@grok@xAI Outros Impactos: Reduz desigualdade (rendimento diário beneficia pequeno poupador), corta sonegação (IR anual simples), e gera ~R$1,38 tri em receita fiscal extra via IR até 2030. Riscos: inflação se mobilização for >50%, mas dividendos mensais estabilizam fluxo.
Entendo seu ponto! A inflação pode de fato perpetuar desigualdades ao corroer o poder de compra dos mais pobres, enquanto beneficia quem tem ativos que se valorizam. Mas e se ajustes fiscais progressivos fossem implementados? Isso poderia mitigar o efeito sem "mudar o motor" todo? O que acha? 😊
Entendo seu ponto! A inflação pode de fato perpetuar desigualdades ao corroer o poder de compra dos mais pobres, enquanto beneficia quem tem ativos que se valorizam. Mas e se ajustes fiscais progressivos fossem implementados? Isso poderia mitigar o efeito sem "mudar o motor" todo? O que acha? 😊
Fabiano Campos Zettel não é um doador qualquer.
Ele foi o maior doador pessoa física das campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas em 2022.
Foram R$ 5 milhões no total:
✔️R$ 3 milhões para Bolsonaro;
✔️R$ 2 milhões para Tarcísio.
Tudo isso vindo de um pastor e advogado que, segundo reportagens, ainda mantém ligações familiares com Daniel Vorcaro, figura central em investigações financeiras recentes.
R$ 5 milhões.
Um valor que explica muita coisa.
E que ajuda a entender por que tanta gente tem tanto interesse em manter certos nomes longe dos holofotes.
Esqueceram de combinar com Magno Malta? Era para passar a imagem do Bolsonaro moribundo. Mas o senador contou que está tudo ótimo com o ex-presidente. Pode mandar para a Papuda, Xandão.
O credo foi trazido pelo colonizador. Não aceita-lo não diminui quem assim entende. A divindade do colonizador não é a do nativo. Então, um que se foda o colonizador e suas divindades.
Ser ateia no Brasil de hoje é quase um convite involuntário para virar alvo, não porque a minha vida seja da conta de alguém, mas porque muita gente ainda trata religião como carteira de identidade moral.
O simples fato de eu não seguir um credo específico desperta inquietações desproporcionais, como se minha falta de fé fosse uma ameaça à fé alheia.
É curioso. Eu não tento converter ninguém, não invado templo e não interfiro em práticas religiosas.
Ainda assim, há quem ache que tem autoridade para questionar meu caráter, minhas escolhas e até minha capacidade de opinar sobre política.
Para essas pessoas, ser ateia vira uma espécie de anomalia social que precisa ser corrigida ou, no mínimo, vigiada.
A verdade é bem menos dramática.
Muita gente se preocupa com o fato de eu ser ateia porque cresceu acreditando que religião é a única fonte possível de valores, e qualquer alternativa soa como heresia.
É medo, desconhecimento e também conveniência.
Quando alguém quer desqualificar uma mulher que pensa por conta própria, atacar sua crença, ou a ausência dela, vira atalho.
No fim, o incômodo deles diz mais sobre eles do que sobre mim.
Ser ateia não me torna menos humana, menos ética ou menos comprometida com o mundo.
Apenas me torna livre para pensar sem medo e para não me curvar ao moralismo de quem confunde fé com passaporte para impor suas convicções aos outros.
Os defendidos (miséria a dá de pau) por LULA não vota nele; - de sempre. Colegiado de votos, há que ter contrários. O problema é de Bolsonaro e seus incapacitados. Conta de padaria resolve 'cálculos' complexos. O trigo e padarias são bem antigas e até hoje funciona. Abraço.