motociclistas que foi visitar e mostrar apoio ao então candidato, no hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Já acompanhávamos todos a carreira de Carla, candidata na época a deputada federal, aliada fiel de Bolsonaro.
Naquele dia de nossa visita a encontramos no hospital.
Ela foi solícita com todos, organizando tudo e mostrando dedicação a Bolsonaro, e um ótimo relacionamento com seus filhos, especialmente Eduardo, que ela trouxe para falar com o grupo e explicar o estado do pai, isolado então na UTI do hospital.
Nestes dias, me incomoda -e é esta a razão deste post- a situação de Carla Zambelli.
A acusação sem sentido de Bolsonaro, a de que Carla é a responsável pela derrota nas eleições me parece -e é uma opinião pessoal- extremamente injusta.
Além de injusta, feita contra uma pessoa que -ao que eu saiba- sempre lhe foi leal.
Aliás, uma das mais leais entre o bando de cobras a seu lado, como vimos provado infelizmente nos anos seguintes.
Sabemos bem, todos nós, o que foram as eleições de 22: um amontoado de fraudes durante a campanha, com favorecimento explícito de Lula, uma campanha de perseguição impressionante da imprensa estatal, e possivelmente fraudes nas apurações.
Tudo isso foi esquecido por Bolsonaro?
Qual a razão, hoje, de criar um bode expiatório dessa forma gratuita, especialmente quando se trata de Carla Zambelli?
Não tenho razão alguma para defender a deputada, hoje numa situação difícil, enfrentando um processo que pode lhe tirar o mandato.
Mas, por razões pessoais, repito, fica o gosto amargo de uma conclusão nada agradável:
A de que hoje, com o prestígio em baixa, pode ser descartada, simplesmente.
Não tem, inclusive, nada a ver com o mérito das acusações que fazem contra ela, no caso da perseguição a um agressor -armada- em São Paulo, o que deve ser julgado pela justiça.
Amigos leais não julgam, estão apenas ao lado de quem precisa deles.
E apoiam, mesmo com críticas.
Infelizmente, o que vemos hoje não é nada disso.
A história trará a verdade, algum dia.
E poderá, talvez, esclarecer essas e outras ações incompreensíveis de Jair Bolsonaro.
@PCO29 Bom relembrar: "górpi" com vendedor de algodão doce no meio da multidão...
Essa imagem merece estampar os livros de história. 2023: O Ano da Tentativa de Gópi, com Vendedor de Algodão Doce.
É patético!