Instead of watching an hour of Netflix, watch this 1 hour Yale lecture. It will teach you more about options trading and the exact models hedge funds use than most people learn in their entire careers on Wall Street.
Esse cara acabou de ganhar 1 bilhão de dólares no mercado financeiro. Só hoje.
E a história dele é surreal.
Com 24 anos ele foi demitido da OpenAI, escreveu um artigo de 165 páginas e fundou um hedge fund.
Em menos de 12 meses, transformou $225 milhões de dólares em $5,5 bilhões.
A tese dele era simples: o gargalo da inteligência artificial não são os modelos, não são os chips e não é o software.
É energia.
Leopold Aschenbrenner trabalhou no time de Superalignment da OpenAI até ser demitido em abril de 2024.
Dois meses depois, publicou "Situational Awareness: The Decade Ahead", onde argumentou que a AGI estava chegando mais rápido do que qualquer investidor imaginava.
Enquanto todo mundo em Wall Street apostava em empresas de chips e modelos de IA, ele olhou para a mesma curva de escala e chegou a uma conclusão diferente: os vencedores seriam quem controlasse a eletricidade.
A matemática de potência dos clusters de treinamento é implacável.
Em 2022, o cluster do GPT-4 consumia 10 megawatts.
Em 2024, o maior cluster já exigia 100 megawatts.
Em 2026, o líder consome 1 gigawatt, a potência de um reator nuclear grande.
Até 2030, a projeção é de 100 gigawatts, mais de 20% de toda a geração elétrica dos Estados Unidos, para uma única instalação de treinamento.
E isso sem contar inferência, que exige múltiplos disso.
O fundo dele, Situational Awareness LP, colocou essa tese em prática.
A maior posição é $875 milhões em Bloom Energy, uma empresa de células de combustível que gera eletricidade diretamente no site do data center, sem depender da rede elétrica.
Ontem, a Bloom anunciou um acordo de 2,8 gigawatts com a Oracle para alimentar seus data centers de IA. A ação subiu 15% no after-hours. Essa posição agora vale perto de $2 bilhões.
As outras apostas seguem a mesma lógica:
$700 milhões em CoreWeave
Calls de Intel que multiplicaram numa alta de 53%
Participação de quase 10% na Core Scientific, uma mineradora de Bitcoin que está convertendo sua infraestrutura de energia em hosting de data centers de IA.
E um short em Infosys, apostando que agentes de IA vão destruir o modelo de TI terceirizada.
A geração elétrica dos EUA cresceu apenas 5% na última década. A rede não foi construída para isso.
A escassez de transformadores, os atrasos em equipamentos de switchgear e os projetos de data centers cancelados são os primeiros sintomas de um sistema elétrico batendo no limite.
Aschenbrenner viu isso anos antes do resto do mercado. Os retornos são registro público.
A era em que o trade de IA era comprar Nvidia acabou. O verdadeiro trade agora é quem controla os elétrons.